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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Bob Fernandes: “Me pediram US$ 5 milhões” acusa Tacla Duran... E segue o cúmplice silêncio...


"Ou a proposta de Zucolotto não existiu, ou existiu e seria devastadora para a Lava Jato.
Ao contrário de tantas, essa sessão da CPI não foi transmitida pelas TVs da Câmara, Senado e etc. Só foi exibida em rede social. O Jornal da Gazeta (SP) noticiou.
Tacla Duran disse que certo "DD", de Curitiba, saberia da proposta de Zucolotto. A CPI quer convidar Zucolotto para se explicar.
As Mídias, certamente, em algum momento poderão se interessar por ouvir Zucolotto e demais.
Só nas 4 horas do depoimento à CPI 14.500 pessoas compartilharam no Facebook e mais de 150 mil assistiram. Foi dos mais comentados assuntos daquele dia no Twitter.
Cinco dias depois, silêncios. Zucolotto, "DD", procuradores e Moro seguem em silêncio.
Só Rosangela Moro tuitou. Reafirmou a amizade do casal com Zucolotto e postou um enigma: "O tempo esclarece tudo", disse a advogada.
Sempre repercutindo a Lava Jato, Vozes e Porta-Vozes seguem em... estrondoso silêncio.
Como se Tacla Duran e suas acusações, verdadeiras ou falsas, não fossem um fato. Não existissem. Tudo isso deve ser miragem, alucinação. Inclusive os silêncios."






O advogado Zucolotto era sócio de Rosangela, casada com o Juiz Moro. Zucolotto, amigo de ambos, foi padrinho desse casamento.
Tacla Duran é advogado. Trabalhou para a Odebrechet. Com dupla nacionalidade, investigado pela Lava Jato refugiou-se na Espanha.
Via vídeo Tacla Duran depôs na CPI da JBS. E acusou Zucolotto e a Lava Jato.
Entre outras, disse: Zucolotto lhe propôs "pagar US$ 5 milhões por fora". Para, num acordo de delação então discutido, ter diminuída multa de US$ 15 milhões para US$ 5 milhões.
Tacla Duran entregou à CPI o que seriam provas: fotos da proposta que Zucolotto teria feito via Wicler, aplicativo que apaga mensagens depois de lidas.
Tacla Duran contou que a Associação Espanhola de Peritos foi acionada. E que, sorteado, um perito teria atestado a veracidade desses documentos.
Hipóteses. Tacla Duran mente. Ou Tacla Duran diz a verdade.
Já se passaram 5 dias e mais de 100 horas desde que Tacla Duran acusou. Para os que têm Meios, não teria sido difícil checar tais informações.
Essa associação de peritos existe? É séria? Quem foi o perito? Ele confirma ou desmente as denúncias de Tacla Duran?
Ou a proposta de Zucolotto não existiu, ou existiu e seria devastadora para a Lava Jato.
Ao contrário de tantas, essa sessão da CPI não foi transmitida pelas TVs da Câmara, Senado e etc. Só foi exibida em rede social. O Jornal da Gazeta (SP) noticiou.
Tacla Duran disse que certo "DD", de Curitiba, saberia da proposta de Zucolotto. A CPI quer convidar Zucolotto para se explicar.
As Mídias, certamente, em algum momento poderão se interessar por ouvir Zucolotto e demais.
Só nas 4 horas do depoimento à CPI 14.500 pessoas compartilharam no Facebook e mais de 150 mil assistiram. Foi dos mais comentados assuntos daquele dia no Twitter.
Cinco dias depois, silêncios. Zucolotto, "DD", procuradores e Moro seguem em silêncio.
Só Rosangela Moro tuitou. Reafirmou a amizade do casal com Zucolotto e postou um enigma: "O tempo esclarece tudo", disse a advogada.
Sempre repercutindo a Lava Jato, Vozes e Porta-Vozes seguem em... estrondoso silêncio.
Como se Tacla Duran e suas acusações, verdadeiras ou falsas, não fossem um fato. Não existissem.
Tudo isso deve ser miragem, alucinação. Inclusive os silêncios

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Por que a mídia esconde a tragédia do reitor da UFSC? Porque é cúmplice de sua morte. Por Kiko Nogueira



Cancellier
Quanto tempo o Jornal Nacional desta terça, 3, dedicou à tragédia do reitor da UFSC, Luiz Carlos Cancellier?
Zero.
Repito: zero.
A repercussão do suicídio foi escondida na mídia. A razão é uma só: ela é cúmplice.
O estado policialesco em que vivemos é resultado de anos de doutrinação e emburrecimento iniciados com o mensalão e com a indignação coletiva que frutificou.
As capas canalhas da Veja, os jograis de William Bonner, o vômito de ódio de colunistas deseducaram e deram subsídio para milhares de cretinos que evoluíram para o fascismo sem medo de ser felizes.
Temos um juiz absoluta e desavergonhadamente parcial como heroi. No nosso novo normal, ele vai a premieres de filmes em que ele mesmo é protagonista e tudo bem. A cobertura é do Oscar.
Procuradores são convidados de honra de jantares de artistas da Globo. Bolsonaro fala em fuzilar organizadores de exposições. Deputados flagrados vendo pornografia em plenário querem espancar artistas “tarados”.
Desse caldo sai uma delegada, Érika Malik Marena, ex-Lava Jato, que submete um professor ao que ele chamou de “humilhação e vexame”.
“Você fica nu diante de uma série de pessoas. Você fica exposto. Fica numa condição de subjugação completa”, disse ele, num depoimento comovente.
Érika queria mantê-lo preso. Queixou-se da juíza que o liberou.
O ex-senador e advogado Nelson Wedekin fez um belo discurso na solenidade fúnebre do conselho da universidade em tributo a Cancellier.
Wedekin lembrou de “uma imprensa que primeiro atira e só depois pergunta quem vem lá, quando e se pergunta. Uma imprensa que toma como verdadeira, em princípio, a palavra da autoridade, não mediada, não contextualiza”.
Continuou: “De blogueiros, ativistas e pessoas ‘comuns’ que, raivosos, expelem argumentos chulos, pensamentos prontos, clichês preconceituosos, manifestações de atraso, ignorância, e ódio, muito ódio nas redes sociais Mãos de quem confunde moral com moralismo de baixo custo, que a todos rotula, por método, costume e um certo prazer sádico”.
Fomos da terra da impunidade ao paraíso dos justiceiros sem escalas.
Em Santa Catarina, o clima é de comoção. Mas esse sentimento deveria ser nacional. Deveria servir para um basta. Deveríamos estar na rua.
Mas não. Outros virão. Criaram uma sociedade doente. Como na brilhante tira de Laerte, amanhã a cadela do fascismo morderá a mão de quem a alimentou.
E então vai sair no Jornal Nacional, mas será tarde demais.
 Fonte: DCM

domingo, 22 de maio de 2016

Abraham Lincoln sobre o silêncio covarde ante o avanço da maldade e do retrocesso



domingo, 4 de outubro de 2015

Merlânio Maia sobre a hipocrisia da direita e golpistas que diziam "Somos Milhões de Cunha"





Diante da crise política do Brasil, pessoas defendiam os bandidos, que sempre foram corruptos e que se escornavam na direita, cujo mister é ser uma elite sanguessuga e ladrona, escravocrata, homofóbica, violenta e violadora dos direitos dos cidadãos, mas que na crise, iam às ruas, como se fossem bastiões da ética e moral. Verbalizando grosserias contra uma mulher corajosa que nunca roubou os cofres públicos.
Esta escória, vestida e travestida de elite, na ânsia de retornar ao poder a qualquer custo, deu um tiro no pé. Pois suas sujeiras e roubos e lepras morais começaram a exalar a fedentina que todo crime exala. Não deu para esconder!
Agora, seus pares temem ter suas escamoteações descobertas e de paladinos da ética, desceram tanto, com a exposição de quem de fato são seus ídolos, que silenciaram.
As redes sociais estão num vácuo de silêncio. As ruas vazias! E os tolos que apoiavam esta escória e servia de bucha de canhão, nas ruas, sequer mandam uma cartinha, pois estão corados da mais triste envergonha, pelo que fizeram dos seus ídolos de pano putrefato.
Aqueles que diziam: "Somos milhões de Cunhas!" Acunharam rumo ao país do silêncio dos enganados, pois começam a descobrir a mentira dos Agripinos, Cunhas, Calheiros, Neves, FHCs e os outros tantos... Todos com a pecha de escória da política brasileira.
Mas ainda tem um agravante: o silêncio e a intenção de manter um rato na direção do Congresso Brasileiro.
Até quando?