Uma bela canção, da jovem Ana Vilela, que nos faz pensar sobre o que é realmente importante na vida... Escolhemos ficar com o que e com quem é realmente importante, ou preferimos a inautenticidade dos papeis impostos pelo sistema? Vejam... Sintam... Reflitam...
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
Snoopy, Chalie Brown e a reflexiva canção Trem-Bala, de Ana Vilela
Uma bela canção, da jovem Ana Vilela, que nos faz pensar sobre o que é realmente importante na vida... Escolhemos ficar com o que e com quem é realmente importante, ou preferimos a inautenticidade dos papeis impostos pelo sistema? Vejam... Sintam... Reflitam...
sábado, 27 de fevereiro de 2016
A busca pelo entendimento da existência e do homem, tal como este historicamente se fez, em "A Lógica da Criação", uma canção forte e bela de Oswaldo Montenegro
Esta é uma canção forte... Bela, mas forte.... Uma das mais filosóficas... certamente, a mais filosófica da Oswaldo Montenegro.... As imagens são do filme Solidões, do mesmo Oswaldo Montenegro... Toca em questionamentos que ao menos as pessoas mais sensíveis já fizeram (respostas há, as mais diversas e adversas).... Mas tudo no Universo segue um caminho cada vez mais complexo e rico. O homem, ao contrário, por seus interesses e sua visão limitada de mundo, segue por atos e palavras um caminho inverso...
Alguma lógica existe, mas nos escapa em grande parte... E o que nos escapa ou nos posiciona em cheque em nossos atos e escolhas, é difícil aceitar... Se não nos destruirmos, se nos vermos como irmãos, aos poucos, talvez, o denso véu comece a dissipar... Infelizmente, hoje, o egoísmo e a narcisismo, em expressões como o retorno do fascismo e da mediocridade midiaticamente cultivada, representa um retrocesso nesse caminhar.... O homem cria estruturas, paradigmas, ideologias que oprimem, que modelam comportamentos e depois atribuem a um outro Ser as mazelas que ele mesmo criou para a si mesmo abater, magoar, alienar...
Convém notar, contudo ( como o vídeo também desponta ) que muito do obscuro, do erro e do "pecado" não foi Deus quem fez, mas o Homem quem o cria, que disso tira vantagem, que vai contra, da divina Natureza, suas Leis, buscando escravizar, maltratar, dizimar, controlar e alienar... No final, boa parte de nossa escuridão advém da mesquinharia humana que chega a pintar uma concepção antropomófica, Malafáica e mesquinha,espelhada em si próprio, de Deus...
Alguma lógica existe, mas nos escapa em grande parte... E o que nos escapa ou nos posiciona em cheque em nossos atos e escolhas, é difícil aceitar... Se não nos destruirmos, se nos vermos como irmãos, aos poucos, talvez, o denso véu comece a dissipar... Infelizmente, hoje, o egoísmo e a narcisismo, em expressões como o retorno do fascismo e da mediocridade midiaticamente cultivada, representa um retrocesso nesse caminhar.... O homem cria estruturas, paradigmas, ideologias que oprimem, que modelam comportamentos e depois atribuem a um outro Ser as mazelas que ele mesmo criou para a si mesmo abater, magoar, alienar...
Convém notar, contudo ( como o vídeo também desponta ) que muito do obscuro, do erro e do "pecado" não foi Deus quem fez, mas o Homem quem o cria, que disso tira vantagem, que vai contra, da divina Natureza, suas Leis, buscando escravizar, maltratar, dizimar, controlar e alienar... No final, boa parte de nossa escuridão advém da mesquinharia humana que chega a pintar uma concepção antropomófica, Malafáica e mesquinha,espelhada em si próprio, de Deus...
Boas reflexões...
Carlos Antonio Fragoso Guimarães
Letra de A Lógica da Criação
Oswaldo Montenegro
O mérito é todo dos santos
O erro e o pecado são meus
Mas onde está nossa vontade
Se tudo é vontade de Deus?
Apenas não sei ler direito
A lógica da criação
O que vem depois do infinito
E antes da tal explosão?
Por que que o tal ser humano
Já nasce sabendo do fim?
E a morte transforma em engano
As flores do seu jardim
Por que é que Deus cria um filho
Que morre antes do pai?
E não pega em seu braço amoroso
O corpo daquele que cai
Se o sexo é tão proibido
Por que ele criou a paixão?
Se é ele que cria o destino
Eu não entendi a equação
Se Deus criou o desejo
Por que que é pecado o prazer?
Nos pôs mil palavras na boca
Mas que é proibido dizer
Porque, se existe outra vida,
Não mostra pra gente de vez
Por que que nos deixa nos escuro
Se a luz ele mesmo que fez?
Por que me fez tão errado
Se dele vem a perfeição?
Sabendo ali quieto, calado
Que eu ia criar confusão
E a mim que sou tão descuidado
Não resta mais nada a fazer
Apenas dizer que não entendo
Meu Deus como eu amo você!
Grato à +Angélica Maia pela transcrição da letra!
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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
Para uma Reflexão de Ano Novo, John Lennon cantando Imagine ao vivo, em 18 de abril de 1978.... Para nos fazer ver que houve um tempo em que havia pensamento, poesia e maior profundidade nas canções...
Vídeo raro onde o ex-Beatle John Lennon (1940-1980) canta uma das mais belas obras poéticas contra a exclusão, o preconceito, o ódio de classe e a alienação e à favor da fraternidade, igualdade, irmandade e reconhecimento de nossa raça humana comum.... Para uma reflexão de Ano Novo....
Imagine
Imagine there's no heaven
It's easy if you try
No hell below us
Above us only sky
Imagine all the people
Living for today
Imagine there's no countries
It isn't hard to do
Nothing to kill or die for
And no religion too
Imagine all the people
Living life in peace
You may say, I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope someday you'll join us
And the world will be as one
Imagine no possessions
I wonder if you can
No need for greed or hunger
A Brotherhood of man
Imagine all the people
Sharing all the world
You may say, I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope someday you'll join us
And the world will live as one
Imagine
Imagine não haver o paraíso
É fácil se você tentar
Nenhum Inferno abaixo de nós
Acima de nós, só o céu
Imagine todas as pessoas
Vivendo o presente
Imagine que não há nenhum país
Não é difícil imaginar
Nenhum motivo para matar ou morrer
E nem religião, também
Imagine todas as pessoas
Vivendo a vida em paz
Você pode dizer que eu sou um sonhador
Mas eu não sou o único
Espero que um dia você junte-se a nós
E o mundo será como um só
Imagine que não ha posses
Eu me pergunto se você pode
Sem a necessidade de ganância ou fome
Uma irmandade dos homens
Imagine todas as pessoas
Partilhando todo o mundo
Você pode dizer que eu sou um sonhador
Mas eu não sou o único
Espero que um dia você junte-se a nós
E o mundo viverá como um só
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Doce é sentir... A doce poesia e exemplo de São Francisco de Assis...
Poesia que vai além dos discursos... canção que eleva a Deus.... visão sistêmica e ecológica que escapa ao egoísmo dos coxinhas materialistas consumistas.... Irmão Sol, Irmã Lua.... canção interpretada por Elizabete Lacerda
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sábado, 25 de maio de 2013
Paula Fernandes, Espiritualidade e "Amor Além da Vida"
Paula Fernandes é uma das poucas artistas da área da chamada "música sertaneja" de quem, de fato, gosto, ao lado de Renato Teixeira e Almir Sater. Ela possui uma voz suave e, em boa parte de suas canções, um bom gosto raros nas peças que compõe.
Algumas de suas canções, as mais pessoais e intimistas, são bem espiritualizadas (e por isso mesmo, e por ser espírita, a cantora recebeu a néscia agressividade de fundamentalistas evangélicos), como esta, belíssima e lírica, inspirada na imortalidade da alma e chamada "Amor Além da Vida"....
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Oswaldo Montenegro: Estrada Nova
Todo recomeçar é um novo nascer e, portanto, uma morte a algo antigo que deve ficar para trás... Por isso ir embora assusta, crescer por vezes apavora... E esta canção toca um pouco nisso... uma bonita canção para reflexão...
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Uma forte letra sobre a hipocrisia de uma sociedade de aparências

Cidadão
Esta canção, composta por Lúcio Barbosa e Zé Geraldo, é um soco na hipocrisia de uma sociedade que vive das aparências.
Composta da década de 70, fez algum sucesso e é um contraponto inteligente às aberrações de hoje.
A canção Cidadão foi gravada, entre outros, por Zé Ramalho, cujo video pode ser visto no final deste texto.
Abraços,
Carlos
Cidadão
Tá vendo aquele edifício moço?
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição
Eram quatro condução
Duas prá ir, duas prá voltar
Hoje depois dele pronto
Olho prá cima e fico tonto
Mas me vem um cidadão
E me diz desconfiado
"Tu tá aí admirado?
Ou tá querendo roubar?"
Meu domingo tá perdido
Vou prá casa entristecido
Dá vontade de beber
E prá aumentar meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio
Que eu ajudei a fazer...
Tá vendo aquele colégio moço
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Fiz a massa, pus cimento
Ajudei a rebocar
Minha filha inocente
Vem prá mim toda contente
"Pai vou me matricular"
Mas me diz um cidadão:
"Criança de pé no chão
Aqui não pode estudar"
Essa dor doeu mais forte
Por que é que eu deixei o norte
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava
Mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer...
Tá vendo aquela igreja moço
Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo
Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também
Lá foi que valeu a pena
Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que Cristo me disse:
"Rapaz deixe de tolice
Não se deixe amedrontar!
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asa
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar!
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar!"
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