Do Canal Desmascarando:
ENVOLVIDO NO ROUBO DE 5 BILHÕES DO INSS, FLÁVIO FOGE PARA OS EUA COM AJUDA DE TRUMP
Textos de Filosofia e ensaios sobre temas atuais
Do Canal Desmascarando:
ENVOLVIDO NO ROUBO DE 5 BILHÕES DO INSS, FLÁVIO FOGE PARA OS EUA COM AJUDA DE TRUMP
Após vitória histórica de Lula, Flávio Bolsonaro rato covarde fujão partiu para conspirar contra o Brasil com Trump e Rubio
Do Canal do analista político Bob Fernandes:
Do Portal do José, sobre a fuga do rato covarde envolvido em escândalos Flávio Bolsonaro, filho do genocida golpista presidiário:
Do Canal Buenas Ideias:
A GRANDEZA DE LULA - Eleito pela quarta vez, Lula saberá lidar com quase 60 milhões de kanalhas? Saberá engolir sapos barbudos? Talvez . Ele deve ter a grandeza que falta ao seu Ministro da Respiração. Acontece que o ministro sabe que a cadeia do fascismo está sempre no cio e, por isso, precisa ser castrada. Não é não?
Luiz Inácio Lula da Silva vence as eleições presidenciais de 2026, com diferença de 4 milhões de votos, e conquista novo mandato no Palácio do Planalto
Do Jornal GGN:


Presidente é reeleito com 51,75% dos votos válidos, contra 48,25% de Flávio Bolsonaro; votação foi prorrogada até as 19h após denúncias de restrições no transporte público e dificuldades para eleitores chegarem às urnas.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vence o segundo turno das eleições presidenciais de 2026 e conquista um novo mandato à frente do Palácio do Planalto, com 51,75% dos votos válidos, contra 48,25% de Flávio Bolsonaro (PL), com 99,76% das urnas apuradas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), às 21h, com uma diferença de mais de 4 milhões de votos. A vitória ocorre em meio a um domingo marcado por denúncias de redução da oferta de transporte público, dificuldades de acesso aos locais de votação e uma decisão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF) para estender o horário de votação em todo o país.
A instabilidade eleitoral levou o ministro Cristiano Zanin, do STF, a determinar a prorrogação da votação até as 19h deste domingo (25), atendendo a um pedido da campanha de Lula. A medida foi motivada por relatos de restrições na circulação de ônibus e dificuldades de deslocamento de eleitores em diferentes estados. O TSE ficou responsável por cumprir a decisão. A campanha de Flávio Bolsonaro também havia solicitado a ampliação do horário em municípios afetados por chuvas intensas e problemas de infraestrutura.
Ao longo do dia, a campanha de Lula denunciou problemas na oferta de transporte coletivo em diferentes regiões do país, com destaque para São Paulo e a Bahia. Em Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas, na região metropolitana da capital baiana, foram relatadas dificuldades para garantir o deslocamento dos eleitores.
Em São Paulo, a campanha também apontou redução da frota de ônibus em circulação. Os relatos motivaram pedidos à Justiça Eleitoral para assegurar o transporte público e ampliar o período de votação, diante do risco de que parte da população fosse impedida de exercer o direito ao voto.
A decisão de Zanin buscou responder às dificuldades relatadas e garantir mais tempo para a participação eleitoral. A prorrogação, entretanto, ocorreu em um cenário de incerteza operacional sobre a aplicação da medida e o andamento da apuração.
A controvérsia também reacendeu o debate sobre o cumprimento das regras que garantem o transporte público aos eleitores. Em 2023, o STF decidiu que o poder público deve assegurar transporte gratuito no dia das eleições e proibiu a redução da oferta de transporte coletivo nas condições abrangidas pela decisão.
Com a reeleição, Lula terá pela frente o desafio de consolidar sua base política e transformar a vitória eleitoral em avanços concretos para a população. A relação com o Congresso Nacional, a condução da economia e a capacidade de ampliar investimentos e políticas sociais estarão entre os principais pontos de atenção do novo mandato.
A agenda do governo deverá envolver a geração de empregos, a recuperação da renda, o fortalecimento dos serviços públicos e a redução das desigualdades. Também estarão em debate os rumos da política industrial, os investimentos em infraestrutura e o papel do Estado na promoção do desenvolvimento nacional.
A vitória não encerra a disputa política no país. A oposição continuará representando uma força relevante no Congresso Nacional e na sociedade, enquanto o governo precisará responder às expectativas dos eleitores e lidar com uma Casa Legislativa de base da oposição.
Em meio à instabilidade registrada durante a votação, o próximo mandato começa com o desafio de reafirmar a confiança nas instituições democráticas e garantir que o direito ao voto seja efetivamente assegurado a toda a população.
Do Canal SUMAÚMA Jornalismo:
Depois da mais espetacular virada desde o início da redemocratização, o bolsonarismo foi derrotado nas urnas e o país ganha algum fôlego para enfrentar a extrema direita que seguirá avançando
Do UOL:
O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à eleição presidencial derrotado, disse na noite de hoje que vai pedir a anulação do pleito após o ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinar a prorrogação da votação em todo o país até as 19h. Flávio perdeu o pleito para Lula (PT) em uma virada histórica. O colunista José Roberto de Toledo afirmou que o senador termina a eleição da forma como começou: mentindo. Resultado ao vivo das eleições com Daniela Lima, Fabiola Cidral, Josias de Souza e todo o time do UOL.
Da Rádio CBN:
Após a apuração dos votos, Flávio Bolsonaro não reconheceu a derrota e afirmou que pretende recorrer à Justiça para pedir a anulação do pleito, criticando decisões do STF e a condução das eleições. No estúdio da CBN, o cientista político e pesquisador Rui Tavares Maluf avalia a declaração do candidato derrotado, aponta contradições no discurso e analisa a postura das instituições eleitorais. Assista à análise completa. Foto: Reprodução/TV Globo
Do UOL:
Resultado ao vivo das eleições com Daniela Lima, Fabiola Cidral, Josias de Souza e todo o time do UOL.
Do UOL:
Resultado ao vivo das eleições com Daniela Lima, Fabiola Cidral, Josias de Souza e todo o time do UOL
Odeio como (vocês bolsonaristas) zombam de mulheres, gays e negros. Odeio porque vocês nos matam com armas e palavras. Odeio como berram e mentem descaradamente...
Do Jornal GGN:
Carta aos Cínicos, por Cristiane Corrêa de Souza Hillal

Aos que vão nascer
É verdade, eu vivo em tempos negros.
Palavra inocente é tolice. Uma testa sem rugas
Indica insensibilidade. Aquele que ri
Apenas não recebeu ainda
A terrível notícia.
Que tempos são esses, em que
Falar de árvores é quase um crime
Pois implica silenciar sobre tantas barbaridades?
Aquele que atravessa a rua tranquilo
Não está mais ao alcance de seus amigos
Necessitados?
(…)
Eu bem gostaria de ser sábio.
Nos velhos livros se encontra o que é sabedoria:
Manter-se afastado da luta do mundo e a vida breve
Levar sem medo
E passar sem violência
Pagar o mal com o bem
Não satisfazer os desejos, mas esquecê-los
Isto é sábio.
Nada disso sei fazer:
É verdade, eu vivo em tempos negros.
(…)
Entretanto sabemos:
Também o ódio à baixeza
Deforma as feições.
Também a ira pela injustiça
Torna a voz rouca. Ah, e nós
Que queríamos preparar o chão para o amor
Não pudemos nós mesmos ser amigos.
Bertolt Brecht, “An die Nachgeborenen” / “Aos que vão nascer”. Tradução de Paulo César de Souza.
Prezados Cínicos,
Talvez estranhem o “prezados” logo de cara e me interpretem também como uma cínica, por usá-lo no início desta missiva. De fato, não desconheço a contradição da minha primeira frase e a assumo, mas não sem constrangimento. Aí reside, talvez, nossa primeira diferença.
Constrangida por nascença. Um certo pudor por existir, por ocupar espaços e tempos dos outros. Alguma cerimônia, herdada talvez de meu pai mineiro, pobre e órfão, ou vinda da gestação tardia e de risco de minha mãe, quem saberá, me faz ter um receio exagerado de ser, de alguma forma, incômoda. Pior, uma certa necessidade de soar útil demais, de trabalhar neuroticamente muito além do que precisava, me levou ao divã, mas também ao lugar onde estou hoje e de onde escrevo esta carta: esse lugarzinho de defensora dos direitos humanos, tão odiado por vocês, caros Cínicos.
Eis a razão da carta.
Quero falar de nosso ódio. Sim, o nosso, porque também odeio, e não é com facilidade que digo isso, o que, reconheço, em nada ameniza a feiura do meu ódio por vocês, prezados Cínicos.
Odeio em sussurros, para as crianças, que agora dormem, não escutarem. Odeio sem contar aos vizinhos e sem colocar na rede social. Odiar me faz perder o sono. Me dá dores no corpo. Me faz chorar e, assim mesmo, odeio.
Olho extasiada para esse ódio estranho e familiar que emerge de dentro de mim e tento decifrá-lo, mas não o reconheço no que me move ou comove.
Meu ódio não está no meu quintal, nas platinelas do meu pandeiro, no pelo macio da minha gata ou na risada do meu filho. Não o encontro no azul que minha mãe inundava em mim quando me olhava, tampouco no violão do meu bem, esse Bem que um dia cruzou uma esquina de carnaval, quando tudo parecia vivido e desvivido.
Procuro, mas não o encontro na filha que vai à feira para comprar flores, nem nos desvalidos que, todos os dias, me atravessam tão profundamente com suas histórias e dores que fico capaz de erguer teatros, ruas e escolas, mover prefeitos, pastores, professores e ex-amores, os prédios, as pontes e os abismos, tudo e todos no mundo inteirinho, só para que ninguém mais sofra ou, pelo menos, não sofra sozinho.
E mesmo assim, odeio.
Volto para o divã, mais corajosa agora, para reconhecer e cavoucar o ódio que sinto dos senhores, prezadíssimos Cínicos. Destemida, fria e empoderada, vou até a menininha que queria salvar o pai de seus desenredos e a mãe de seus lutos. Cavuco tudo, toda a solidão miúda da menininha, até as entranhas, mas não o encontro.
Mas sim, odeio. Estou bem certa de que odeio.
Não duvidem. Não riam do meu ódio, porque posso provar que odeio.
Odeio como zombam de mulheres, gays e negros. Odeio porque vocês nos matam com armas e palavras. Odeio como berram e mentem descaradamente enquanto eu peço licença para existir. Odeio como gesticulam, ensaiam trejeitos e frases prontas para machucar, calar e humilhar. Odeio sua política de bullying e seu Deus vingativo, preconceituoso e tirano. Odeio ver minhas amigas fazendo cursos de autodefesa para sobreviverem a vocês nas ruas escuras. Odeio, com todo o nojo que sou capaz de sentir, como profanam a democracia e exaltam a tortura.
Odeio, Senhores Cínicos, esse mundo paralelo para onde levaram tantos dos que amo, afastando-os de mim, a ponto de eu não mais saber se eles são, também, agora, os cínicos para quem escrevo esta carta.
Odeio, Senhores Cínicos, por terem me tirado deles.
E mesmo assim, odeio.
Mas me contem, Senhores Cínicos, sentem-se aqui, tragam seus ódios para a roda. Fizemos uma roda nesta escola pública. O professor negro disse que quer contar que se afundou em depressão ao se sentir sozinho e sem retaguarda, depois que o pai de um aluno o ameaçou de morte por ter dado uma aula de história sobre a ditadura.
Venham cá, Senhores, escutem a menina de 14 anos tentando segurar as lágrimas enquanto conta que cresceu ouvindo que iam cortar seu cabelo para lavar a louça.
Cheguem pertinho, por favor, para ouvir a voz baixinha da mãe do menino gay que se matou.
Escutem essa outra mãe falando que sua filha com deficiência é rosto, não resto.
Por favor, tragam seu ódio para perto, sem robôs no meio de nós. Robôs não sentam em roda. Robôs não conhecem a professora negra cuja mãe lhe dava água com açúcar, na infância, para enganar a fome. Aparentemente, ela não precisou de coach, Senhores, mas de política pública para ser, hoje, doutoranda em uma das melhores universidades públicas do país.
Venham todos, por favor, vamos ouvir músicas juntos.
Agora é a vez de vocês.
Contem suas histórias. Quem embalou vocês? Do que vocês brincaram nos parquinhos? Quem vocês amaram? Por quem já choraram escondidos? O que já desejaram ter e não tiveram? Quem ama os Senhores, Caros Cínicos?
Quero escutá-los, preciso escutá-los, posso aguentar porque já odeio vocês.
Trago meu ódio, declarado e reconhecido em cartório. Posto. Eu odeio. O ódio está nu na roda.
Venham, venham, Senhores Cínicos, vamos improvisar nossas falas. Respeitar as pausas e os silêncios. Respirar. Deixemos os ensaios para as coreografias de dança.
Conseguem escutar meu ódio?
Meu gigantesco ódio grita que odeia muito, odeia mesmo, de verdade. Odeia odiar.
E o de vocês?
Espera…
Eu não trouxe armas.
Esqueci de odiar com elas… espera…
Espera…
A criança procurava o lápis de cor quando achou a carta. Os adultos sempre contavam sobre a tal carta da espera.
Naquele dia, quando os ódios foram se sentar em roda, apareceu tanta gente para falar e escutar que a roda já não coube em si mesma. Foi crescendo, crescendo, até virar uma espiral gigantesca em direção aos céus.
A espiral subiu, subiu, subiu, levantando ventos que abriram frestas nos mundos paralelos.
Diz a lenda que, naquele dia, com a ventania, a letra R escapou das aRmas que os Senhores Cínicos levaram para a roda.
Os professores, os estudantes, as merendeiras e as gentes todinhas foram recolhendo os erres voadores e espalhando-os pelos cantos do mundo.
Era um tal de gente aRRebatada, aRRepiada, ReeRguida, Resistente, Reexistente e Risonha como jamais se viu. O mundo rangeu de vida.
E os cínicos, coitados, sem robôs para ajudá-los, tiveram que se haver com o que sobrou da palavra arma sem a letra R mesmo.
CRISTIANE CORRÊA DE SOUZA HILLAL – Promotora de Justiça do MPSP
Do Canal Desmascarando:
Carta foi assinada por diferentes líderes católicos de todo o país e fala em "uma das candidaturas" a ameaçar o Brasil.
Do Jornal GGN:
Foto: Vatican Media/Handout
Carta foi assinada por diferentes líderes católicos de todo o país e fala em “uma das candidaturas” ameaçar o Brasil; manifesto convoca fiéis a votar em defesa dos direitos sociais, da soberania e do meio ambiente
Às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais, um grupo de bispos e arcebispos católicos divulgou uma carta aberta em que alerta para os riscos à democracia, à soberania nacional e aos direitos sociais em posições que estão associadas à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). Mesmo não citado nominalmente, a carta visivelmente critica o senador.
O documento, intitulado Carta de bispos católicos ao povo de Deus diante do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, sustenta que propostas de “uma das candidaturas” entram em contradição com princípios centrais da Doutrina Social da Igreja (DSI). A manifestação foi divulgada na quinta-feira (22) e, nesta sexta-feira (23), continua aberta a novas adesões.
Os bispos questionam posições atribuídas sobre a jornada de trabalho, o acesso a armas, a política externa brasileira e a crise climática. Em contraponto, descrevem explitadamente “o atual Governo”, na candidatura do presidente Lula (PT), como uma alternativa que, apesar de sujeita a críticas, demonstrou responsabilidade com os mais pobres e respeito à Constituição e à ordem democrática.
“Por outro lado, temos outra candidatura que, embora também esteja sujeita a críticas, sempre manifestou responsabilidade com os pobres e com a Casa Comum e atuou dentro dos limites da ordem democrática, respeitando a Constituição”, traz o documento.
No centro da manifestação está o alerta de que a disputa eleitoral não se limita à escolha de um novo governo, mas pode determinar mudanças profundas nos rumos do país. “O cenário é muito grave, pois uma das candidaturas ameaça frontalmente diversos pontos centrais da DSI, a existência da democracia, a soberania nacional e a prática do bem comum”, escrevem os líderes católicos.
Os religiosos associam essa preocupação a propostas que consideram incompatíveis com os princípios da Igreja Católica. Entre elas, destacam a posição contrária ao fim da escala de trabalho 6×1 e a defesa de medidas que ampliariam o acesso da população a armas de fogo.
A carta também critica a perspectiva de uma política externa que, na avaliação dos signatários, submeteria os interesses brasileiros aos dos Estados Unidos. No campo ambiental, os bispos questionam o que descrevem como a negação da crise climática e dos problemas ecológicos.
A carta também faz referência à ditadura militar brasileira e às homenagens prestadas pela família Bolsonaro ao coronel Brilhante Ustra, reconhecido como torturador durante o regime militar.
Os signatários associam esse histórico a preocupações com a preservação da ordem constitucional. O documento afirma que “um dos candidatos é filho do presidente que foi condenado e preso por
atentar contra a democracia” e segue suas ideias” e sustenta que a continuidade dessas ideias poderia abrir espaço para ameaças institucionais.
Os bispos afirmam ainda que uma eventual maioria parlamentar alinhada ao candidato poderia criar condições para a concentração de poder e a imposição de uma orientação política contrária aos princípios democráticos. Ao recorrer às experiências autoritárias do século 20, os religiosos defendem que os eleitores considerem as consequências históricas de projetos que, em sua avaliação, ameaçam a democracia.
“Quem se calou diante das ameaças totalitárias que se concretizaram na Europa do século XX deixou uma herança vergonhosa para as gerações seguintes”, diz outro trecho da carta.
Os signatários afirmam estar em comunhão com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e alinhados à mensagem divulgada pelo Conselho Permanente da entidade em 21 de outubro, que defendeu a Constituição e o respeito às urnas e recomendou aos eleitores que avaliassem a trajetória dos candidatos.
Ao abordar diretamente a escolha eleitoral, os bispos afirmam que eventuais críticas ao governo Lula não deveriam se sobrepor aos princípios que, segundo eles, estão em jogo na disputa. “Gostar ou não do atual governo não pode ser razão para entregar o país nas mãos de quem manifesta tamanha contradição com os ensinamentos de nossa Igreja”, afirma o texto.
A carta conclama os católicos a comparecer às urnas no domingo (25), defendendo a democracia, os valores humanitários, os direitos dos pobres e os ensinamentos da Igreja. Até a manhã desta sexta-feira, 64 bispos católicos assinavam a carta, que segue aberta para novas adesões públicas.