quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Daniela Lima e Leonardo Sakamoto expõem os abusos e o intervencionismo do bolsonarista e "terrivelmente evangélico" André Mendonça na Polícia Federal às vésperas das Eleições 2026

 

Do Canal Mídia Ninja (com vídeo do UOL News):






Sakamoto, no UOL: Polícia Federal, em nota dos 27 Superintendentes Regionais da PF, reclama de 'toffolização' de André Mendonça em caso de Lulinha

 

Do UOL:

Leonardo Sakamoto analisa a nota pública da PF sobre a interferência de André Mendonça no caso de Lulinha. O colunista diz se tratar de uma 'toffolização' no STF.



quinta-feira, 6 de agosto de 2026: Reinaldo Azevedo – Superintendentes da PF em todo o Brasil saem em defesa de Andrei Rodrigues, alvo de explicita tendenciosidade do "terrivelmente evangélico" indicado por Bolsonaro André Mendonça

 

Do Canal Metrópoles:

Os 27 superintendentes regionais da Polícia Federal (PF) assinaram nota pública defendendo a independência da corporação em investigações e reafirmando a “confiança na Direção da Polícia Federal”, chefiada por Andrei Rodrigues. O movimento ocorre em meio à tensão entre a PF e o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. Rreinaldo Azevedo comenta



Mídia Ninja: Lindbergh lista dos indícios de crimes de Vice de Flávio Bolsonaro e revela a real face da chapa do crime nas Eleições 2026

 

Do Canal Midia Ninja:




André Mendonça (o bolsonarista "terrivelmente evangélico") pisoteia a Constituição. Artigo de Luís Nassif

  

A coluna da Daniela Lima descreve Mendonça assumindo controle direto e informal sobre a PF nos casos Master e INSS

Do Jornal GGN:

André Mendonça pisoteia a Constituição, por Luís Nassif


    André Mendonça - Imagem gerada por IA

Tem-se um Ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, atropelando todos os princípios de justiça, influenciando de forma escancarada as eleições, interferindo na autonomia de outros poderes. E o máximo que se consegue de reação é a informação sobre o “desconforto” de seus colegas.

A jornalista Daniela Lima, da UOL, trouxe um levantamento preocupante sobre a atuação de Mendonça, uma volta escancarada às piores arbitrariedades da Lava Jato.

A coluna da Daniela Lima descreve Mendonça assumindo controle direto e informal sobre a PF nos casos Master e INSS — reuniões presenciais com delegados, determinações fora da pauta corporativa, despacho travando remanejamento na direção-geral. Isso é uma escalada em relação ao que já estava documentado: em fevereiro ele já havia revertido decisões de Toffoli e “empoderado” a PF; agora o relato é de que ele foi além — de árbitro processual para gestor operacional da investigação.

Se ele está de fato dando ordens diretas a delegados sobre prioridades de apuração — “escapando à agenda da corporação e às funções de praxe de relator”, como diz a coluna — isso dá sustentação factual adicional à tese de que o enquadramento “Lava Jato 2” envolve uso direcionado do aparato investigativo, não descoberta orgânica.

O despacho proibindo a direção-geral da PF de remanejar equipe. Isso é mais forte que os episódios anteriores (troca de peritos, restrição de acesso) porque tira do comando institucional da PF qualquer margem de resistência — fica sem “defesa”.

O problema não se esgota na arbitrariedade processual. Mendonça quebrou o sigilo de Fábio Luís sem qualquer indicação pública, até agora, de vínculo com o caso Master. Houve vazamento de informações envolvendo a lobista Roberta Luchsinger. Já no caso de Flávio Bolsonaro — mesmo após o áudio em que pede R$ 134 milhões a Daniel Vorcaro vir a público em maio —, o inquérito só foi solicitado pela PF em julho e autorizado por Mendonça em 23/07, mais de dois meses depois. É esse descompasso de ritmo, e o absoluto sigilo das investigações sobre Flávio, que faz a diferença. Mendonça interfere diretamente no processo eleitoral.

Ou seja, não é uma arbitrariedade que se esgota em si, um abuso contra a ordem institucional, mas algo que mexe com o futuro do país. E como fica? A ordem institucional no país depende de uma série de tribunais, de instituições, do trabalho da mídia, como defensora da democracia, da independência entre os poderes, dos freios e contrapesos. Mendonça pisoteia todos esses princípios, humilha a Nação, e o máximo que se ouve são muxoxos de Ministros do STF.


domingo, 2 de agosto de 2026

Com a explícita tendenciosidade bolsonarista do "terrivelmente evangélico" André Mendonça e a grande mídia comprometida com os poderosos da direita tetnato refazer a Lava Jato, veio também a reação lúcida: VIRADA NO CASO! DECISÃO SOBRE LULINHA AGITA O CENÁRIO E AUMENTA A PRESSÃO SOBRE FLÁVIO! Vídeo do Canal Lente Crítica

 

Do Canal Lente Critica:

Um novo desdobramento envolvendo o caso de Lulinha voltou a movimentar os bastidores de Brasília e provocou forte repercussão no cenário político. Neste vídeo, mostramos os detalhes da decisão que recolocou o assunto em evidência, as reações dos principais envolvidos e por que esse episódio passou a ser visto como um momento importante para os próximos capítulos da disputa política.

Também analisamos como a investigação pode influenciar o debate público, a repercussão entre aliados e adversários e de que forma o caso tem sido interpretado por analistas e pela imprensa. Entenda o contexto completo, os fatos mais recentes e quais podem ser os impactos desse novo capítulo. Assista até o final para conferir uma análise completa sobre o caso, os bastidores das decisões e os possíveis desdobramentos para o cenário político brasileiro.

sexta-feira, 31 de julho de 2026

Entre a teoria e a prática, o duro desafio de encarar a guerra híbrida dos EUA contra o Brasil, por Luis Nassif

 

Não se trata mais de ameaças pontuais, mas de uma estratégia geopolítica, sancionada pelo próprio Departamento de Estado dos EUA.


Do Jornal GGN:

    Reprodução

Ontem, mencionamos alguns dos instrumentos que serão utilizados pelos Estados Unidos para desestabilização do governo e do país.

Em linhas gerais:

  • Taxação do comércio.
  • Desestabilização financeira, através de movimentos de indução de fuga de capitais.
  • Represálias às autoridades, criando clima generalizado de desconforto.
  • Lei antiterrorismo, como álibi para incursões sobre o território brasileiro que, embora de curto alcance, possam ter enorme impacto político.
  • Guerra política nas redes. Ontem foi noticiado que o Consulado norte-americano está organizando encontros fechados com influenciadores de direita.
  • Infiltração eletrônica nos sistemas públicos, especialmente do TSE.
  • Episódios que possam provocar tumulto público.

Não se trata mais de ameaças pontuais, mas de uma estratégia geopolítica, sancionada pelo próprio Departamento de Estado, visando avançar sobre a mais relevante cidadela da América Latina.

A estratégia de disputa se dará sobre 4 grupos básicos. Em países com relações sociais e políticas menos deteriorados, a estratégia seria clara:

Frente 1 – Forças Políticas

Convocação de um pacto suprapartidário mínimo, ancorado na integridade institucional 

  1. Pacto suprapartidário mínimo, incluindo oposição, sobre a integridade das instituições (Judiciário, TSE, Banco Central) como linha vermelha comum — não um pacto sobre o governo. 
  2. Uso do Congresso como arena de resposta formal: projetos de lei de reciprocidade comercial e de proteção a autoridades sancionadas, convertendo indignação difusa em instrumento jurídico. 

Frente 2 – Opinião Pública

Disputar o enquadramento antes de disputar o fato

  1. Nomear publicamente a ação como “guerra híbrida”, com repetição consistente, para que cada novo evento (tarifa, sanção, tumulto) seja interpretado dentro desse quadro. 
  2. Pedagogia de soberania como contraponto ao efeito manada: demonstrar que ceder a um vetor específico não resolve, pois a pressão migra para o vetor seguinte. 

Frente 3 – Empresariado

  1. Segmentação por interesse objetivo: setores exportadores diretamente atingidos pela tarifa têm interesse imediato em lobby ativo por reciprocidade, não em acomodação bilateral silenciosa. 
  2. Ruptura da lógica de que soberania é “problema do governo” — evidenciar o custo direto ao balanço das próprias empresas.

Frente 4 – Forças de segurança

  1. Blindagem técnica da infraestrutura eleitoral e das redes públicas como resposta binária e apolítica (segurança cibernética).
  2. Protocolo de contenção de tumulto que evite o padrão provocação → resposta desproporcional → deslegitimação do Estado.

Os obstáculos

Obviamente, a teoria é infinitamente mais fácil de desenhar do que sua implementação.

No mundo real, tem-se um Congresso tomado por interesses setoriais e pelo avanço do crime organizado. Na política, há setores quinta-coluna, como o bolsonarismo e setores ligados ao Centrão. No meio empresarial, há uma enorme ausência de interlocutores, os grandes líderes empresariais de outras épocas. E, na opinião pública, uma contaminação extrema com os algoritmos das redes sociais.

A grande bandeira mobilizadora seria a soberania, dos valores nacionais. Mas, historicamente, as chamadas forças democráticas – esquerda, centro-esquerda – abandonaram essas bandeiras, que sempre foram manobradas pela direita, desde a ditadura até o bolsonarismo.

É só conferir a facilidade com que o golpe do impeachment destruiu a Lei do Petróleo, desmontou as políticas sociais, destruiu setores empresariais inteiros, desmontou ganhos sociais.

De qualquer modo, mesmo enfrentando o dilema de Sísifo – condenado a um castigo eterno: empurrar uma pedra enorme morro acima, e, toda vez que estava perto do topo, a pedra rolava de volta ao chão, obrigando-o a recomeçar para sempre – nada é mais brasileiro do que “a esperança é a última que morre”.

LEIA TAMBÉM:

Não dá mais para esconder: há uma guerra híbrida da extrema direita em andamento contra o Brasil, por Luís Nassif

 

Os choques mais relevantes virão através das redes sociais — e, nesse terreno, a estratégia da direita tem sido certeira.

Do Jornal GGN:

    Javier Milei discursa em convenção do Partido Liberal, no Brasil | Crédito: Reprodução

Um dos aspectos mais ostensivos da guerra híbrida é a tentativa de desestabilizar as autoridades brasileiras por meio de gestos e atitudes calculadas.

A simples ameaça de aplicação da Lei Magnitsky contra uma autoridade brasileira já produz efeitos instantâneos sobre o sistema bancário, sobre a diplomacia e sobre o comportamento das próprias autoridades — o simples fato de cogitá-la já quebra um paradigma.

O mesmo vale para o carnaval fora de época de Javier Milei — com direito a fralda geriátrica em cena pública — que não foi apenas uma extravagância pessoal, mas parece se encaixar numa ação combinada com Donald Trump para conturbar o ambiente político brasileiro, assim como a manifestação do premiê israelense Benjamin Netanyahu.

Essas são apenas pedras jogadas no lago. Os choques mais relevantes virão através das redes sociais — e, nesse terreno, a estratégia da direita tem sido certeira. Numa ponta, Kassio Nunes Marques e André Mendonça à frente do TSE, justamente no ano eleitoral. Na outra, o mesmo Andr Mendonça conduzindo, como relator no STF, a Operação Master.

Os riscos maiores ainda não são plenamente perceptíveis. Há uma vinculação estreita entre as grandes empresas de inteligência artificial e o Pentágono. As versões mais recentes de alguns modelos foram recolhidas ou restringidas justamente por sua capacidade de romper barreiras de segurança de sistemas — um indicativo do quanto essa tecnologia já opera no limiar do uso militar e de inteligência.

A essas frentes, somam-se outras que merecem ser monitoradas:

  • Pressão sobre o sistema financeiro e de pagamentos — sanções, restrições de correspondência bancária e ameaças a instituições que operem com autoridades ou empresas brasileiras específicas, um instrumento que já vinha sendo usado em outros países antes de chegar ao Brasil.
  • Tarifas e barreiras comerciais usadas como instrumento de pressão política, não apenas econômica.
  • Campanhas de desinformação em massa nas redes sociais, amplificadas por perfis automatizados e por figuras políticas alinhadas, com potencial de interferência direta no processo eleitoral de outubro.
  • Dependência tecnológica e de infraestrutura digital (nuvem, IA, cabos submarinos) como vetor de vulnerabilidade estratégica.
  • Uso seletivo de vistos e sanções individuais contra ministros, magistrados e autoridades, como forma de constranger decisões internas.

Diante desse quadro, há a necessidade urgente de atrair técnicos qualificados e revigorar a ABIN, para construir barreiras adicionais em relação a essas novas ameaças — que não são mais hipotéticas, mas já operam no dia a dia da política brasileira.

LEIA TAMBÉM:

UOL: Trump e Milei têm atitude de desespero contra o Brasil e não por cálculo político, analisa Leonardo Trevisan

 

Do UOL:

O professor Leonardo Trevisan analisa o comportamento recente de Javier Milei e Donald Trump, apontando sinais de desespero em suas estratégias políticas e econômicas ao atacarem o Brasil.



Do Canadá Diário: Senadores dos EUA DENUNCIAM PLANO GOLPISTA de Trump CONTRA O BRASIL e encontro com Flávio vem à tona

 

 

Do Canal Canadá Diário:

Senadores dos Estados Unidos denunciaram o governo Donald Trump por espalhar teorias conspiratórias sobre a eleição brasileira de 2026. Ao mesmo tempo, veio à tona que a missão de dois enviados do governo Trump, barrados pelo Brasil, previa um encontro com Flávio Bolsonaro.

Neste vídeo, o Canadá Diário investiga a missão de Riley Barnes e Samuel Samson, integrantes do Departamento de Estado dos Estados Unidos que solicitaram vistos para viajar ao Brasil durante a campanha presidencial.


A agenda oficial falava em democracia, liberdade religiosa, liberdade de expressão e integridade eleitoral. Porém, a programação também incluía uma reunião com Flávio Bolsonaro, candidato que tenta transformar Donald Trump em seu principal aliado internacional.

O governo brasileiro negou os vistos por considerar que a missão poderia servir para questionar a credibilidade das urnas eletrônicas e interferir na eleição brasileira. O Departamento de Estado negou qualquer intenção de interferência e declarou que a viagem seria uma atividade diplomática rotineira.

A reação mais forte veio dos próprios Estados Unidos.

Senadores democratas da Comissão de Relações Exteriores do Senado acusaram o governo Trump de propagar teorias conspiratórias eleitorais, enfraquecer a confiança na democracia e afastar aliados dos Estados Unidos.

A denúncia ocorre enquanto Donald Trump amplia sua pressão sobre o Brasil, impõe tarifas contra produtos brasileiros e transforma a eleição presidencial brasileira em uma prioridade de sua política externa.

A crise também envolve Daniel Perez, indicado por Trump para assumir a Embaixada dos Estados Unidos em Brasília. O governo brasileiro ainda não concedeu a autorização diplomática necessária para que Perez assuma o cargo. Durante sua passagem pelo Senado, ele declarou que a eleição brasileira estaria entre suas primeiras prioridades.

Por que uma missão estadunidense pretendia discutir a confiabilidade da eleição brasileira justamente durante a campanha?

Qual seria o objetivo do encontro com Flávio Bolsonaro?

Por que Donald Trump demonstra tanto interesse na disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro? E por que políticos que afirmam defender a soberania brasileira procuram constantemente apoio, pressão e proteção em Washington?

Esta reportagem analisa a conexão política entre Donald Trump, Flávio Bolsonaro, Jair Bolsonaro e a extrema direita internacional. Também mostra como discursos sobre liberdade e integridade eleitoral podem ser utilizados para fabricar desconfiança, enfraquecer instituições e preparar eleitores para rejeitar resultados inconvenientes.

Fontes citadas e consultadas incluem Reuters, The Guardian, declarações públicas de integrantes da Comissão de Relações Exteriores do Senado dos Estados Unidos e informações oficiais relacionadas ao Departamento de Estado.

Assista até o final e deixe sua opinião nos comentários. Você considera essa missão uma atividade diplomática legítima ou uma tentativa de interferência na eleição brasileira? O Brasil agiu corretamente ao negar os vistos? Compartilhe este vídeo com outras pessoas interessadas em política brasileira, Donald Trump, Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, Lula, eleições 2026, democracia, geopolítica e política internacional. Inscreva se no Canadá Diário e ative as notificações para acompanhar nossas análises, investigações e notícias internacionais relacionadas ao Brasil.