O Espiritualismo Ocidental
Textos de Filosofia e ensaios sobre temas atuais
segunda-feira, 9 de março de 2026
Reinaldo Azevedo: alucinações bolsonaro-lavajatistas sobre a prisão de Lulinha. Delação de Daniel Vorcaro?
Condução do caso Master por Mendonça (o terrivelmente evangélico e bolsonarista) gera críticas e comparações com a Lava Jato no STF
Ministros do STF criticam condução do inquérito, classificam exposição de mensagens pessoais como “absurdo” e avaliam cenário de imprevisibilidade
Condução do caso Master gera críticas e comparações com a Lava Jato no STF
A divulgação de mensagens atribuídas ao banqueiro Vorcaro e relacionadas à investigação sobre fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) provocou forte apreensão entre integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF). Ministros da Corte têm manifestado críticas à forma como o chamado caso Master vem sendo conduzido e avaliam que o episódio entrou em uma zona de imprevisibilidade, com potenciais impactos institucionais difíceis de medir. As informações são da jornalista Daniela Lima, do UOL.
Um conjunto de mensagens de Vorcaro foi encaminhado à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga irregularidades no INSS por determinação do Supremo, o que acabou levando à circulação pública de trechos das conversas nas redes sociais.
Entre os pontos mais sensíveis citados por integrantes do tribunal está o vazamento de mensagens íntimas atribuídas ao banqueiro Vorcaro, trocadas com sua ex-noiva e outras pessoas. Para dois ministros do STF ouvidos pela coluna, a divulgação desse conteúdo representa um grave problema.
Um dos magistrados classificou o episódio como um “absurdo” e destacou o impacto da exposição pública. “Em última instância”, afirmou, “trata-se de uma mulher, uma mãe, que teve sua intimidade absolutamente devassada para o país inteiro, passou a ser alvo de chacota e assédio às vésperas do 8 de março, sem que haja indício, até aqui, da eventual participação dela em qualquer ilícito”.
Nos bastidores do tribunal, ministros apontam que caberia ao relator do processo, André Mendonça, definir as diretrizes para que a Polícia Federal realizasse o envio do material à comissão parlamentar. A avaliação de alguns integrantes do STF é que a condução do procedimento abriu espaço para questionamentos e ampliou a repercussão do conteúdo das mensagens.
O episódio também despertou comparações internas com o período da extinta Operação Lava Jato. Nos corredores da Corte, voltou à pauta o debate sobre o que ministros classificam como possíveis “vazamentos seletivos”, tema que já foi alvo de críticas durante investigações anteriores de grande impacto político.
A preocupação ganhou força porque, até o momento, dois ministros do Supremo já teriam sido citados nos dados extraídos das mensagens de Vorcaro. A possibilidade de novos desdobramentos passou a gerar inquietação sobre os efeitos do caso na imagem institucional do STF e na trajetória pública de magistrados influentes, entre eles o ministro Alexandre de Moraes.
Um integrante da Corte resumiu o clima interno com uma metáfora: “Está todo mundo com um gosto de guarda-chuva na boca”. O mesmo ministro acrescentou que a situação é marcada por incerteza. “Nós estamos no terreno do imponderável. Jogaram um míssil cujo raio de ação ninguém conhece”, afirmou.
Como o processo tramita sob sigilo, as versões apresentadas por Alexandre de Moraes a respeito de mensagens que teria trocado com Vorcaro ainda não puderam ser confrontadas de maneira ampla pelos demais integrantes do tribunal. Assim, segundo relatos de ministros, o debate acabou reduzido a uma disputa de narrativas — o que dificulta uma avaliação mais conclusiva do episódio.
Até a noite da última sexta-feira, de acordo com a coluna do UOL, Moraes ainda não havia discutido o tema de forma aprofundada com colegas do plenário do Supremo. A falta de conversas diretas também contribuiu para ampliar o clima de cautela e especulação dentro da Corte.
A possibilidade de convocação de uma nova reunião reservada entre ministros para tratar do caso tampouco foi recebida com entusiasmo por todos. Questionado sobre a hipótese, um magistrado respondeu com ironia: “Com ou sem gravação?”. A frase fez referência à suspeita, mencionada nos bastidores, de que uma reunião anterior — realizada quando o ministro Dias Toffoli estava no centro de questionamentos — possa ter sido gravada.
Além das críticas internas, alguns ministros também avaliam de forma negativa a maneira como o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem se posicionado sobre o caso. “Há, na minha avaliação, um erro de análise. O Planalto achou que poderia colar o caso no bolsonarismo, mas não é o que está acontecendo e a fatura está caindo no colo do Lula”, afirmou outro integrante do tribunal.
É hora de barrar a conspiração PF-André Mendonça-bolsonarismo-"grande" mídia, como demonstra o jornalista Luís Nassif
Do Jornal GGN:
O Supremo Tribunal Federal, por sua vez, precisa abandonar a postura defensiva e impor limites concretos aos abusos de André Mendonça.
É hora de barrar a conspiração PF-André Mendonça, por Luís Nassif
André Mendonça e Sérgio Moro - Foto de Raquel de Sá - Agência Senado

A informação da jornalista Mônica Bérgamo — de que há uma discussão interna na Polícia Federal sobre a possibilidade de decretar a prisão de Fábio Luiz da Silva, o Lulinha — não é um episódio isolado. É o sintoma mais recente de uma instituição que opera sem freios, e que exige resposta imediata.
O conjunto de irregularidades da Operação Master revela uma PF que já abusava do poder antes mesmo de contar com o aval do Ministro André Mendonça:
- Vazamentos das mensagens do celular de Daniel Vorcaro nos primeiros dias de perícia.
- Alimentação sistemática da campanha contra os Ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, por meio de colunas em O Globo. Registro necessário: não se trata de defender Toffoli ou Moraes, mas de identificar a origem e o destino dos vazamentos.
- Quebra do sigilo de Fábio Luiz — endossado por André Mendonça — sem qualquer indício concreto de envolvimento com a operação.
- Divulgação seletiva da movimentação bancária de Fábio Luiz, omitindo deliberadamente as características que contextualizariam os dados.
- Conflito aberto entre André Mendonça e o Procurador-Geral da República Paulo Gonet.
- Tentativa de controlar o acordo de delação com Daniel Vorcaro — prerrogativa exclusiva do Ministério Público Federal.
Este último ponto é particularmente grave. As lições da Lava Jato são inequívocas: sem supervisão judicial efetiva, procuradores moldavam o conteúdo das delações segundo suas motivações políticas. Os delatores, sem a quem recorrer, cediam. Colocar esse poder nas mãos de uma força-tarefa sem controle institucional não é descuido — é escolha.
O juiz da Lava Jato 1 era Sérgio Moro; da Lava Jato 2 é André Mendonça. O roteiro que se desenha agora é familiar. Logo que Toffoli assumiu a relatoria do caso, as páginas dos jornais foram inundadas de notícias sobre “mal-estar” na PF. O mesmo jogo recomeça com Gonet — desta vez com a CNN como veículo. A pressão não é espontânea; é estratégia.
A informação da jornalista Mônica Bérgamo, de que há uma discussão na Polícia Federal sobre decretar ou não a prisão de Fábio Luiz da Silva, o Lulinha, comprova a necessidade de medidas urgentes.Ou enquadra-se agora os abusadores, ou irá se perder o controle sobre uma polícia armada.
A soma de irregularidades da Operação Master mostra uma Polícia Federal sem freios, mesmo antes do conluio com o Ministro André Mendonça:
- Vazamentos das mensagens do celulares de Daniel Vorcaro nos primeiros dias de perícia.
- Alimentação da campanha contra os Ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, através das linhas de transmissão de colunistas de O Globo. Aviso aos idiotas da objetividade: não se está defendendo Toffoli e Moraes, mas apontando para os abusos da PF.
- Quebra do sigilo de Fábio Luiz – endossado por André Mendonça – sem que houvesse nenhum indício concreto de envolvimento com a operação.
- Divulgação da movimentação da conta de Fábio Luiz, escondendo as características dessa movimentação.
- As invectivas de André Mendonça contra o Procurador Geral da República Paulo Gonet.
- Finalmente, a tentativa de fechar o acordo de delação com Daniel Vorcaro.
Acordos de delação são prerrogativas do Ministério Público Federal. Deixar nas mãos dessa Polícia Federal é caminho certo para manipulação política.
As lições da Lava Jato mostraram que, sem a supervisão de um juiz, procuradores praticamente definiam o conteúdo das delações, de acordo com suas motivações políticas. Sem ter a quem recorrer, os delatores acabavam se submetendo a essas manipulações.
Nos últimos dias, setores da força tarefa começaram os primeiros lances contra Gonet. Repetem o que ocorreu com Toffoli. Logo que assumiu a relatoria do caso, jornais passaram a ser coalhados de notícias sobre “mal-estar” na PF.
Agora, começou o jogo com Gonet, como mostra a CNN, um dos canais disponíveis para a Lava Jato 2:

Nas mãos da força tarefa do Master, e do Ministro André Mendonça, como dois e dois são quatro, os delatores serão induzidos a direcionar suas delações para alvos previamente escolhidos pelo grupo.
Será o mesmo agora.
O governo precisa acordar e se dar conta de que a conspiração já começou. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, não se mostrou com pulso para impedir os abusos de parte da corporação. Por outro lado, o Supremo Tribunal Federal precisa sair da defensiva e colocar um limite nos abusos de André Mendonça.
Com a força-tarefa do Master e André Mendonça operando em conjunto, o desfecho provável é previsível: os delatores serão conduzidos a apontar alvos previamente escolhidos pelo grupo. A Lava Jato tinha Sérgio Moro como juiz de apoio. A Lava Jato 2 tem André Mendonça — cujos primeiros atos foram exatamente a quebra do sigilo de Fábio Luiz e a abertura de toda a investigação para a CPMI do INSS, sabendo que a maioria dos envolvidos com o Master são políticos do Centrão.
O governo precisa sair do estado de dormência. A conspiração não está sendo tramada — ela já está em curso. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, não demonstrou disposição para conter os excessos de parte da corporação. O Supremo Tribunal Federal, por sua vez, precisa abandonar a postura defensiva e impor limites concretos aos abusos de André Mendonça.
Ou se age agora, ou se perde o controle.
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As práticas do monstro do fascismo retornam com força: começa a Lava Jato 2.0. com a mesma tática criminosa de vazamentos devidamente selecionados, visando derrubar Lula e garantir a perda de direitos e privatizações por Flávio Bolsonaro nas eleições de 2026
Da TV GGN:
O jornalista Luis Nassif recebe o juiz e escritor Marcelo Semer e a presidente da IAB-MG, Claudia Pires. Em pauta, a volta da Lava Jato e a negligência com a política de prevenção de riscos de Minas Gerais.
Portal do José: DOMINGÃO DENÚNCIA! GLOBO E MALU: A PRATICA DE CRIME PARA ATACAR MORAES PARA GARANTIR A VOLTA DAS PRIVATIZAÇÕES E DERRUBADA DE DIREITOS DERROTANDO A ESQUERDA NAS ELEIÇÕES! FLAVIO: O CANDIDATO SISTEMA!
Do Canal Portal do José:
08/03/26 DOMINGO: GLOBO LEGITIMA A PRATICA DE CRIMES CONTRA ADVERSÁRIOS! COMO PREVISTO PELO PORTAL DO JOSÉ… ATAQUE A MORAES: ACABARAM MUNIÇÕES! DATAFOLHA: ALGO INACEITÁVEL NO AR!
domingo, 8 de março de 2026
ANDRÉ MENDONÇA, O TERRIVELMENTE EVANGÉLICO BOLSONARISTA, é EXPOSTO e Fica SEM REAÇÃO! PLANO GOLPISTA LAVA JATO 2 é DESMASCARADO! PGR Vai PRA CIMA!!
Do Canal A Voz do Povo:
ANDRÉ MENDONÇA É EXPOSTO E FICA SEM REAÇÃO! PLANO GOLPISTA É DESMASCARADO! PGR VAI PRA CIMA
sábado, 7 de março de 2026
Portal do José: SÁBADO QUENTE! GLOBO E BOLSONARISMO UNIDOS CONTRA MORAES! TERÃO DECEPÇÕES! FINAL DO DIA PROMETE!
07/03/26 - ESTE SÁBADO PROMETE! DIREITA BOLSONARISTA PEDE PRISÃO DE MORAES. VÃO TER QUE ESPERAR 72 HORAS. MORAES atacado! Mídia progressista cai em armadilhas! Explicarei como progressistas estão caindo em armadilhas plantadas pela grande mídia e o bolsonarismo.
Reinaldo Azevedo: STF, Malu Gaspar e as mensagens que não eram para Moraes no vale tudo da extrema- direita, sua "grande" mídia e as Eleições aqui e acolá
sexta-feira, 6 de março de 2026
Portal do José: BOLSONARISTAS, BANCOS, FINANCISTAS DA FARIA LIMA E MÍDIA X MORAES: JORNALISMO CONFUNDE PAÍS! PEDIDO DE PRISÃO NÃO CABE! SAIBA POR QUÊ!
Globo Golpista e PiG lavajatista ressuscitam a Lava Jato contra Alexandre de Moraes visando derrotar Lula nas eleições 2026.
Do Portal do José:
06/03/26 - DIREITA BOLSONARISTA PEDE PRISÃO DE MORAES. VÃO TER QUE ESPERAR 72 HORAS. MORAES atacado! Mídia progressista cai em armadilhas! Explicarei como progressistas estão caindo em armadilhas plantadas pela grande mídia e o bolsonarismo.
Jogo do Poder: Bob Fernandes Expõe os Bastidores do Caso Banco Master e Suas Ramificações Políticas
Do Canal Opera Mundi:
Esse corte é parte do vídeo intitulado "Mídia tradicional está em campanha contra Lula? - Bob Fernandes - Programa 20 Minutos", publicado no dia 04/03/2026. Para quem quiser assitir na íntegra, esse é o link: https://www.youtube.com/live/biYl8rO06R4 O Caso Banco Master não é apenas mais um escândalo financeiro. Por trás das cifras bilionárias e das operações de lavagem de dinheiro, há uma trama política complexa que envolve nomes influentes, articulações nos bastidores e um jogo de poder que poucos conhecem. Como o esquema funcionava? Quem são os verdadeiros protagonistas? E qual o papel da política nessa engrenagem? Neste corte de entrevista revelador, o jornalista investigativo Bob Fernandes – conhecido por suas análises corajosas e apuração rigorosa – expõe os bastidores do Caso Banco Master. Ele vai além dos fatos já noticiados para revelar as ramificações políticas do escândalo, mostrando como dinheiro, poder e influência se entrelaçam em uma teia que conecta o sistema financeiro ao mundo político.
Globo, Folha, Mercado Financeiro, bolsonarismo e Faria Lima unidos com setores para vazamentos selecionados contra Alexandre de Moraes segundo o Portal do José:
Do Canal Portal do José:
05/03/26 - MORAES atacado! Mídia progressista cai em armadilhas! Explicarei como progressistas estão caindo em armadilhas plantadas pela grande mídia e o bolsonarismo.
Lava Jato 2: André Mendonça (o Novo Moro) terá papel central nas eleições de 2026 junto com a Globo e a mídia atrelada aos interesses da Faria Lima e Bancos, como mostra Luís Nassif
Do Jornal GGN:
André Mendonça terá papel central nas eleições de 2026, por Luís Nassif

Não há mais margem para dúvidas. O grande personagem das eleições de 2026 será o Ministro bolsonarista do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça.
Digo bolsonarista não apenas por ter sido nomeado por Jair Bolsonaro, mas porque mostrou, no inquérito do Banco Master, que trabalhará alinhado com o bolsonarismo.
Ontem ocorreu uma chuva de vazamentos do inquérito do Banco Master. Atribuiu-se à CPMI do INSS. É um sofisma. Logo no início do inquérito do Master, a Polícia Federal vazou mensagens contidas no celular de Daniel Vorcaro. A postura de Dias Toffoli foi trazer o inquérito para o STF e indicar peritos sérios, que impedissem os vazamentos.
A razão era óbvia. O caso Master tem tudo para repetir a Lava Jato 1. Há um sentimento disseminado de corrupção, um caso que envolve dezenas de personagens. Nessas circunstâncias, as investigações são comandadas pela cobertura jornalística, e esta se submete ao vazamento de informações. Quando há a parceria mídia-PF – como agora – o desfecho é previsível.
Antes, tinha-se uma operação comandada por um juiz de 1a instância, com a mídia garantindo a onda que intimidou os tribunais superiores. A operação foi desmanchada quando cessou a cobertura midiática e o STF pode decidir sem pressão.
Agora tem-se uma Lava Jato 2 em que o Sérgio Moro de ocasião é um Ministro da Suprema Corte. É totalmente dele a responsabilidade pela chuva de vazamentos do inquérito. Os principais suspeitos do caso Master são políticos bolsonaristas e do Centrão. Ao enviar o inquérito para o Congresso, era óbvio que a consequência seria o vazamento das informações, de acordo com os interesses do Centrão. Firmou-se ali, sem nenhuma sutileza, o pacto que deverá marcar a campanha eleitoral desse ano, com a PF e Mendonça jorrando vazamentos, em conluio com grandes jornais, visando consolidar as candidaturas bolsonaristas.
E vai se queixar para quem? Para o bispo? Fosse um juiz de tribunal superior, e se o Conselho Nacional de Justiça funcionasse, Mendonça estaria respondendo a um inquérito sobre seu estratagema, para vazar as informações.
Do mesmo modo, teria que explicar as razões que levaram à quebra do sigilo de Lulinha, se as suspeitas se referiam expressamente às supostas ligações com o tal careca do INSS.
O país entra desarmado em uma eleição que poderá definir o nosso futuro como nação. Tem-se a situação esdrúxula de um candidato umbilicalmente ligado às milícias, ao Escritório do Crime, a processos nítidos de enriquecimento ilícito, sendo levado ao poder por essa aliança terrível de mídia, mercado, Centrão e um Ministro do Supremo atuando como articulador da orquestra.
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