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sábado, 10 de maio de 2025

ESPIRITISMO, SEXUALIDADE E DEBATE POLÍTICO: UMA EQUAÇÃO TENSA ENTRE CONSERVADORES E PROGRESSISTAS. Entrevista com Célia da Graça Arribas

 

Do Canal Fronteiras do Pensamento Espírita:

A conversa com Célia Arribas aborda o campo de debates espíritas sobre gênero e sexualidade, discussões acirradas no contexto das disputas políticas mundiais. Ela examina as tensões sobre o modo como se constroem e se articulam as respostas às transformações culturais específicas das relações afetivas e eróticas.



terça-feira, 2 de abril de 2024

As esquerdas e a espiritualidade, por Dora Incontri

 

Ideias de igualdade, de fraternidade universal, de justiça para os pobres e libertação dos oprimidos têm ressonâncias bíblicas

special toned photo f/x, focus point on center

Texto de Dora Incontri, publicado no Jornal GGN:

Algumas esquerdas mais radicais – e não tenho nada contra o radicalismo nesse caso, porque esquerdas menos radicais tendem a fazer concessões ao sistema vigente –, que podem ser socialistas/marxistas ou anarquistas, ficam enfurecidas quando se propõe alguma possível conexão com qualquer forma de espiritualidade. Isso provém de uma tradição crítica de Marx a Bakunin. Tanto comunistas quanto anarquistas se forjaram no anticlericalismo e no antirreligiosismo como necessidade histórica de cortar as amarras do poder das Igrejas – católica, protestante, ortodoxa. E isso teve um contexto histórico, uma necessidade talvez, uma demanda do tempo.

Recentemente, a Editora LavraPalavra publicou o interessante livro Lênin e a Religião, e li confrangida as cartas do autor ao meu admirado Maxim Gorki, desancando-o terrivelmente porque o escritor de A mãe havia feito uma reflexão sobre um conceito de Deus, ainda que de uma maneira longínqua de qualquer forma de fé.

Então, parece que há uma interdição cega, diria quase uma proibição da fé ateia ­– assim me permito dizer –, que impede que alguém que seja militante de esquerda se faça defensor de qualquer remota ideia de espiritualidade.

Mas e o socialismo cristão, que se enraíza desde as comunidades primitivas dos apóstolos, às ideias hussitas e à revolução de Thomas Müntzer? E o anarquismo cristão desde os quakers a Tolstoi? E a teologia da libertação de Boff e Frei Betto? E os espíritas que, antes mesmo da teologia da libertação, escreviam livros sobre socialismo, dialética e espiritismo, na França, no Brasil e na Argentina? (Há uma série dessas obras publicada na Editora Comenius.)

E a possiblidade de uma espiritualidade ateia, como propõe André Comte-Sponville? E um cristianismo ateu, como interpreta Ernst Bloch, entendendo aliás tanto o Velho, quanto o Novo Testamento como anúncios de um Reino, de uma esperança de transformação deste mundo e não a projeção de uma Reino além?

Só por essas citações, vê-se que o pensamento verdadeiramente dialético não se prende ao simplismo das posições extremadas e engessadas. Os contrários se tangenciam, podem se fazer sínteses dos opostos. E há interseções e conexões entre pensamentos, que podem ser enxergados superficialmente como incompatíveis.

Assim, nada impede que promovamos diálogos entre teorias de esquerda (sejam marxistas em suas diversas matizes, ou anarquistas, também em suas inúmeras manifestações) com valores religiosos. Aliás, quem de fato entende tais correntes, inseridas que são na própria história ocidental, com suas raízes judaico-cristãs, saberá que há mais coisas em comum entre Jesus e Marx e entre Proudhon e cristãos, do que imaginam nossas vãs filosofias. E isso escandaliza tanto certos religiosos quanto certos militantes de esquerda.

Ideias de igualdade, de anúncio de um Reino aqui mesmo, de fraternidade universal, de justiça para os pobres e libertação dos oprimidos têm ressonâncias bíblicas, apesar da religião ter sido usada em sentido contrário, com todo o seu cortejo de fanatismo, opressão e conservadorismo.

Quando se trata, entretanto, de uma conexão entre esquerda e espiritismo kardecista, então os ânimos se exaltam com maior furor, tanto da parte da direita espírita (que até agora tem sido hegemônica no movimento, mas isto está mudando), quanto da parte de quase todas as esquerdas. Isso porque o espiritismo enfrenta muito maiores preconceitos e rejeições que outras tradições. Essa reação apenas revela completa falta de conhecimento de Kardec e de todos os que se dedicaram e até hoje se empenham num pensamento crítico, inspirados por sua obra.

E logo, como um mantra, surgem as acusações de racismo em Kardec, como se meia dúzia de parágrafos infelizes, que repudiamos plenamente, mas próprios do contexto eurocêntrico da época – e que aliás estão também presentes em Marx, mas muito bem escondidos e quase nunca comentados – pudessem anular todas as suas proposições de emancipação humana, de abolição de preconceitos de cor e de classe (segundo suas próprias palavras) e de fraternidade entre pessoas e povos. Justamente, meu livro recém-lançado e com a primeira edição já esgotada em apenas alguns dias, Kardec para o século 21, prefaciado por Alysson Mascaro, se dedica a esses debates e outros.

Sim, não há só a possiblidade, como a necessidade de formularmos espiritualidades à esquerda, e esquerdas que se voltem para caminhos espirituais, porque precisamos mudar o mundo em todas as dimensões: econômica, política, educacional e… espiritual! Essa dimensão do ser humano não pode ser desprezada, mesmo porque não há como dialogar com o povo, com a secura de um materialismo agressivo em relação às religiões. Críticas aos seus abusos e desvios, sim, mas desqualificação completa de suas contribuições, de preferência não.

Não podemos esquecer das grandes e legítimas personalidades do passado e outras que atuam no presente, com exemplos de fraternidade, de busca de justiça e paz, e resistência às riquezas e exploração do próximo (é mais fácil um camelo passar no fundo de uma agulha, do que um rico entrar no Reino dos Céus – dizia Jesus)! Não podemos deixar de lado as grandes contribuições estéticas que seres humanos profundamente impregnados de espiritualidade deixaram para a história: das catedrais góticas às Cantatas de Bach; dos spirituals dos negros norte-americanos às poesias místicas das tradições judaicas, muçulmanas, hindus e cristãs…

Quem não faz gosto com nada disso, que se atenha à tradição antirreligiosa de uma esquerda que se constituiu assim, mas que não desqualifique os que fazem essas conexões e nem por isto são menos críticos e radicais na militância por mudar o mundo!

Dora Incontri – Graduada em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero. Mestre e doutora em História e Filosofia da Educação pela USP (Universidade de São Paulo). Pós-doutora em Filosofia da Educação pela USP. Coordenadora geral da Associação Brasileira de Pedagogia Espírita e do Pampédia Educação. Diretora da Editora Comenius. Coordena a Universidade Livre Pamédia. Mais de trinta livros publicados com o tema de educação, espiritualidade, filosofia e espiritismo, pela Editora Comenius, Ática, Scipione, entre outros.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

Espiritismo Progressista, por Jon Aizpúrua

 

Não há dúvida de que a noção de progresso, tanto na ordem espiritual quanto na material, permeia a totalidade dos textos básicos que deram origem ao Espiritismo, seja nos conceitos expressos por Allan Kardec ou nas mensagens transmitidas pelos Espíritos.



Do site Espiritismo com Kardec:

Espiritismo Progressista

Jon Aizpúrua

O termo progressista, é apropriado e oportuno, na carta de apresentação do Espiritismo ao nosso tempo, para figurar como proposta que satisfaz a exigência de combinar o progresso moral e o progresso material, com o cultivo de sentimentos e a educação do pensamento, a fim de promover uma espiritualidade livre e aberta combinada com uma racionalidade criativa e sem preconceitos.

Nestes primeiros anos do século XXI constata-se que em certos setores do movimento espírita internacional o termo “progressista” tem sido usado com notável frequência, adicionando este adjetivo ao Espiritismo. E registramos isso com especial complacência porque essa disposição sempre nos acompanhou em nossa forma de entender o perfil filosófico, sociológico e ético da doutrina kardecista.

Não há dúvida de que a noção de progresso, tanto na ordem espiritual quanto na material, permeia a totalidade dos textos básicos que deram origem ao Espiritismo, seja nos conceitos expressos por Allan Kardec ou nas mensagens transmitidas pelos Espíritos. A compreensão de Deus e do Universo, do Espírito e da matéria, da evolução geral, da vida e do ser humano, da formação das sociedades, bem como a confiança no progresso incessante, é o que dá sentido e significado à existência e à própria evolução, e ao inevitável impulso de alcançar estágios mais adiantados na conquista dos passos sucessivos e superiores, no caminho infinito de aperfeiçoamento.

A Lei do Progresso foi apresentada por Kardec em “O livro dos Espíritos” como uma das referências essenciais dentro do reino da evolução universal. Aplicado especificamente ao homem, afirma que ele progride sem cessar, sem qualquer possibilidade de retrocesso, e que a crença de que pode haver regressão é aparente, um erro de perspectiva, uma vez que observando-se o todo, sempre se constatam os avanços.

No desenvolvimento deste importante tema, Kardec considera essencial fazer a distinção entre o progresso intelectual e o progresso moral, reconhecendo que ambos dão apoio um ao outro, embora nem sempre marchem juntos, o que deve ser sempre levado em conta na avaliação das diversas formas adotadas pelos comportamentos dos indivíduos e das sociedades. Para o fundador do Espiritismo não havia nenhuma dúvida: sem negligenciar o elemento intelectual, o que dá o tom dos verdadeiros avanços é o componente moral, tanto que é ele que condiciona o escopo do progresso social da humanidade como um todo.

Não poderia, pois, um sistema de pensamento como o Espiritismo, que tem o progresso como uma de suas coordenadas determinantes, deixar de se identificar como uma opção progressista, uma qualificação construída etimologicamente a partir do termo progresso, que lhe serve como raiz e que denota, em um sentido geral, tudo o que avança ou que favorece o progresso.

Falar de Espiritismo progressista equivale dizer que o kardecismo se assume como uma concepção dinâmica, atual, avançada, aberta aos adiantamentos do conhecimento geral, disposta ao diálogo intercultural, sensível às necessidades materiais e espirituais dos seres humanos, e jamais como uma concepção estática, conservadora, imóvel, fatalista, mística, fechada na crença de ser ele o depositário de verdades completas ou definitivas, alienadas, portanto, da própria noção de progresso eterno.

Assim, o termo progressista, é apropriado e oportuno, na carta de apresentação do Espiritismo ao nosso tempo, para figurar como proposta que satisfaz a exigência de combinar o progresso moral e o progresso material, com o cultivo de sentimentos e a educação do pensamento, a fim de promover uma espiritualidade livre e aberta combinada com uma racionalidade criativa e sem preconceitos.

Um aviso, no entanto, é essencial. É conveniente dissociar o uso do vocábulo progressivo aplicado ao Espiritismo, de qualquer viés de natureza ideológica que possa gerar confusão, especialmente com o uso dado ao termo por certas correntes políticas ou partidárias contemporâneas, e que resulta comumente em manipulações sectárias e distorcidas. E isso deve ser muito claro. Em sua autêntica visão filosófica, sociológica e ética, o Espiritismo é progressivo porque sua razão de ser é alimentada por uma disposição natural para promover o progresso moral e intelectual dos indivíduos e da sociedade como um todo, animado pela convicção esperançosa e otimista de que o caminho evolutivo da espécie humana, impulsionado pela força transcendente do Espírito, aponta inexoravelmente para um mundo melhor, mais livre, justo, igualitário, fraterno e amoroso.

Um Espiritismo progressista corresponde plenamente ao que Kardec certa feita chamou de Espiritismo humanitário; ou ao Espiritismo dialético que Manuel Porteiro tanto defendeu; ele, igualmente, está em perfeita harmonia com a caracterização do laico, livre pensador, racional, humanista, plural, progressivo, – sem nunca esquecer de seu caráter genuinamente kardecista – que identifica parcelas amplas e variadas do movimento espírita contemporâneo, que podemos abrigar sob o guarda-chuva comum de um Espiritismo avançado ou Espiritismo de vanguarda.

Photo by Tyler Nix on Unsplash


sexta-feira, 1 de setembro de 2023

A propriedade privada e os meios de exclusão social no capitalismo selvagem: uma reflexão entre Marx e Kardec

 "A proposta socialista acerca da propriedade privada é sempre muito mal compreendida pelo vulgo. Além disso, a direita sempre buscou mal informar por interesse óbvio e mentir em relação a esse ponto importante (...)"

Do site Espíritas à esquerda:





Foto: Hermes Rivera / Unsplash
A proposta socialista acerca da propriedade privada é sempre muito mal compreendida pelo vulgo. Além disso, a direita sempre buscou mal informar por interesse óbvio e mentir em relação a esse ponto importante da superação do sistema capitalista de produção.

Um exemplo sobre essa confusão é a acusação feita amiúde aos movimentos sociais, mormente MTST e MST, de que lutam para tomar sua terra ou sua casa. Não, isso não é verdade!

Foto: Hermes Rivera / Unsplash
Quando Marx e Engels falam em expropriação da propriedade privada não se referem à sua casinha suburbana nem ao seu carro financiado em 60 vezes. Não! A propriedade privada a ser expropriada é a que se transforma em capital, ou seja, aquela que está ligada de forma direta ao sistema de produção capitalista. Resumindo, os meios de produção devem ser coletivos.

Portanto, o sistema socialista de produção não pretende coletivizar sua casa nem quer tomar seu moderno telefone celular. Esses bens não são meios de produção. O que o socialismo pretende tomar, isso sim, são os meios de produção do capitalista, ou seja, a fábrica, o banco, o latifúndio, o maquinário de produção etc., para que a produção econômica da sociedade seja coletiva, bem como seus resultados, pois é a produção capitalista que explora o trabalho e o impede de usufruir dos bens produzidos.

Por isso Marx diz que nove décimos da sociedade não têm acesso à propriedade privada, porque a imensa parcela da população não possui bens de produção, apenas bens de consumo.

E o espiritismo? Bem, quando na questão 882 de “O livro dos espíritos” Kardec fala sobre a legitimidade da propriedade, é da propriedade dos bens de consumo e não dos bens de produção que trata, porque fala em propriedade advinda do resultado do trabalho. E, adiante, na questão 884, conclui da seguinte forma: “Propriedade legítima só é a que foi adquirida sem prejuízo de outrem.”

Ora, mas o mecanismo de reprodução do capital por meio da posse dos bens de produção é justamente a acumulação de mais capital, portanto propriedade, com enorme prejuízo aos trabalhadores explorados em seus direitos e em sua dignidade, afora a questão econômica da mais-valia.

Dessa forma, fica claro que não há interdição nas propostas de Kardec acerca daquilo que se entende como expropriação da propriedade privada nas propostas socialistas. Muito pelo contrário, entende-se que há uma grande aproximação entre o que as duas linhas de pensamento propõem.

No mais, fica a reflexão final sobre o tema colocada na questão 885:

“885. Será ilimitado o direito de propriedade?

 É fora de dúvida que tudo o que legitimamente se adquire constitui uma propriedade. Mas, como havemos dito, a legislação dos homens, porque imperfeita, consagra muitos direitos convencionais, que a lei de justiça reprova. Essa a razão por que eles reformam suas leis, à medida que o progresso se efetua e que melhor compreendem a justiça. O que num século parece perfeito, afigura-se bárbaro no século seguinte.”

segunda-feira, 6 de junho de 2022

Aula virtual com Flávio RIcardo Vassoler: Se Deus é bom, de onde vem o mal? Santo Agostinho e Allan Kardec respondem

 

Do Canal de Flávio Ricardo Vassoler:

"Aula com Vassoler: Se Deus é bom, de onde vem o mal? Santo Agostinho e Allan Kardec respondem": o escritor e professor Flávio Ricardo Vassoler discorre sobre as respostas fornecidas pelo teólogo católico Agostinho de Hipona (354-430 d.C.) e pelo pedagogo francês Allan Kardec (1804-1869) a uma questão que transpassa a (e se confunde com a) história da filosofia: como pode haver o mal se Deus é bom?



quarta-feira, 30 de março de 2022

Aula com Vassoler: Diálogos (im) possíveis entre Dostoiévski e Allan Kardec

 

Do Canal de Flávio Ricardo Vassoler:



"Aula com Vassoler: Diálogos (im)possíveis entre Dostoiévski e Allan Kardec": na segunda, 08/02, às 18h20 (horário de Brasília), o escritor e professor Flávio Ricardo Vassoler discorrerá sobre (im)possíveis convergências entre as obras do escritor russo Fiódor Dostoiévski (1821-1881) e do pedagogo francês Hippolyte Léon Denizard Rivail (1804-1869), mais conhecido como Allan Kardec, o codificador da doutrina espírita. Referências bibliográficas mencionadas: 2:53 "Dostoiévski e a dialética: Fetichismo da forma, utopia como conteúdo" (Hedra, 2018), de Flávio Ricardo Vassoler: link para o livro (Amazon): https://amzn.to/2YQMt2X 12:44 "O processo", do escritor tcheco Franz Kafka: link para o livro (Amazon): https://amzn.to/3jutJPS 24:40 "Os irmãos Karamázov", do escritor russo Fiódor Dostoiévski: link para o livro (Amazon): https://amzn.to/2MF39b6 29:15 "A montanha mágica", do escritor alemão Thomas Mann: link para o livro (Amazon): https://amzn.to/3aSwRS2 30:19 "Infância", do escritor russo Liev Tolstói: link para o livro (Amazon): https://amzn.to/36VnOOS 32:46 "Arquipélago Gulag", do escritor russo Alexander Soljenítsin: link para o livro (Amazon): https://amzn.to/3cVAfOu 32:46 "Leitura de Vassoler: Arquipélago Gulag, de Alexander Soljenítsin": https://bit.ly/3juhJ0Z 33:15 "Diálogos com Soljenítsin", do cineasta russo Alexander Sokúrov: https://bit.ly/3jvO2MY 41:33 "O espírito de Dostoiévski", do teólogo russo Nikolai Berdiaiev: link para o livro (Amazon): https://amzn.to/3aGYrBu 41:39 "Orthodoxy (Theology and Faith", do teólogo russo Pável Edvdokimov: link para o livro (Amazon): https://amzn.to/3jxgXjM 41:43 "Crítica e profecia: a filosofia da religião em Dostoiévski", do teólogo e filósofo brasileiro Luiz Felipe Pondé: link para o livro (Amazon): https://amzn.to/36Vqufz 43:12 "Dostoevsky Studies", periódico da International Dostoevsky Society: https://bit.ly/3cQh9cF 44:52 "Os demônios", de Dostoiévski: link para o livro (Amazon): https://amzn.to/3cRKN0X 48:16 "O capital", do socialista alemão Karl Marx: link para o livro (Amazon): https://amzn.to/3aN3FeX 48:24 "Diário de um escritor", de Dostoiévski: link para o livro (Amazon): https://amzn.to/3p273Ys 49:34 NEUHÄUSER, Rudolph. The Dream of a Ridiculous Man: Topicality as a Literary Device. In: Dostoevsky Studies. New Series. Volume 1, Number 2. Sem menção a lugar. Charles Schlacks, Jr., Publisher, 1993, pp. 175-190. 49:46 "O sonho de um homem ridículo", de Dostoiévski: link para o livro (Amazon): https://amzn.to/3q1ANpG 52:47 "O céu e o inferno", do pedagogo francês e codificador do espiritismo Allan Kardec: link para o livro (Amazon): https://amzn.to/3p3RTCb 52:51 "Leitura de Vassoler: O céu e o inferno, de Allan Kardec": https://bit.ly/3jxI4uR 52:59 "Resenha de Vassoler: O livro dos espíritos, de Allan Kardec": https://bit.ly/3aHNBv0 52:59 "O livro dos espíritos", de Allan Kardec: link para o livro (Amazon): https://amzn.to/2Lwcd1a 54:28 "Aula com Vassoler: Se Deus não existe, tudo é permitido?": https://bit.ly/2N6xNdh 58:50 "Papillon", filme do diretor dinamarquês Michael Noer: link para o DVD do filme (Amazon): https://amzn.to/3p4gq9Y 1:03:14 "A divina comédia", do poeta italiano Dante Alighieri: link para o livro (Amazon): https://amzn.to/3cTBayN 1:05:20 "Fenomenologia do espírito", do filósofo alemão Georg Hegel: link para o livro (Amazon): https://amzn.to/3p05lqr 1:11:47 Núcleo de Pesquisas em Espiritualidade e Saúde (Nupes) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF): https://www.ufjf.br/nupes/ 1:14:08 "Semelhanças entre sonhos e a experiência com ayahuasca": palestra ministrada pelo neurocientista brasileiro Sidarta Ribeiro: https://bit.ly/3jwohMs 1:16:57 "Aula com Vassoler: Afinal, quais são as origens do mal?": https://bit.ly/2Z0ouhI 1:21:04 "Crime e castigo", de Dostoiévski: link para o livro (Amazon): https://amzn.to/36S49iD 1:21:11 "Memórias do subsolo", de Dostoiévski: link para o livro (Amazon): https://amzn.to/3juLuyw 1:29:15 "Iranian mother who spared her son's killer: 'Vengeance has left my heart'" (reportagem publicada pelo jornal "The Guardian" em 25/04/14): https://bit.ly/2LDGg7m Acompanhem-me nas redes sociais: YouTube - Flávio Ricardo Vassoler: https://www.youtube.com/c/FlávioRicar... Facebook: https://www.facebook.com/flavioricard... Instagram: https://www.instagram.com/flavioricar... Twitter: https://twitter.com/FRVassoler81 Links a partir do site da Amazon para você adquirir as obras de Flávio Ricardo Vassoler: (i) "O evangelho segundo talião" (nVersos, 2013): https://amzn.to/3bdbOZX (ii) "Tiro de misericórdia" (nVersos, 2014): https://amzn.to/2ERmQYC (iii) "Dostoiévski e a dialética: Fetichismo da forma, utopia como conteúdo" (Hedra, 2018): https://amzn.to/2YQMt2X (iv) "Diário de um escritor na Rússia" (Hedra, 2019): https://amzn.to/31JBlac