Da Band News FM:
Do Portal do José:
15 /09/23 - FECHANDO MAIS UMA SEMANA, CONSTATAMOS QUE O EXÉRCITO DE CRIMINOSOS E INSANOS ESTÁ EM ATIVIDADE MÁXIMA. STF TERÁ GRANDE TRABALHO PELA FRENTE. Governo Lula tem aprovação boa, mas a reprovação não é confortável Muita coisa há que se fazer. SIGAMOS.
Vídeo 01: Começou! STF julga bolsonaristas! A moça, Heleno, o amigo desonesto e a picanha!
13/09/23 - MUITA COISA ACONTECENDO. FILA ANDA NO STF! NO BRASIL temos hoje um conjunto de personagens que viraram fiscais de comportamentos d e Janja e do Presidente. Esqueceram o que tivemos antes? SIGAMOS
13/09/23 - CONDENAÇÃO DE RÉU PELO STF ACENDE ALERTA GERAL NA FILA PARA A PAPUDA E COLMEIA. BOLSONARO TREME NO HOSPITAL. ADVOGADO BOLSONARISTA E GOLPISTA DE RÉU VAI VIRAR RÉU SIGAMOS!
Vídeo do Blog da Cidadania, citando O Globo:
Abin detectou que grupos neonazistas se acumpliciaram com movimentos bolsonaristas de contestação dos resultados das eleições de 2022
Do Portal do José:
SEGUNDA COMEÇA COM notícias que vem da Caserna. Bolsonaro ainda pode ser considerado honesto por alguém nos quarteis? Furtar é um crime previsto no código Penal Militar (Art 240). Mesmo aquilo que chamamos de FURTO DE USO também é crime no CPM. Não adianta devolver. Isto posto, quem viria a público para defender um ex capitão ladrão? Sumiram todos! Mas nós não esquecemos. Zanin foi um erro de Lula ou é apenas um sintoma de que a democracia ainda precisa ser mais exercitada pelos setores de esquerda? debates sempre podem elucidar questões e evitar problemas. Sigamos.
Do site Espíritas à Esquerda, publicado originalmente em janeiro de 2023:
Marcelo Camargo / Agência Brasil
O EàE, veementemente, vem-se manifestar ao público espírita contra os atos criminosos ocorridos em Brasília, no dia 8 de janeiro de 2023, perpetrados por seguidores e apoiadores do ex-presidente da República.
Os criminosos, vândalos e terroristas atuam para tentar reverter o resultado eleitoral legítimo, que escolheu Luiz Inácio Lula da Silva como novo presidente da República.
Manifestações de pessoas e grupos são garantidas pela Constituição da República, mas não há absolutamente nada que possa justificar atos de vandalismo e depredação de patrimônio público e de violência contra servidores, trabalhadores da imprensa e o povo em geral.
É importante denunciar, como o EàE tem feito de forma contínua nas suas redes sociais, a trágica participação de lideranças autodenominadas espíritas nesses eventos, seja na forma presencial ou virtual, divulgando, apoiando e financiando esse tipo de ação criminosa.
Isso não é mais uma questão meramente ideológica ou de preferência político-eleitoral, isso é uma associação indevida das propostas espíritas de amor e fraternidade ao crime e ao terrorismo. E esses dirigentes, médiuns, oradores, artistas e escritores espíritas devem ser repudiados e denunciados por todos aqueles que se sentem tocados pela beleza e profundidade da mensagem espírita.
O movimento espírita não pode mais dar espaço em suas instituições e eventos presenciais ou virtuais a essa gente que manchou o espiritismo de forma tão grotesca. E o EàE continuará a denunciá-la, incluindo aqueles que dão espaço a essa estranha gente espírita que escolheu o caminho do crime, da violência e do ódio.
Do Jornal GGN:
Resultado de investigação deve contrapor apuração do Exército; omissão incluiria acampamento montado em frente a quartéis


Investigação conduzida pela Polícia Federal deve contradizer um cenário oposto ao mostrado pelo Exército quanto à participação de militares nos atos antidemocráticos ocorridos em 08 de janeiro.
Segundo policiais ouvidos pelo jornal Folha de São Paulo, a investigação considera o contexto de 2022, como a manutenção dos acampamentos de bolsonaristas em frente a diversos quartéis pelo Brasil.
O envolvimento não estaria restrito apenas à invasão da Praça dos Três Poderes, uma vez que a apuração revela inclusive a atuação de representantes das Forças Armadas na omissão em torno do acampamento montado em frente ao quartel-general do Exército, em Brasília, logo após as eleições.
As autoridades também citam mensagens encontradas no celular do tenente-coronel Mauro Cid, ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, que discutiam o uso das Forças Armadas contra o resultado das eleições presidenciais, vencidas por Luiz Inácio Lula da Silva.
Tal apuração irá se contrapor a investigação conduzida pelo próprio Exército, que não só livrou as tropas da culpa como apontou “indícios de responsabilidade” por parte da Secretaria de Segurança e Coordenação Presidencial do GSI (Gabinete de Segurança Institucional).
Do Portal do José:
06/08/23- NOVIDADES NADA CELESTIAIS. JUSTIÇA ELEITORAL detecta grana de Bolsonaro para Silas malafaia no sete de setembro antes das eleições. Está chegando a hora. Sigamos
Do Portal do José:
30/07/23 - Quanto vale a dignidade humana? Há preço para algo que para a maioria das pessoas é algo inegociável? Na política chegam alguns que não sabem o significado de ética e moral. O exemplo mais dantesco chegou até o poder em nosso país. Hora de jogarmos luzes sobre essas trevas! Sigamos.
Do UOL:
Jair Bolsonaro (PL) recebeu R$ 17,1 milhões em suas contas por meio de transferências bancárias realizadas por Pix entre os dias 1º de janeiro e 4 de julho deste ano. A informação foi registrada em relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que também apontou que esse valor foi movimentado através de 769 mil transações feitas para a conta do ex-presidente. No UOL News, o colunista Josias de Souza comenta o assunto.
Do Portal do José:
A REVELAÇÃO DA GRANA SUSPEITA NAS CONTAS DE BOLSONARO E CID DAS ARÁBIAS NOS ALERTA PARA MUITAS COISAS. SIGAMOS.
Do Portal do José:
17/07/23 - O INACREDITÁVEL ACONTECEU NESTE FINAL DE SEMANA. Desta vez foi Michelle que apelou para o grotesco numa cena inimaginável. Isso nos dá um grande alivio por outro lado: nos livramos dessa gente no poder. Sigamos
A elite econômica que sustenta o fascismo bolsonarista e o golpismo continua agindo porque se sente fora do alcance do sistema de Justiça

A resposta mais óbvia e mais preguiçosa sobre o porquê das agressões a Alexandre de Moraes é esta: atacam o ministro que mais desafia e afronta o fascismo e veste a toga com uma bravura que nenhum outro colega do sistema de Justiça tem.
É uma resposta correta, mas é incompleta. Alexandre de Moraes é o preferido porque o núcleo do ativismo de extrema direita da elite brasileira está intacto e impune e assim se sente à vontade para atacar quem mais teme.
O núcleo com poder econômico está inteiro, talvez mais do que a base com poder político institucional, seja por liderança em partidos ou representação em cargos públicos executivos e legislativos.
É o núcleo ao qual pertence, num dos seus muitos subgrupos, a família que agrediu Moraes em Roma. É o mesmo núcleo que vem sendo investigado por suas ações desde 2018, ainda na campanha que elegeu Bolsonaro.
O mesmo núcleo com o poder do dinheiro que, a partir de abril de 2019, foi incluído no vasto inquérito que nasce como investigação das fake news e é hoje uma Kombi com milícias digitais, incitadores e patrocinadores de atos antidemocráticos e tudo o que genericamente se chama de gabinete do ódio.
Esse núcleo com poder econômico, que financia e sustenta o extremismo em cidades médias e pequenas, não aparecia nos acampamentos, não invadiu Brasília e não corre o risco de chegar perto da Papuda, porque não há flagrantes e não deixa rastros como os deixados pelos manezinhos amadores.
Alexandre de Moraes interditou, para investigações, uma amostra desse núcleo golpista endinheirado ao determinar, em agosto do ano passado, que oito tios do zap fossem afastados das redes sociais.
Os tios foram acusados de conspirar contra a eleição e defender o golpe. Tiveram celulares apreendidos (quais celulares dos muitos que usam?), retiraram-se do ativismo e acabaram ganhando um habeas.
A decisão de Moraes retirou essa elite extremista do campo de jogo e empurrou manés de nível intermediário para a luta.
Esse e outros subgrupos de bolsonaristas ricos tem um escudo que funciona até em decisões da Justiça. São geradores de renda e emprego e sustentam redes de fornecedores.
Cidades inteiras dependem deles. São empreendedores que protegem seu ativismo extremista e golpista no próprio empreendedorismo.
E aí a Justiça não entra, às vezes nem quando o crime é o de sonegação pesada. Prevalece a imposição do dinheiro dos sonegadores graúdos. Riquezas também financiam a impunidade.
Trabalham para essa mesma base poderosa e bem de grana os que cercaram o ministro Luis Roberto Barroso em novembro do ano passado, depois da eleição, em Porto Belo (SC), e o expulsaram da cidade com a família às 4h da madrugada.
São dessa mesma base empresarial extremista os que, em maio do ano passado, mandaram dizer ao ministro Luiz Fux que ele não seria bem recebido em Bento Gonçalves (RS) para uma palestra no Centro de Indústria e Comércio.
Os empresários que promoviam o encontro anunciaram publicamente que não havia como garantir a segurança do ministro, e o faroeste venceu.
Fux era o presidente do SFT e não iria falar de escravismo na região da Serra gaúcha, mas de Risco Brasil e Segurança Jurídica. Sem segurança assegurada, desistiu da viagem.
São da mesma base fascista de classe média ou com algum poder econômico, e sem medo do sistema de Justiça, os que já agrediram os ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes.
A base rica do fascismo, que financia, organiza, dissemina e trabalha pelo golpe de forma permanente, é a incitadora da base de maioria pobre das manezinhas e dos manezinhos presos em Brasília.
Os endinheirados se dedicam agora à manutenção da estrutura bolsonarista, mesmo fora do poder, e continuarão ativos enquanto estiverem impunes.
O ministro Bruno Dantas, presidente do TCU, fez a lista de verbos das ações visíveis dessa gente, ao falar da agressão a Moraes.
“Importunar, assediar, agredir verbal ou fisicamente um servidor público em razão do trabalho que realiza é intolerável”, escreveu Dantas.
E acrescentou o lamento que se repete diante do fracasso dos que tentam enquadrar os agressores:
“Lamentavelmente, a legislação brasileira ainda não pune com o rigor necessário os selvagens que praticam esse tipo de crime”.
Faltou, na lista de verbos do ministro, o mais usado desde o ataque a Moraes em Roma: hostilizar.
Os ativistas de extrema direita hostilizam, importunam, assediam e agridem verbalmente porque outras ações, conjugadas por outros verbos, os mantêm longe do alcance do Ministério Público e do Judiciário.
A elite econômica que sustentou o bolsonarismo desde 2018 está viva e ativa e mantém a arrogância dos impunes, ao lado dos militares, porque até agora não há ao menos um manezão golpista, um só, na lista de manés presos. Nem indiciados.
Há um coronel encarcerado, mas não há um manezão. O manezão financiador da violência, da mentira e do ódio está certo de que não conseguem provas contra ele.
O manezão poderoso sabe que hostilizar, importunar, assediar e agredir verbalmente são apenas verbos no infinitivo. Só isso.
O sistema de Justiça terá de mostrar que tem provas contra o fascismo com dinheiro, ou tudo o que foi feito desde abril de 2019 terá uma única serventia: fortalecer a violência bolsonarista impune porque protegida pelo poder econômico.
Do Portal do José:
16/07/23 - PESSOAS NASCEM COM LIMITAÇÕES OU ADQUIREM A BURRICE? Atacar autoridades não é uma coisa razoável a se fazer em qualquer lugar do mundo. Atacar Xandão pode ser ainda muito pior. Analisarei. Sigamos.
Do Canal de Bob Fernandes:
"Na noite daquele domingo o Exército não permitiu que a PM fizesse prisões no acampamento.
"Segundo N publicações, sem desmentidos, para que uns 600 familiares de militares pudessem escafeder-se.
"Também sem desmentido, até porque filmes e fotos são difíceis de desmentir, Maria Aparecida, Dona Cida, mulher do general Villas Bôas, visitou o QG de golpistas."
GOLPE, O ENSAIO: OU EXÉRCITO NÃO DETECTOU CRIMINOSOS ACAMPADOS COM GOLPISTAS DIANTE DE QUARTÉIS OU…
Wellington Macedo de Souza, 47 anos, seguia foragido neste início de semana.
Wellington é um dos milhares que tocaram o terror contra os Três Poderes em Brasília.
No final de semana do 8 de janeiro Wellington esteve no acampamento.
Acampamento em frente ao QG do Exército na capital.
Acampamento que lá permaneceu por mais de dois meses.
Até pouco antes Wellington usava tornozeleira eletrônica.
Que arrancou e jogou fora.
Ele cumpria prisão domiciliar por incentivo a atos antidemocráticos.
Inclusive naquele 7 de setembro de 2021.
Antes, Wellington trabalhou no ministério da Damares. Aquela que viu Jesus na goiabeira.
Wellington, dito blogueiro, piolho de redes sociais, tem contra si dezenas de investigações.
A penúltima, por ser um dos três golpistas acusados de tentar explodir um caminhão em Brasília.
Caminhão com 60 mil litros de querosene. E uma bomba cuja detonação supostamente falhou depois de ativada.
Bomba essa que seria detonada às vésperas do Natal para impedir a posse de Lula.
Pois esse mesmo Wellington esteve no acampamento diante do Quartel General do Exército.
A 300 metros de onde opera a Inteligência do Exército.
Diante do QG do Exército, relatou o Fantástico no domingo, estiveram ao menos 23 homens e mulheres investigados ou acusados por crimes.
Um deles, Antônio Geovane, acusado, ou suspeito, de assassinato.
Outra, aquela senhora que defecou no Supremo. Ela já cumpriu três anos de cadeia por tráfico de crack.
É a senhora Maria de Fátima, de Santa Catarina. Portanto, triplamente Santa. Ainda foragida.
Enésimo exemplar de cidadão, cidadã de bem, cristã e defensora da família, moral e bons costumes.
Wellington. Se a detonação próxima ao aeroporto de Brasília tramada por ele e cúmplices não tivesse falhado, a mistura de bomba e 60 mil litros de querosene faria vítimas. E não poucas.
E Wellington, com tornozeleira, frequentou o acampamento nas barbas da Inteligência do Exército.
Anna Reis é produtora da Globo. Ela se infiltrou no acampamento de golpistas no QG.
Fotografou, registrou, filmou.
Mas a Inteligência do Exército não conseguiu detectar criminosos como Wellington à sua porta.
Conclusões possíveis: ou a Inteligência do Exército não tem inteligência, ou tem a certeza de que todos somos burros. Estúpidos.
Ou ainda. Embutida em uma porção da Inteligência do Exército estaria a real Inteligência da Operação.
Na noite daquele domingo o Exército não permitiu que a PM fizesse prisões no acampamento.
Segundo N publicações, sem desmentidos, para que uns 600 familiares de militares pudessem escafeder-se.
Também sem desmentido, até porque filmes e fotos são difíceis de desmentir, Maria Aparecida, Dona Cida, mulher do general Villas Bôas, visitou o QG de golpistas.
Ex-comandante quando seu Alto Comando avalizou pressão sobre o Supremo Tribunal Federal para prender Lula em 2018, Villas Bôas, quando Comandante, criou algo chamado “Família Militar”.
Algo que, na prática, permitiu a militares, inativos ou não, e suas famílias, a participarem. Desde convescotes às reuniões golpistas nas portas dos quartéis.
Quando não dentro. O governo do Amazonas informa. O Comando Militar da Amazônia, em Manaus, não apenas cedeu seu prédio como depósito.
Lá manifestantes guardavam seus pertences. Segundo Carlos Madeiro, no UOL, além de abrigar pertences, o Comando recebeu individualmente os golpistas.
Relatos, fotos e filmes abundam. Expressão essa, adequada nos casos.
Um autodesignado coronel do exército filmado tentando impedir prisões dentro do Palácio do Planalto.
Outro Coronel, este da reserva: Adriano Camargo Testoni.
Aquele que, esposa ao lado, não gostando da ingestão de gases – pimenta e lacrimogêneo – babando ódio, ofendeu até a última geração de companheiros e seus superiores da caserna.
- Bando de generais filhos da puta!
Note-se que, ao ofender, ia entregando nomes. Dando a impressão de por eles se sentir traído.
O coronel e Senhora não estavam na Esplanada a passeio, uma vez que ali ocorriam atos de terror.
Ali um mix de massa de manobra e gente de Inteligência anunciava a queda dos Poderes.
Um ensaio ou uma encenação de um golpe. Porque um exército, quando quer dar golpe, dá.
E o Coronel Testoni foi indiciado por… injúria.
Caso enviado ao ministério público… militar. Militares julgam a si mesmos.
Outro. Capitão da Marinha Vilmar José Fortuna. Ele e também senhora presentes ao convescote golpista.
Lotado no Ministério da Defesa, foi demitido. Mas segue na reserva da Marinha.
Por que Fortuna faltaria ao convescote golpista?
Afinal, seu ex-ministro, Almirante Almir Garnier, em protesto contra a eleição de Lula, se recusou a dar posse ao seu sucessor no Comando da Marinha.
Como e por que militares inativos ou na ativa faltariam à encenação golpista com terror?
Ex-comandante da PM do DF, o coronel Fábio Augusto Vieira disse ao Washington Post. O Exército defendeu a manutenção dos acampamentos golpistas em Brasília.
E por todo o país, é óbvio.
Do terror golpista pra cá, tendo as mídias como cenário, um espetáculo de luz e sombras.
Generais e que tais, reais ou supostos, falam ocultando nomes e rostos.
As famosas fontes em off.
Um diz que Lula perdeu “capital político” ao dizer que militares foram parte do ensaio golpista.
Nas sombras, mexem as peças no tabuleiro.
Enquanto Lula e governo se obrigam a responder às claras, publicamente.
Militares da Casta algo perplexos. Porque erros foram cometidos.
Um erro foi atacar os Três Poderes e não só um, o do Palácio do Planalto.
O ataque restrito ao Palácio isolaria o governo de Lula.
Que errou ao indicar o que queriam os militares para o Ministério da Defesa.
Um político que, por consequência, mantivesse para além dos quartéis a importância, a elevada dimensão política buscada pelos militares.
Se atacado só o Palácio, Lula teria que buscar apoio do Judiciário e do Congresso.
Outro erro foi subestimar a capacidade política do jogador Lula.
Sabendo e confiando na inexistência de um Sistema de Inteligência eficaz e preparado no novo governo, o erro da blitz total, contra os Três Poderes.
Lula não tinha e não tem armas e armados.
Mas, na noite seguinte ao golpe, reuniu governadores no Palácio.
E arrastou os Poderes na caminhada noturna entre palácios e a reunião no STF depredado na véspera.
93% da população condenaram os ataques, constatou o DataFolha.
Com capital político acumulado no contragolpe à encenação, com imagens e fatos, Lula rompeu o lacre do silêncio.
Silêncio sobre o escancarado golpismo militar que se arrasta há anos.
Silêncio com reprodução dos fatos sem expor devidamente e diretamente a paternidade.
Silêncio que há anos perdurava em grande parte das mídias.
Não se ouvia, não se lia o óbvio sobre a responsabilidade política, moral, e não apenas da Casta militar nesta encenação, neste ensaio golpista.
Uma forma de manter a negociação. E assim sempre a Tutela.
Em grande parte das mídias, mera reprodução dos fatos sem expor a paternidade, a responsabilidade dos operadores nas sombras: os militares.
Lula começou a dizer com todas as palavras.
E Lula ainda diria:
- As Forças Armadas não são poder moderador, como pensam que são.
E desde então se lê, se ouve e se vê o que até os cadarços dos coturnos já sabiam. Há anos.
Sobre como uma Casta do Exército, das Forças Armadas – as oficiais e auxiliares como as PMs – são, uns, e se sentem, outros, O Poder. Os tutores do Poder.
O que buscam mesmo é a secular Tutela.
A historiadores, ou arqueólogos, bastará ir ao Twitter, às manchetes e notas oficiais para ver, ler a ruma de ameaças e mesmo exposição solar de desejos golpistas dessa Casta Militar.
É só buscar. Generais e que tais. Matraquear golpista incessante desde o final da Comissão da Verdade.
Que elencou militares acusados de sequestro, tortura e/ou assassinatos durante a última das ditaduras militares brasileiras.
Não por acaso, em sua fuga para os EUA, Bolsonaro levou o Coronel Marcelo Ustra.
Primo do torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra. Sempre homenageado, saudado por Jair e pares.
(Hamilton Mourão em vídeo)
- Heróis matam.
Heróis matam, torturando e enfiando ratos na vagina de presas?
Heróis, como Mandela, De Gaulle ou Marighella, matam ou comandam quem mata numa guerra.
Ou enfrentando ditaduras, como as últimas do Brasil, Argentina, Chile.
Porque ditaduras, sejam quais e onde forem, são regimes ilegais.
Se torturam e matam em nome de um Estado ilegal, não são heróis. São criminosos.
Ustra comandava tortura e mandava filhos de presas e presos assistirem.
Esse é o herói deste grande pensador, Mourão.
General e destacado representante do exército brasileiro.
O mais graúdo preso até esta terça-feira é Anderson Torres.
Delegado e ex-diretor da Polícia Federal da família Bolsonaro.
E afastado da SSP do DF depois do ensaio golpista.
Na sua casa, encontrada a tal minuta para instalação de um Estado de Defesa.
Fosse qual fosse a intenção embutida naquele documento, pra valer ou pra intimidar quando exposto, é claríssimo o que significaria Estado de Defesa neste caso.
Outra grotesca, ridícula e criminosa ditadura militar.
Durante o ensaio golpista, tentaram empurrar em Lula a assinatura de uma GLO.
Garantia da Lei e da Ordem.
Na prática, entregar o comando às Forças Armadas.
Lula respondeu: “Não assino isso”.
Optou pela Intervenção Civil no DF.
O governo tem outro sério problema. Montar rapidamente comunicação moderna e eficaz.
Durante a campanha conseguiu até virar o jogo nas redes sociais.
Mas provas de 100 metros são diferentes de maratonas. Na tática e na estratégia.
Se a midiona tivesse a lucidez e uma grandeza real, entenderia. Estão quase todos falidos ou a caminho de falir.
Exceções são a Globo, que tem mais de 12 bilhões em caixa, e a Record, que vive dos fundos dos fiéis.
Os grandes adversários do negócio Mídias são multinacionais, as chamadas Big Techs.
Amazon, Google/YouTube, Twitter, Netflix etc e os Telegram e WhatsApp da vida.
Europeus e mesmo EUA já trabalham para regulamentar esse incomensurável poder.
Os donos da Verdade no mundo.
Um mínimo de juízo, e a midiona aceitaria a modernização do setor necessária no e ao Brasil.
E com o peso do governo se juntaria aos que, no mundo, já trabalham para romper esse ciclo que cada vez mais alimenta a distopia. O caos.
Sendo quem são, somados aos chefes e chefetes políticos, pastores, pastoras e bispos sendo donos de Mídias em concessões que pertencem ao Estado, e Estado dito laico, é evidente que tal aliança para modernizar, soa a sonho de noites de verão.
Soa a utopia. Como segue sendo utopia o desejar que a Casta Militar volte de vez para os quartéis.
Que deixe de fingir, por exemplo, desconhecer por que indevidos 413 sigilos de 100 anos entre os 1.108 sigilos de um século, impostos pelo governo que eles, da Casta Militar, tutelaram.
Que deixem maus hábitos e formação próprios dos séculos 19 ou 20 e, enfim, cheguem ao século 21.
Utopia…