Os vídeos à seguir são do canal Mídia Alternativa sobre a violência do governo Beto Richa, PSDB, contra as famílias da Cidade de Pinhão, Paraná:
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domingo, 7 de janeiro de 2018
domingo, 31 de julho de 2016
A atriz e lúcida cidadã Letícia Sabatella é agredida por fascistas pró-golpe em Curitiba, terra de Moro, Richa e Dias....
Curitiba é cada vez mais reconhecida como terra da extrema-direta. Lá impera Sérgio Moro e o governador espancador de professores Beto Richa. Neste dia de manifestações contra o golpista Michel Temer, a atriz Letícia Sabatella foi agredida por histéricos que a chamaram de "p...", "comunista" coisas assim, além de tentarem agredir a atriz fisicamente... Um dos mais histriônicos já foi identificado, chama-se Gustavo Abbage, filho de Nicolau Elias Abbage, que foi presidente do Banestado, banco que desviou bilhões de dólares para a conta de tucanos e cujo escândalo foi devidamente abafado por... Sérgio Moro! Falta ainda identificar algumas mulheres esquizóides que acompanhavam Abbage - umaoutra que usava bandana e gritava "Vagabunda" todo o tempo foi identificada por pessoas da internet como sendo uma socialite superficial (fotos dos agressores abaixo do texto).
Fica ai o exemplo da insanidade cultivado por bandidos e a Globo agora entronizada no Estado de Exceção golpista que vivemos e que o mundo inteiro já sabe.... Carlos Antonio Fragoso Guimarães
Vejam a reportagem extraída do site Paraná Online:
Atriz Letícia Sabatella "erra" local de protesto e é hostilizada por manifestantes
| Atriz saiu escoltada do protesto "errado". Foto: Colaboração / Jorge Prado |
A atriz Letícia Sabatella, que tem se posicionado contra o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, foi hostilizada nos arredores da Santos Andrade. Ela mora próximo ao teatro Guaíra e estaria no local por engano. Ao pedir informações sobre o outro protesto, a favor da permanência da chefe do Executivo nacional, ela se deparou com um grupo que defende a intervenção militar. A artista foi ofendida com palavrões, mas em vez de reagir, filmou tudo. "É um comportamento antidemocrático", definiu.
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Albert Einstein, já em seu tempo, reconhecia a perniciosidade fascista de ideias como as da "Escola sem partido"... Veja o Vídeo
Um dos maiores gênios científicos de todos os tempos e grande pensador humanista, Albert Einstein (1879-1955) conhecia bem os males do fascismo. Foi perseguido pelos nazistas, o que o levou a morar nos Estados Unidos. Mas mesmo neste país teve de se posicionar contra posturas igualmente fascistas, a começar pela perseguição Macartista a seus colegas físicos, quase sempre socialistas e comunistas. Veja o que Einstein falou sobre a manipulação da Educação - como pretendem hoje fazer os políticos golpistas brasileiros na imbecil tentativa da Escola sem Partidos e na perseguição que tipos como Richa, Alckmin e outros fazem a professores -, como arma de alienação e de fechamento de perspectivas críticas, neste vídeo histórico. - Carlos Antonio Fragoso Guimarães.
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sábado, 26 de dezembro de 2015
O que você não verá na Globo: O governador do Paraná, Beto Richa, PSDB, além de demitir 30 mil professores nas vésperas do Natal fecha a Universidade Estadual do Paraná
Ele demitiu 30 mil professores de escolas públicas no dia 21 de dezembro (leia o artigo "Coração de Pedra: Richa demite 30 mil professores na véspera do Natal", clicando aqui). Já tinha espancado a categoria no começo do ano, mas achou que tudo isso ainda era muito pouco.... A próxima grande vítima da educação de Richa, você verá no artigo abaixo:
Beto Richa dá calote que fecha campus da Universidade Estadual do Paraná
Texto de Esmael Morais
Os calotes aplicados pelo governador Beto Richa (PSDB) não são nenhuma novidade. São fornecedores, servidores, aluguéis, gasolina para viaturas, e todo tipo de serviço ou mercadoria que se possa imaginar. O tucano não vacila em cortar pagamentos e atrasar repasses.
Desta vez aconteceu com a Faculdade de Artes do Paraná (FAP) que faz parte da Unespar (Universidade Estadual do Paraná), em Curitiba. Devido a atrasos de repasses para duas empresas prestadoras de serviço terceirizadas, uma de limpeza e segurança, outra de informática, som e iluminação.
Sem condições de funcionar sem esses serviços, o Conselho de Campus decidiu interromper as atividades acadêmicas até que a situação seja regularizada. A Faculdade oferece nove cursos de graduação e três de pós-graduação com cerca de mil estudantes.
Agora, os estudantes que já estavam com o ano letivo atrasado devido a greve no primeiro semestre ficaram sem saber quando e se irão concluir suas atividades de 2015.
Leia a seguir o comunicado emitido pela instituição:
Carta aberta à comunidade acadêmica sobre a paralisação das atividades acadêmicas do Campus de Curitiba II da Unespar.
Curitiba, 09 de dezembro de 2015.
CARTA ABERTA À COMUNIDADE
Após considerar os seguintes fatos:
1) Que a partir da data de hoje, 09 de dezembro de 2015, a empresa terceirizada TECNOLIMP SERVIÇOS LTDA., responsável pelos serviços de limpeza e portaria da instituição, paralisou completamente a prestação dos referidos serviços no campus Curitiba II (FAP) da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), alegando atraso em pagamentos devidos pelo campus;
2) Que a partir da data de hoje, 09 de dezembro de 2015, os funcionários da empresa terceirizada HLP COMUNICAÇÃO E CULTURA LTDA. – ME, responsáveis pelos serviços de técnica de informática, técnica de som e luz do TELAB (Teatro Laboratório da FAP), técnica de cinema, entre outros, paralisaram suas atividades alegando atraso no pagamento de seus proventos;
3) Que as referidas paralisações decorrem de problemas recorrentes, pois os repasses de custeio da SEFA – Secretaria da Fazenda já vêm sendo atrasados e contingenciados durante o ano de 2015;
4) Que a Direção de Campus já tomou as atitudes cabíveis para comunicar as instâncias superiores de que a paralisação destes serviços era iminente;
5) Que a limpeza, o controle de ingresso (portaria) e o controle, operação e manutenção dos equipamentos técnicos da instituição são serviços essenciais e sua paralisação inviabiliza completamente o funcionamento das atividades acadêmicas do campus;
O Conselho de Campus da Unespar Curitiba campus II (FAP) delibera pela suspensão, por tempo indeterminado, de todas as atividades acadêmicas do campus, até o restabelecimento de todos os serviços terceirizados que estão paralisados.
O Conselho entende que tais problemas decorrem, em primeiro lugar, de um processo de estrangulamento do custeio da universidade, em que as demandas da instituição não estão sendo atendidas. Em segundo lugar, entendemos que grande parte dos serviços prestados pelos colaboradores terceirizados demandam habilidades e conhecimentos técnicos específicos. A terceirização destes serviços sempre resulta em precarização das atividades e, em última instância, apenas a contratação de funcionários de carreira daria a estas funções a eficiência, a continuidade e a segurança que o ensino superior de qualidade exige.
Conselho do Campus de Curitiba II (FAP)
Universidade Estadual do Paraná – Unespar
Com informações da Unespar.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
O partido elitista, o PSDB, mostra novamente toda a sua maldade na questão da Educação: Depois de espancar professores no começo do ano, Beto Richa demite 30 mil docentes na véspera de Natal, enquanto seu confrade Alckimin tem seu nome levado à OEA por ter espancando alunos da rede pública
Coração de pedra, Richa demite 30 mil professores na véspera do Natal

Com a demissão de 30 mil professores contratados em regime PSS, na véspera do Natal, o governador Beto Richa (PSDB) completou o massacre de professores iniciado no dia 29 de abril.
texto de Esmael Morais
O governador Beto Richa (PSDB) anunciou nesta segunda-feira (21) a demissão de 30 mil professores contratados no regime PSSs.
O presente na véspera de Natal deixa desempregada ao mesmo um terço da força de trabalho no magistério paranaense.
A demissão em massa poderá gerar confusão no sistema de ensino do estado, pois, em virtude da greve, o ano letivo de 2015 se encerrará em fevereiro de 2016. Ou seja, ainda haverá reposição de aulas para completar o currículo escolar.
Com essas demissões, Richa completa o massacre de professores iniciado no dia 29 de abril.
O Palácio Iguaçu nega que os desligamentos tenham relação com a pesquisa divulgada hoje, pela Paraná Pesquisas, onde o tucano tem 71% de rejeição.
“Estamos mobilizando a categoria PSS para não repor as aulas se não houver prorrogação. Não vamos trabalhar sem contrato”, avisou o professor Eduardo Strada, do Colégio Marcilio Dias, município de Bandeirantes, no Norte do Paraná.
De acordo com informações preliminares, os atuais contratos PSS serão encerrados no dia 31 de dezembro; os professores demitidos não serão aproveitados na reposição de 2016; e o acerto rescisório será realizado em janeiro, contemplando proporcional de 1/3 de férias e 13º salário.
Leia também:
Richa enseba para prorrogar contrato de 30 mil professores PSS, mas quer rapidez na prorrogação do pedágio
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terça-feira, 5 de maio de 2015
sábado, 2 de maio de 2015
Professores agredidos, Mída pró - Direita/PSDB, ameaça a Direitos Trabalhistas e política: Luciano Martins Costa analisa a manipulação de uma imprensa que aderiu ao fascismo
O eixo das manipulações vai de alto a baixo, em todas as instâncias onde esteja no poder o partido que lidera a aliança governamental em Brasília: na sexta-feira, por exemplo, a Folha de S. Paulo oferece como manchete uma bobagem retirada do noticiário sobre um dos corriqueiros conflitos na região da capital paulista conhecida como Cracolândia. O ataque da polícia do Paraná contra servidores públicos, que deixou mais de 200 feridos, sumiu da primeira página, substituído pelo seguinte título: “Gestão Haddad falou com tráfico antes de agir na cracolândia”.
Programa nº 2597
MÍDIA & POLÍTICA
Uma radiografia da manipulação
Por Luciano Martins Costa em 01/05/2015 - Observatório da Imprensa
Educadores que participaram, na terça-feira (29/4), do debate na sede da Ação Educativa, em São Paulo, questionam por que este observador considera que a mídia tradicional do Brasil apoia e potencializa a agenda conservadora que segue tramitando em velocidade anormal na Câmara dos Deputados (ver aqui).
De fato, não basta registrar que os parlamentares afinados com o ideário mais retrógrado na diversidade do Congresso aproveitam a crise política insuflada e sustentada pela imprensa para fazer o Brasil avançar rumo ao passado. É preciso mostrar como, na prática, a mídia faz esse trabalho sujo.
Nas edições de sexta-feira (1/5), os jornais destacam o fato de a presidente da República, que foi sitiada em Brasília desde sua eleição, em dezembro, ter optado por não se pronunciar na televisão por ocasião do Dia do Trabalho. A presidente se omite para evitar se expor a essa situação estimulada pela imprensa diariamente. No limite da governabilidade, a jovem democracia brasileira enfrenta seu maior desafio desde o fim da ditadura militar, e corre o risco de ver crescer uma onda de retrocesso institucional, à sombra desse protagonismo da mídia.
Com tais amigos, o governo federal realmente não precisa de oposição. Mas a situação é ainda pior na porção maior da base controlada pelo PMDB, que se dividiu em três facções, duas das quais, sob o comando do presidente do Senado, Renan Calheiros, e do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, desdenham da liderança do articulador político do governo, o vice-presidente Michel Temer.
Dano colateral
A imprensa explora esses desentendimentos, dando amplo destaque a qualquer coisa que digam Calheiros e Cunha, desde que represente algum desgaste do Executivo. O jornalismo declaratório é colocado a serviço desse processo que desgasta não apenas a imagem do Executivo, mas principalmente desacredita o Parlamento e a própria política. Esse cenário estimula as vozes do obscurantismo, que ainda pedem a volta da ditadura militar.
O eixo das manipulações vai de alto a baixo, em todas as instâncias onde esteja no poder o partido que lidera a aliança governamental em Brasília: na sexta-feira, por exemplo, a Folha de S. Paulo oferece como manchete uma bobagem retirada do noticiário sobre um dos corriqueiros conflitos na região da capital paulista conhecida como Cracolândia. O ataque da polícia do Paraná contra servidores públicos, que deixou mais de 200 feridos, sumiu da primeira página, substituído pelo seguinte título: “Gestão Haddad falou com tráfico antes de agir na cracolândia”.
Embora um editorial da Folha, com o título “Os excessos de Richa”, critique a violência policial no Paraná, o jornal paulista cria um factoide em cima da prática rotineira de funcionários da prefeitura de São Paulo ao negociar o ingresso em um ambiente de alto risco como é a Cracolândia.
Ora, este observador já havia publicado, em pelo menos duas ocasiões, que reina naquela região um pacto silencioso entre agentes públicos, voluntários e representantes do crime organizado para manter sob controle a venda de crack aos dependentes (ver aqui e aqui).
Observa-se que, toda vez que, em algum lugar do Brasil, um político da oposição apoiada pela imprensa se coloca em situação constrangedora, os jornais tratam de contrapor o fato a algum evento envolvendo políticos do Partido dos Trabalhadores ou seus aliados. Assim, o contexto negativo que envolve o governador tucano do Paraná é coberto por um factoide criado pela Folhapara atingir o prefeito petista de São Paulo.
O que há por trás da manchete da Folha é o mesmo jogo pelo qual a mídia tradicional trata de demonizar um lado do espectro político, enquanto protege ou enaltece o outro lado. O fato de que essa manipulação estimula o avanço de projetos que podem jogar o Brasil de volta ao século 19 é considerado apenas um dano colateral nessa luta pelo poder.
Ouça aqui
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sexta-feira, 1 de maio de 2015
Toda a hipocrisia nazi-fascista do PSDB de Beto Richa, Alckmin, Álvaro Dias e Aécio em fatos e fotos
"Você é um dos que sonham com a volta da ditadura militar? Seus problemas acabaram: vire professor e se mude para o Paraná".
Pablo Villaça
Ação daPM do Paraná do PSDB de Beto Richa contra professores
Texto de Carlos Antonio Fragoso Guimarães
Professores são violentamente agradedidos fisicamente no Paraná de Beto Richa, e moralmente, com ajuda da mídia, na São Paulo de Geraldo Alckmin.
A democracia do PSDB só existe - se podemos dizer que existe - para o usufruto e prazer de uma minoria aquinhoada. É a perpetuação da moral da Casa Grande, das elites, contra todo o resto da população, na prática. Enquanto isso, na Minas Gerais, o estado tenta se reerguer contra os desvios e desmantelamento promovidos por Aécio Neves, enquanto na mesma São Paulo e para os direitistas do resto do país, o playboy do Aeroporto familiar e das ligações com o helicoca é simbolo e imagem dos derrotadas anti-democráticos que usam de toda a hipocrisia possível para desmantelar a nação desde que garantam a volta ao poder.
Nas fotos abaixo, posteriormente zeguida por dois artigos sobre o caso, o tratamento dado por Richa, Alckmin e PSDB através da PM a quem não segue suas regras, especialmente se forem professores:

Ação da Polícia Militar da era Beto Richa é criticada por especialistas e supera truculência do governo Alvaro Dias, há 27 anos
Mais de 200 feridos e uma série de imagens que viajaram pelo mundo. A ação da Polícia Militar contra professores que protestavam em frente à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), e que terminou em violência, foi recheada de erros, segundo especialistas. Apesar do governador Beto Richa (PSDB) ter defendido a PM, ele parece estar sozinho, sobretudo diante do farto material que circulou nas redes sociais.
“Nunca vi uma coisa dessas. Mais de 200 feridos, é sinal de alguma coisa muito errada. Aquela área é fácil de conter, fazendo dois ou três cordões de isolamento. Não vejo nenhuma explicação para a tropa correr atrás de manifestantes”, disse Ao Brasil Post o ex-secretário Nacional de Segurança Pública e coronel da reserva da PM de São Paulo, José Vicente da Silva Filho.
Richa disse, em entrevista coletiva após o ataque dos PMs contra os professores, que os policiais ‘apenas reagiram’ depois de terem sido agredidos pelo que chamou de ‘black blocs’. Afirmou ter imagens que comprovam a sua versão – embora não as tenha apresentado até o momento – e tratou o protesto como uma ‘instrumentalização política’, da qual o PT estaria por trás – coincidentemente, o governador Geraldo Alckmin, também do PSDB, usou o mesmo expediente para negar a greve de 46 dias dos professores em São Paulo.
“A polícia estava lá por determinação do Poder Judiciário para proteger a sede do Poder Legislativo, uma instituição democrática que não pode ser afrontada no seu direito”, afirmou Richa. Já o coronel da reserva da PM paulista não vê como defender a ação dos colegas paranaenses. O uso de cães e até um helicóptero para atacar os professores, de acordo com José Vicente da Silva Filho, é um erro básico.
“O policial não pode atirar nada de um helicóptero. Pode machucar alguém, você não tem precisão e essa não é a utilidade da aeronave em uma operação como essa. Cães a PM de SP não usa faz muito tempo, é um equívoco usá-los em ações de contenção”, explicou. Outros especialistas vão pela mesma linha. De achrdo com o coordenador do Centro de Estudos em Segurança Pública e Direitos Humanos da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Pedro Bodê, o comportamento da tropa tem ligação com quem a comanda.
“É reflexo de uma cadeia: um governador que não teve constrangimento em permitir o cerco da Assembleia, um secretário de Segurança conhecido pela truculência”, avaliou, em entrevista ao jornal Gazeta do Povo. Já o ex-coordenador-geral de Defesa Institucional da Polícia Federal, Daniel Sampaio, viu equívocos já desde a concepção da própria operação. “A primeira diretriz é colocar uma equipe de gerenciamento de negociação muito forte. Por que há confronto? Porque houve uma progressão das atitudes, que é mais fácil de ser contida preliminarmente com diálogo”.
Para o secretário-geral do diretório do Paraná da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PR), Eroulths Cortiano Junior, não houve nenhum confronto, conforme tentou argumentar o governo no Estado. "O que vimos foi praticamente um massacre, cenas de abuso da força e um despreparo total para lidar com essa situação".
De acordo com a APP-Sindicato, entidade que representa os professores do Paraná, 14 pessoas foram presas. Nas contas da organização, mais de 400 pessoas ficaram feridas, incluindo crianças.
O ‘novo 30 de agosto’ para os professores
A violência policial contra os professores não é uma novidade para a categoria no Paraná. Em 30 de agosto de 1988, o então governador Alvaro Dias – hoje senador do Estado pelo PSDB – ordenou a ação da PM contra uma manifestação de docentes em frente ao Palácio Iguaçu, sede do governo paranaense. O ataque da PM ficou notório pela presença da cavalaria da corporação.
Para o cientista político da Uninter, Luís Domingos Costa, a ação da PM no dia 29 de abril de 2015 superou em muito a repressão registrada no governo de Alvaro Dias. “É a pior repressão já vivida até hoje no Paraná pela sua simbologia, já que foi ataque contra professores”, comentou, também à Gazeta do Povo.
Além da escalada da violência, a diferença entre as duas ações está nos números: se nesta quarta-feira foram mais de 200 feridos, em 1988 foram registrados apenas dez feridos. “Não é só um erro político, que pode levar ao governador perder a sua maioria no parlamento. É um erro institucional. É uma afronta a todos os critérios de democracia, um problema muito mais sério”, concluiu Costa.
Um protesto em favor dos docentes do Paraná está marcado para as 12h desta quinta-feira (30), no Centro Cívico. Até o momento, mais de 21 mil pessoas confirmaram presença na página criada no Facebook.
PMs são presos após se recusarem a participar de cerco a professores no PR
Do Brasil Post | texto de Luciana Sarmento
Ao todo 17 policiais militares foram presos durante a manifestação de professores estaduais do Paraná, nesta quarta-feira (28) após se recusarem a participar do cerco aos docentes. A informação, segundo Broadcast Político, do Estadão Conteúdo, foi confirmada pelo comando da Polícia Militar do Estado.
O Comando da Polícia Militar do Paraná afirma que 17 policiais foram presos por se recusar a participar do cerco aos professores em Curitiba
A violência policial marcou o terceiro dia de protesto dos professores do Paraná, que retomaram greve na segunda-feira (27).
Ao menos 150 pessoas ficaram feridas, algumas delas em estado grave, segundo a prefeitura de Curitiba. Entre os feridos estão o cingrafista Rafael Passos da CATVE, que foi atingido por uma bala de borracha, e um cinegrafista da Band, atacado por cachorros dos policiais.
Após a Justiça recuar na decisão de liberar a entrada dos manifestantes durante a votação, os professores passaram a manhã em manifestação pacífica nas praças do centro Cívico. Os ânimos esquentaram quando a pauta Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou a pauta e suas alterações em sessão relâmpago. Segundo a PM, os manifestantes tentaram invadir o plenário.
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