quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Dilma, Cuba e a tendenciosidade da mídia neoliberal sobre os direitos humanos, esquecendo-se das atrocidades dos aliados do neoliberalismo até mesmo na base de Guantânamo

video

Apresento, pela importância em desmascarar a mídia tendenciosa (Globo, Veja, grupo Bandeirantes), vídeo notável da entrevista da presidenta Dilma e texto de Brizola Neto, blog Tijolaço.com

Veja-se, na entrevista da Presidenta, que a mídia neoliberal usa um discurso antigo para ampliar o problema cubano mas silencia nos desmandos dos aliados dos bancos, até mesmo na base americana na baia de Guantânamo cujas fotos de torturas a prisioneiros correu o mundo.

Como bem refelte Paulo Henrique Amorim em seu blog Conversa Afiada:

Dilma não podia ser mais clara: Direitos Humanos não deve ser bandeira só dos Estados Unidos ou da Globo (hoje).

“Quem atira a pedra tem telhado de vidro,” observou a presidenta.

Isso é omitir-se ?
Ai entra o William Bonner e diz que a presidenta "relativizou" a questão dos Direitos Humanos...
Interessante.

A Globo agora é a Madre Superiora dos Direitos Humanos

E quando os Direitos Humanos eram celebrados na OBAN e no Doi-Codi, na Barão de Mesquita, o que fez a Madre Superiora ?

Naquela época, Direitos Humano para a Globo era coisa de “comunista”.

Não é isso, Dr Roberto ?

Como perguntou o Vasco, indignado com o “relativismo:

Quem tem mais autoridade moral para falar em Direitos Humanos: a Dilma ou o Ali Kamel?

Em tempo: antes, os espectadores do jn foram homenageados com um enviado à Florida que disse que um candidato republicano esperava vencer as primárias com mais de 15%. Confundiu “percentagem” com “pontos”. É o mesmo jenio que disse que o avião da TAM provocou o desastre em Congonhas, porque chovia tanto, que a água cobria uma moeda de um real. É o da moedinha que ia derrubar o Lula. Outro repórter tomou um avião especial para perseguir os sem-terra no Paraguai. Até no Paraguai ! Viva o Brasil do Ali Kamel !




  Reproduzo aí em cima o vídeo da entrevista da Presidenta Dilma Rousssef, que escapa, com firmeza, da estreiteza mental da nossa imprensa, que repete – a maioria sem saber – o discurso da guerra-fria, transformando as restrições do regime cubano como “justificativa” para toda a perseguição e bloqueio do maior – e mais armado – país do mundo a uma pequena ilha, há quase 50 anos.

  É curioso que os “regimes amigos” dos EUA jamais sofram qualquer tipo de discriminação por esta questão e, com eles, seja legítimo termos relações de cooperação econômica.  Como é dever de qualquer governante que deseje a soberania de seu país, ela recusa discutir os problemas internos de outra nação.  Dilma, sem ser grosseira, ridiculariza a “idelologização” da mídia sobre a diplomacia brasileira, reafirma nossos desejo de colaborar – e não de colonizar – com as nações latinoamericanas e africanas e, na última provocação, sobre se iria ver Fidel Castro, não titubeia:
- Sim, com muito orgulho, eu vou.

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