Do Canal Dr. Fernando Gomes:
A vida após a morte sempre foi considerada como crença religiosa ou filosófica que a ciência não teria nada a ver. Mas, temos mais de 150 anos de pesquisas da ciência sobre a ideia da sobrevivência.
Do Canal Dr. Fernando Gomes:
A vida após a morte sempre foi considerada como crença religiosa ou filosófica que a ciência não teria nada a ver. Mas, temos mais de 150 anos de pesquisas da ciência sobre a ideia da sobrevivência.
"(...) Essas características, segundo o estudo, podem permitir que essas pessoas percebam aspectos da realidade que a maioria das pessoas não percebe. A pesquisa foi publicada pela revista Brazilian Journal of Psychiatry."
Do ICL Notícias:
Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Federal de Juiz de Fora e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul aponta que os médiuns têm alterações genéticas. Essas características, segundo o estudo, podem permitir que essas pessoas percebam aspectos da realidade que a maioria das pessoas não percebe. A pesquisa foi publicada pela revista Brazilian Journal of Psychiatry.
Realizado entre 2020 e 2021, o estudo comparou 54 pessoas identificadas como médiuns com 53 parentes de primeiro grau delas, sem nenhuma habilidade do tipo. A maioria dos médiuns eram adeptos da Umbanda ou do Espiritismo e atuam há mais de dez anos.
Em um questionário da pesquisa, 92,7% dos participantes reconheceram falar sob a influência de espíritos, 70,9% disseram se comunicar por escrito. Outros 52,7% disseram ter visto espíritos; 50,9%, ter entrado em incorporação; 47,3%, ter tido experiência fora do corpo.
“O estudo desvendou alguns genes que estão presentes em médiuns, mas não em pessoas que não o são e têm o mesmo background cultural, nutritivo e religioso. Isso significa que alguns desses genes poderiam estar ligados ao dom da mediunidade”, diz o coordenador da pesquisa, Wagner Farid Gattaz, professor do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).

Resultados da pesquisa revelaram quase 16 mil variantes genéticas encontradas exclusivamente em médiuns
Os resultados da pesquisa revelaram quase 16 mil variantes genéticas encontradas exclusivamente em médiuns. De acordo com o estudo, essas variantes provavelmente impactam a função de 7.269 genes.
“Esses genes estão em grande parte ligados ao sistema imune e inflamatório. Um deles, de maneira interessante, está ligado à glândula pineal, que foi tida por muitos filósofos e pesquisadores do passado como a glândula responsável pela conexão entre o cérebro e a mente”, afirma o coordenador da pesquisa.
Os pesquisadores analisaram também o exoma dos voluntários, um conjunto total de genes codificadores das proteínas no corpo humano.
Inicialmente, foram encontradas diferenças entre os genes dos 54 médiuns e seus 53 parentes de primeiro grau que não apresentavam o dom da mediunidade. Após a análise desse grupo, foi feita uma comparação entre os genes dos 54 e outros 12 médiuns independentes, ou seja, que não faziam parte do grupo de controle da pesquisa.
Em 11 dos 12 indivíduos foram encontrados os mesmos genes mutáveis do grupo principal, representando 1.574 mutações de 834 genes. A análise também foi feita em um par composto por gêmeos idênticos médiuns. Neste caso, foram encontradas 434 mutações identificadas em 230 genes. Um irmão deles que não é médium também foi analisado e as mutações não foram encontradas.
Coautor do estudo e diretor do Núcleo de Pesquisas em Espiritualidade e Saúde (Nupes), da Universidade Federal de Juiz de Fora, o médico psiquiatra Alexander Moreira-Almeida justifica a opção por contrastar os médiuns com seus familiares durante a pesquisa. “Se eu pegasse um grupo de controle que fosse uma outra pessoa qualquer, aleatória, poderia ter muita diferença sociocultural, econômica e também da própria genética. Quando a gente pega um parente, vai ter uma genética muito mais parecida e um background sociocultural muito mais próximo”, explica.
Do Canal de Flávio Ricardo Vassoler:
"Aula com Vassoler: Vida após a morte, mediunidade e EQMs podem ser estudadas cientificamente?": Exibida na segunda-feira, 25/09/23, às 19h30 (horário de Brasília), como parte da Universidade Virtual do Vassoler.
O escritor e professor Flávio Ricardo Vassoler discorre sobre a possibilidade de estudos científicos a respeito da vida após a morte, da mediunidade das experiências de quase morte (EQMs), em diálogo com o livro "Ciência da vida após a morte" (Editora Springer), de autoria do psiquiatra Alexander Moreira-Almeida, docente da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF); da psiquiatra Marianna Costa (UFRGS); e do filósofo Humberto Schubert Coelho (UFJF).
Link para vídeos a respeito do tema que já foram ao ar em meu canal no YouTube:
Resenha de Vassoler: Ciência da vida após a morte | Alexander Moreira-Almeida:
• Resenha de Vassoler: Ciência da vida ...
Vassoler debate: O que a ciência diz sobre Deus e a vida após a morte? | Alexander Moreira:
• Vassoler debate: O que a ciência diz ...
Vassoler debate: Evidências científicas de vida após a morte:
• Vassoler debate: Evidências científic...
Do Canal Amigos da Luz: