Mostrando postagens com marcador Mediunidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mediunidade. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

A Vida Após a Morte pela visão da Ciência, debante e entrevista entre o neurocientista Fernando Gomes e o psiquiatrar Alexandrer Moreira Almeida

 

Do Canal Dr. Fernando Gomes:


A vida após a morte sempre foi considerada como crença religiosa ou filosófica que a ciência não teria nada a ver. Mas, temos mais de 150 anos de pesquisas da ciência sobre a ideia da sobrevivência.



sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

Estudo coordenado pela USP aponta que médiuns têm alterações genéticas que poderiam permitir perceber aspectos da realidade que pessoas comuns não conseguem

 

"(...) Essas características, segundo o estudo, podem permitir que essas pessoas percebam aspectos da realidade que a maioria das pessoas não percebe. A pesquisa foi publicada pela revista Brazilian Journal of Psychiatry."

Do ICL Notícias:



Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Federal de Juiz de Fora e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul aponta que os médiuns têm alterações genéticas. Essas características, segundo o estudo, podem permitir que essas pessoas percebam aspectos da realidade que a maioria das pessoas não percebe. A pesquisa foi publicada pela revista Brazilian Journal of Psychiatry.

Realizado entre 2020 e 2021, o estudo comparou 54 pessoas identificadas como médiuns com 53 parentes de primeiro grau delas, sem nenhuma habilidade do tipo. A maioria dos médiuns eram adeptos da Umbanda ou do Espiritismo e atuam há mais de dez anos.

Em um questionário da pesquisa, 92,7% dos participantes reconheceram falar sob a influência de espíritos, 70,9% disseram se comunicar por escrito. Outros 52,7% disseram ter visto espíritos; 50,9%, ter entrado em incorporação; 47,3%, ter tido experiência fora do corpo.

“O estudo desvendou alguns genes que estão presentes em médiuns, mas não em pessoas que não o são e têm o mesmo background cultural, nutritivo e religioso. Isso significa que alguns desses genes poderiam estar ligados ao dom da mediunidade”, diz o coordenador da pesquisa, Wagner Farid Gattaz, professor do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).

médium umbanda estudo

Resultados da pesquisa revelaram quase 16 mil variantes genéticas encontradas exclusivamente em médiuns

O estudo e a glândula pineal

Os resultados da pesquisa revelaram quase 16 mil variantes genéticas encontradas exclusivamente em médiuns. De acordo com o estudo, essas variantes provavelmente impactam a função de 7.269 genes.

“Esses genes estão em grande parte ligados ao sistema imune e inflamatório. Um deles, de maneira interessante, está ligado à glândula pineal, que foi tida por muitos filósofos e pesquisadores do passado como a glândula responsável pela conexão entre o cérebro e a mente”, afirma o coordenador da pesquisa.

Os pesquisadores analisaram também o exoma dos voluntários, um conjunto total de genes codificadores das proteínas no corpo humano.

Inicialmente, foram encontradas diferenças entre os genes dos 54 médiuns e seus 53 parentes de primeiro grau que não apresentavam o dom da mediunidade. Após a análise desse grupo, foi feita uma comparação entre os genes dos 54 e outros 12 médiuns independentes, ou seja, que não faziam parte do grupo de controle da pesquisa.

Em 11 dos 12 indivíduos foram encontrados os mesmos genes mutáveis do grupo principal, representando 1.574 mutações de 834 genes. A análise também foi feita em um par composto por gêmeos idênticos médiuns. Neste caso, foram encontradas 434 mutações identificadas em 230 genes. Um irmão deles que não é médium também foi analisado e as mutações não foram encontradas.

Coautor do estudo e diretor do Núcleo de Pesquisas em Espiritualidade e Saúde (Nupes), da Universidade Federal de Juiz de Fora, o médico psiquiatra Alexander Moreira-Almeida justifica a opção por contrastar os médiuns com seus familiares durante a pesquisa. “Se eu pegasse um grupo de controle que fosse uma outra pessoa qualquer, aleatória, poderia ter muita diferença sociocultural, econômica e também da própria genética. Quando a gente pega um parente, vai ter uma genética muito mais parecida e um background sociocultural muito mais próximo”, explica.

quinta-feira, 28 de setembro de 2023

Aula com Flávio Ricardo Vassoler: Vida após a morte, mediunidade e EQMs podem receber estudos científicos?

 

Do Canal de Flávio Ricardo Vassoler:



"Aula com Vassoler: Vida após a morte, mediunidade e EQMs podem ser estudadas cientificamente?": Exibida na segunda-feira, 25/09/23, às 19h30 (horário de Brasília), como parte da Universidade Virtual do Vassoler.

O escritor e professor Flávio Ricardo Vassoler discorre sobre a possibilidade de estudos científicos a respeito da vida após a morte, da mediunidade das experiências de quase morte (EQMs), em diálogo com o livro "Ciência da vida após a morte" (Editora Springer), de autoria do psiquiatra Alexander Moreira-Almeida, docente da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF); da psiquiatra Marianna Costa (UFRGS); e do filósofo Humberto Schubert Coelho (UFJF).

Link para vídeos a respeito do tema que já foram ao ar em meu canal no YouTube: Resenha de Vassoler: Ciência da vida após a morte | Alexander Moreira-Almeida:    • Resenha de Vassoler: Ciência da vida ...   Vassoler debate: O que a ciência diz sobre Deus e a vida após a morte? | Alexander Moreira:    • Vassoler debate: O que a ciência diz ...   Vassoler debate: Evidências científicas de vida após a morte:    • Vassoler debate: Evidências científic...  

domingo, 15 de novembro de 2020

A mãotora Espiritual.... Vídeo para reflexão, aprendizagem e diversão do Canal Amigos da Luz


Do Canal Amigos da Luz:

 




Timóteo, um boneco que não acredita na existência de mãos, recebe a visita de sua Mãotora Espiritual e descobre que é mãodium. ♦ Ajude-nos na divulgação desse trabalho, COMPARTILHE! VOZES E MANIPULAÇÃO: Fábio de Luca EQUIPE TÉCNICA: Direção / Arte / Som - Fábio Oliviere Roteiro / Edição - Fábio de Luca

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Dr. Gary Schwatz, professor de Psicologia e Neuropíscologia, formado também em Física, fala sobre a sua pesquisa sobre Mediunidade e a sobrevivência post-Mortem



Do Canal Spirit Connecitions (com legendas em Português e apresentação de Luis Sérgio Marotta):


texto de apresentação do Canal Spirit Connections sobre o Dr. Gary Schwartz:

O dr. Gary Schwartz é formado em Harvard. É professor de psicologia, medicina, neurologia, psiquiatria e cirurgia. Ele fala sobre suas pesquisas de ponta em mediunidade. Sua apresentação foi no 4º Congresso Médico Espírita dos Estados Unidos Dr. Gary Shwartz, from Harvard, is a professor of psychology, medicine, neurology, psychiatry, and surgery, and he will speak about his experiments on mediumship. His speech took place at the 4th U.S. Spiritist Medical Congress. Spiritist Network Site: www.spiritistnetwork.com

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Panorâmica da História dos fenômenos psíquicos, espíritas e Psi


  Apresentamos aqui alguns dos slides e algumas reflexões a partir de nossa apresentação, em novembro e dezembro de 2015, do histórico (geral) das pesquisas psíquicas e espíritas, apresentado junto à Associação Caminho da Paz, em conjunto com a ASSEPE, Associação de Estudos e Pesquisas Psíquicas da Paraíba. Neste momento, apresentaremos o estudo até o ponto das pesquisas de William Crawford (posteriormente apresentaremos os demais slides com pesquisa de 1880 até os dias atuais). - Carlos Antonio Fragoso Guimarães



  Iniciamos nossa apresentação - que focaria mais os estudos científicos realizados a partir da segunda metade do século XIX - com alguns dos registros históricos de relatos e ocorrências de cunho psíquico ou mediúnico (que alguns hoje denominam "anomalisticos", no sentido de diferente de que escapam ao paradigma dominante, mas que não são necessariamente "anormais". C..f.  Cardeña, Lynn & Kripnner, 2013 e Charles Richet, 2013) que, a rigor, ocorreram em todas as culturas e em todos os tempos. 

   O pesquisador, fisiologista e filósofo Charles Richet (1850-1935), Prêmio Nobel de Medicina em 1913, cita este período como "Mítico" em seu Tratado de Metapsíquica, devido ao fato de não terem esses casos sido objeto de um estudo aprofundado, científico, tal como entendemos hoje. Devido à extensão  do material existente (imenso), fizemos alguns recortes para apresentar apenas alguns casos antigos, à guisa de exemplo. Citamos, portanto, dentre vários possíveis de serem apresentados, os casos da "Pitonisa de En-Dor", citado no Antigo Testamento, e o caso do "gênio", ou "guia", de Sócrates, citado por Platão e Xenofonte em suas obras sobre seu mentor, o filósofo ateniense Sócrates.


 Seguimos nossa panorâmica apresentando, seguindo a classificação de Richet, o chamado período Magnético (dos primórdios do estudo com a hipnose e a sugestão), que vai de 1775 a 1848, e que é calcado no estudo do transe hipnótico, da sugestão hipnótica e seus efeitos, a partir dos trabalhos controversos (ou talvez mal interpretado) do médico austríaco Anton von Mesmer (1734-1815), mais tarde melhor aprofundadas por pesquisadores como Ambroise Liebaut (1823-1904) e Jean-Martin Charcot (1825-1893). 

 Alguns pacientes sonambúlicos (ou seja, pessoas susceptíveis de entrar em sono hipnótico) apresentavam capacidades "estranhas", como a de ver acontecimentos á distância (clarividência ou visão remota) e de ver espíritos. Quase que totalmente no mesmo período, com a maior liberdade das amarras clericais, certos sensitivos notáveis, como o diplomata, filósofo e escritor Emanuel Swendebourg (1688-1772), na Suécia, ou a Vidente de Prevorst, como ficou conhecida Fredericka Hauffe (1801-1829), médium extraordinária, que foi estudada pelo médico e poeta alemão Justinos Kerner (1786-1862), entre outros eventos, começaram a mostrar a existência de uma realidade mais profunda e espiritual que a dada pela vã filosofia e conhecimentos existentes.... Este período corresponde ao inícios de estudos mais sistemáticos e mais controlados de certos fenômenos diferenciais, mas não anormais, envolvendo capacidades psíquicas próprias de certas pessoas (capacidades anímicas ou de Percepção Extra Sensoria, PES), de psicocinese e de percepção e transmissão de mensagens de consciências sem corpos (mortos) (C.f. Guimarães, 2004).


  Seguindo a evolução histórica e os acontecimentos que levariam a um estudo mais sistematizados dos fenômenos Psi, adentramos no chamado Período Espírita (1848-1870), que se inicia com o famoso ( e, como seria de esperar, controvertido ) caso das irmãs Fox, em Hydesville, Nova York, em março de 1848 (para um estudo mais aprofundado do episódio das irmãs Fox e, em particular, da controvérsia no final de suas carreiras, leia o artigo do Prof. Jáder Sampaio intitulado As Irmãs Foz, Conan Doyle e o Espiritismo Brasileiro e também, Richet, 2013, e Conan Doyle, 1996) passando pela importante organização e teorização do Espiritismo e da Mediunidade efetuada por Allan Kardec (1804-1869) até o início das pesquisas de William Crookes, que dão início ao período científico.



 Concomitantemente ao desenvolvimento do Spiritualism, nos Estados Unidos e Inglaterra, e do Espiritismo, na França, um verdadeiro surto de "fenômenos anômalos" varreu o mundo entre 1850 a 1900. O mais popular destes foi o das chamadas Mesas Girantes, ou seja, mesas que se moviam, algumas vezes se erguiam chegando a "flutuar" no ar por alguns instantes, aparentemente sem que ninguém participasse dos mesmos. Fenômenos deste tipo, envolvendo Psicocinese, chamou a atenção de vários pesquisadores. Para um melhor entendimento, antes de prosseguirmos, é aconselhável que se veja o seguinte vídeo, feito pela BBC de Londres, denominado Sciente and Sèances (Ciência e Sessões Espíritas), documentário que faz um levantamento histórico do espiritismo e das pesquisas psíquicas desde as irmãs Foz até os atuais estudos em transcomunicação instrumental.




Fotos de alguns dos maiores médiuns de fins do século XIX e inícios do século XX: Daniel Dunglas Home, as irmãs Fox (Kate, Leah e Margareth), Eusápia Paladino, Kathleen Golingher e Leonora Piper






  Algumas das fotos batidas por Crookes em seu laboratório, e com a presença de colegas da Royal Society, do fantasma materializado de Katie King estão apresentadas abaixo:

 Demos prosseguimento em nossa apresentação panorâmica da História das Pesquisas Psíquicas apresentando, em seguida, os experimentos do astrônome e físico suíço-germânico Johann Friedrich Zöellner (1834-1882) com vários médiuns, destacando o norte-americano Henry Slade (1835-1905):

O testemunho de Gustav Fechner

•  “Estou convencido da realidade dos fatos observados, excluindo-se totalmente o engano e a prestidigitação.”

  O catedrático Fichte, de Stuttgart, e o Professor Ulrici, de Halle, também aprovaram os experimentos, que, depois, foram confirmados em uma declaração jurada de Bellachine, prestidigitador profissional, ente o tribunal de Justiça de Berlim.

A Teoria e uma Quarta Dimensão dos Espíritos empolga dois famosos astrônomos

Sobre a teoria de Zöellner, Giovanni Schiaparelli escreveu uma carta a Camille Flammarion dizendo:


  “É o mais engenhoso que provavelmente poderia ser imaginado. Segundo esta teoria, os fenômenos mediúnicos perderiam o caráter místico que desconcerta e passariam ao dominio da física ordinaria e da filosofia. Eles conduziriam a uma vasta extensão das ciências, uma extensão tal que seu autor mereceria ser colocado ao lado de Galileu e de Newton. Lamentavemente as experiencias de Zöellner foram feitas com médiuns de pobre reputação.”

Pesquisas de Zöellner com outros médiuns

• Depois que Zöellner fizera suas sesões com Slade, teve ele outras experiências mais interessantes com Mme. D’Esperance. Em março de 1880, o Baron von Hoffman contratou o médium William Eglinton para dar 25 sessões a Zöellner.
 Ele estava bastante satisfeito com o resultado e tinha a intenção de escrever outro livro com suas experiências, mas, em parte devido aos ataques que sofreu, ele morreu antes de fazê-lo.

A infame “Seybert Commission


        De acordo com Andrade (2001) e Fodor (1974),

•    Um espiritualista da Filadélfia deixou US$ 60.000,00 à Universidade da Pensilvânia para que esta formasse uma cátedra para os estudos psíquicos. Mas os responsáveis pela “cátedra” eram resistentes aos fenômenos e nas poucas vezes que se voltou para o mesmo, o fez com má fé e descuido, sem nenhum preparo, com preconceitos rigidamente pré-estabelecidos. (Algo parecido ocorreria décadas depois, já no século XX, quando o fundador da Xerox deixou uma pequena fortuna para a Universidade de Virgínia. Só que desta vez, especialmente devido aos esforços do psiquiatra Ian Stevenson, que conseguiu-se coletar, analisar e publicar um número imenso de casos paranormais, especialmente o de crianças que se recordavam espontaneamente de vivências que pareciam ser de uma vida passada, de modo sistematico, imparcial e coerente. Assim, em Virgínia, o dinheiro e as pesquisas estiveram coerentemente associadas)


• Preferiram, de acordo com suas posições à priorísticas, tentar “desmascarar médiuns” a fazer um estudo imparcial dos fenômenos. Partiram, portanto, no encalço de Slade. Na ocasião (1881), Slade já tinha praticamente exaurido suas capacidades mediúnicas e produzia bem menos do que conseguia quatro anos antes.


• Para justificar suas ações, o pessoal da Pensilvânia buscou, a todo custo, justificar o dinheiro deixado fazendo-se de “desmascaradores do espiritismo”.


Slade foi mais uma vez acusado de fraude e, com isto, também a reputação de Zöellner foi atingida. Isto foi o suficiente para que deu os céticos alemães passassem a atacar todo o seu laborioso trabalho. Como relata Nador Fordor, o que houve foi uma “verdadeira caça às bruxas”. Antigos colaboradores de Zöellner, à exceção de Weber, foram habilmente levados a expressarem opiniões dúbias. Fechner foi acusado de estar parcialmente cego na ocasião dos experimentos, o mesmo sendo dito de Schneiber. Já Weber foi tachado de “ancião” e não sabedor da deficiência de seus companheiros.

         Zöellner foi acusado ter “problemas emocionais” no tempo de suas pesquisas. Se isso fosse verdade, ele não teria mantido sua cátedra até a sua morte. Mas parte de seu trabalho acadêmico acabou por ser visto também sob suspeita. Abatido e solitário, o físico teve um derrame fulminante aos 47 anos.

        Henry Slade, desmoralizado e perseguido, acabou seus dias como alcoólatra. Faleceu em um sanatório em 1905.


        Hoje Zöellner vem sendo reabilitado pela comunidade científica. Uma cratera na lua tem o seu nome...

William Jackson Crawford, Kathleen Goligher e a “Mecânica Psíquica”


   
        William Jackson Crawford nasceu na Irlanda, em 1881, e faleceu igualmente na Irlanda, em 30/7/1920. Foi professor de Engenharia Mecânica da Universidade Queen's de Belfast, na Irlanda.

       Contribuiu com à metapsíquica em pesquisas que se destacaram em três aspectos:

       Experimentação com aparelhos sobre os efeitos físicos, sua descrição e representação gráfica; 

       Desenvolvimento de uma hipótese sobre a levitação das mesas e o fenômeno dos “raps”,

       O estabelecimento de uma teoria sobre o ectoplasma.

 Kathleen Goligher


     
       Kathleen Goligher  (1898-?) era a caçula 
      de uma família modesta. Notabilizou-se por fenômenos de efeitos físicos, 
      especialmente ectoplasmias e psicocinesia.



      Crawford, através de experimentos em sessões controladas, demonstrou que ,  durante materializações, o peso do médium pode baixar de vários gramas a mesmo alguns quilos, em concordância com o que a literatura da área já havia demonstrado.   
 
       Afirmou, ainda, que todas as manifestações físicas dos seus médiuns tais como levitação de mesas, movimentação de objetos etc., eram conseguidas através de construções ectoplásmicas.

       No seu livro Psychic Strutures, ele apresenta fotografias do ectoplasma em ação levantando mesas. Segundo Crawford, o ectoplasma é a mais proteica e lipídica das substâncias exteriorizadas por médiuns e pode manifestar-se de muitas maneiras e com propriedades mecânicas variadas.
        Tudo isso foi demonstrado numa importante série de experiências de 1914 a 1920, com a médium Kathleen Goligher.

Bibliografia sugerida:

ANDRADE, Hernani Guimarães (2002): Parapsicologia, Uma visão panorâmica. Editora FE, Bauru, São Paulo.

CARDEÑA, Etzel; LYNN, Steven & KRIPPNER, Stanley (orgs.) (2013): As Variedades da Experiência Anômala. Editora Atheneu, São Paulo.

DOYLE, Sir Arthur Conan (1996). História do Espiritismo.
 Editora Pensamento, São Paulo.

FODOR, Nador (1974): Encyclopaedia of Psychic Science, University Books

GAULD, Alan (1986): Mediunidade e Sobrevivência: Um Século de Investigações. Editora Clutrix/Pensamento. São Paulo.

GUIMARÃES, Carlos Antonio Fragoso (2004): Evidências da Sobrevivência. Editora Madras, São Paulo.