terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Guerra aos pobres pelo novo governo, por André Araújo




GGN. - A MP que instala uma devassa nos benefícios da seguridade social dos pobre através da revisão de auxílios doença, salário detento, seguro desemprego, pensão por invalidez, aposentadoria rural é um ataque frontal aos pobres do Brasil. Pode haver erros e fraudes mas o maior volume de FRAUDES e dinheiro mal gasto está nas faixa MAIS ALTAS dos benefícios pagos pelo Estado e nestes o pagé Paulo Guedes não tem coragem de tocar.

Que tal o "fator Maitê Proença", onde uma filha "solteira" que foi casada (com Paulo Marinho) com exposição na mídia continua recebendo pensão do pai ex-Procurador do Estado de São Paulo como se fosse filha solteira. Nessa categoria há milhares de casos de "filhas solteiras", mães, avós e bisavós, vivendo há quarenta ou cinquenta anos como casadas mães de família, uma situação de fato comprovável e inegável, depois de casamentos pomposos publicados em coluna social, mas para efeito da Previdência Social são solteiras.
Que tal importar mais um produto do grande patrimônio do direito anglo americano, tão louvado na Lava Jato, onde não é a forma mas sim a essência que vale na determinação do direito?
A essência é que essas moças supostamente solteiras são "de fato" casadas, mesmo que não o sejam no civil para burlar o sistema de pensões.
Acumulação de pensões e aposentadorias, um desembargador do Nordeste encontrado em cruzeiro Silversea no Caribe, se gabava de ter aposentadoria do Poder Judiciário, outra da Universidade onde dava aulas, mais pensão da esposa falecida também com função no Poder Judiciário. Casos como esses existem às pencas e custam muito mais do que as aposentadorias por invalidez de um salário mínimo. Onde está a VARREDURA no andar de cima, cadê a MP?
Porque não começar por cima e não por baixo? A mídia compra a demagogia da "devassa" nos benefícios dos pobres mas não se viu UMA PALAVRA sobre devassa nas folhas fabulosas do andar de cima, onde contracheques de de 200, 300 ou 600 mil Reais em um só mês não são raros, muitos são legadamente legais. Mas porque não contestá-los? Há muita "legalidade" discutivel navegando na folha do Estado, quem quiser enfrentar terá o apoio do País.

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