sábado, 13 de setembro de 2025

Portal do José: Mostrar replay do chat PANCADA DE SÁBADO! BOLSONARO VIRA "LIXÃO" E É ABANDONADO! DIREITA EM CHOQUE: A "VERDADEIRA VERDADE"!

 

Do Portal do José:




Bob Fernandes: Condenados Bolsonaro, militares & cia. O voto de Fux aponta e despe o projeto da extrema-direita ainda em curso, incluindo a sanha de militares

 

Do Canal do analista político Bob Fernandes:




Gente da extrema direita matando gente da extrema direita e a podridão do sistema da direita corporativa estimulando a violência no Império: A Verdade Oculta do Tiroteio que matou Charlie Kirk

 

Do Canal Danny Haiphong Português:

A vida da proeminente figura MAGA, Charlie Kirk, foi abruptamente tirada em 10 de setembro em um assassinato político que causou choque em todo o mundo. Danny Haiphong expõe o que esse ato de violência política, como está sendo chamado, realmente significa, além do papel de Israel e do colapso do império americano no aumento da instabilidade que faz com que todos falem sobre esse evento. 📢 Inscreva-se para mais análises geopolíticas aprofundadas!



sexta-feira, 12 de setembro de 2025

UOL: 'Brasil tem sucesso onde EUA falharam', diz Steven Levitsky, Professor de Harvard, no New York Times após Bolsonaro ser condenado

 


Do UOL:

O New York Times publicou nesta sexta-feira (12) um artigo de opinião de Steven Levitsky, professor em Harvard e coautor do best-seller "Como as Democracias Morrem", e Filipe Campante, professor de economia em Johns Hopkins.



Canadá Diário: A CONDENAÇÃO E PRISÃO de Bolsonaro segundo a IMPRENSA INTERNACIONAL é um ‘Momento histórico para o mundo!’

 Do Canal Canadá Diário:



Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão por planejar um golpe após perder as eleições de 2022, marcando o primeiro ex-presidente brasileiro sentenciado por atacar a democracia. Reações explosivas da imprensa internacional, com manchetes em portais dos Estados Unidos, Canadá e Europa, destacam a queda do “mito” e o impacto profundo no populismo mundial. Donald Trump se manifestou, atacando o julgamento e ameaçando represálias comerciais. Neste vídeo, apresentamos análises de portais como CBC, New York Times, BBC, CTV, CNN, além de comentários e revelações inéditas sobre os bastidores do caso Bolsonaro e seu efeito devastador na extrema direita global. Confira frases de efeito, dados, repercussões, manifestações, e a nova página da história política mundial. Entenda como o Brasil virou símbolo da resistência democrática e conheça as reações de líderes e da mídia internacional. Compartilhe, curta e inscreva-se para acompanhar todas as atualizações sobre política, escândalos internacionais e os bastidores do poder.

Reinaldo Azevedo: Com a condenação de Bolsonaro, Brasil se liberta da tradição de impunidade a golpistas fardados e civis

 

 

Do Canal BandNews FM:




quinta-feira, 11 de setembro de 2025

Bolsonaro Condenado!

 

Do ICL Notícias:

Política

A CAMINHO DA CADEIA

Por 4 votos a 1, STF condena grupo golpista



Com o voto do ministro Cristiano Zanin, o Supremo Tribunal Federal condenou Jair Bolsonaro pelo crime de liderar organização criminosa, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado e dano. Além de Zanin, Cármen Lúcia, Flávio Dino e o relator Alexandre de Moraes votaram pela condenação. Apenas Luiz Fux votou contra.

Os generais Walter Braga Netto, Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, o almirante Almir Garnier, o deputado Alexandre Ramagem, o ex-ministro Anderson Torres e o tenente-coronel Mauro Cid também foram condenados.

“Bolsonaro foi o principal articulador e maior beneficiário dos atos executórios voltados à tentativa de ruptura do Estado Democrático de Direito”, afirmou Zanin. “Tendo atuado para instrumentalizar a Presidência da república a fim de disseminar narrativas falsas sobre o sistema eleitoral, em um primeiro momento, e depois para cooptar o apoio das Forças Armadas, a fim de promover um golpe de Estado”.

O ministro falou ainda que Bolsonaro dedicou o mandato a conflito com outros poderes: “O esgarçamento das relações institucionais se apresentava como política populista”, disse o ministro.

“A Procuradoria Geral da República conseguiu descrever satisfatoriamente uma organização criminosa armada, estruturada hierarquicamente e com divisão de tarefas entre seus integrantes”, afirmou Cristiano Zanin.

No voto, Cristiano Zanin destacou a existência de violência nas ações do grupo e cita os danos causados aos Três Poderes com a destruição do 8 de janeiro de 2023. Ele afirma que a ausência de vínculo direto entre o autor e os demais partícipes é indiferente para a responsabilização penal.

Cadeia

Ministro Cristiano Zanin. Foto: Antonio Augusto/STF

Antes de Zanin, a ministra  Cármen  Lúcia votou por condenar Jair Bolsonaro e mais sete réus do Núcleo 1.

“Ficou comprovado pela PGR que Jair Messias Bolsonaro praticou os crimes imputados a ele na condição de líder da organização criminosa”, afirmou ela, ao condenar o ex-presidente. “Ele não foi dragado. Ele é o causador”, completa a ministra.

“Ficou comprovado pela PGR que Jair Messias Bolsonaro praticou os crimes imputados a ele na condição de líder da organização criminosa”, afirmou ela, ao condenar o ex-presidente. “Ele não foi dragado. Ele é o causador”, completa a ministra.

Cármen Lúcia destacou a gravidade das reuniões em que Bolsonaro discutiu a minuta do golpe com os comandantes militares: “Para a sorte do Brasil, o Baptista Junior, principalmente, e o Freire Gomes (respectivamente, ex- comandantes da Aeronáutica e do Exército) afirmaram a posição das suas forças, disseram que não aconteceria, um deles sai da sala durante a reunião ao apresentar a minuta de golpe”.

A ministra rebateu o entendimento de Fux sobre o enquadramento do golpe como organização criminosa: “Um ato isoladamente tomado é fácil de ser considerado de menor importância. Quando se põe o encadeamento é que se vê. Isto não vale só neste caso. Por exemplo: Uma organização criminosa que pratica uma série de crimes e a gente fala, uma organização criminosa de tráfico. Mas quando se o traficante faz um sequestro e ali se tem uma pessoa que leva a comida para o sequestrado. Nós colocamos essas pessoas todas porque isto é feito deste jeito. Esse é o conceito de uma organização criminosa”.

Cadeia

Ministra Cármen Lúcia. Foto: Victor Piemonte/STF

Ela disse que  PGR fez prova cabal da existência do crime. “Há prova nos autos da empreitada criminosa dos réus”, afirmou.

A ministra Cármen Lúcia rejeitou os pedidos de nulidade do acordo de colaboração premiada de Mauro Cid. “Foi alegado que teve falta de espontaneidade”, lembrou a ministra. No entanto, ressalvou, como a defesa sustentou perante o STF, que Cid não foi pressionado.

“Absolutamente, não consta dos autos que não estaria presente a voluntariedade”, afirma a ministra, em relação ao acordo de colaboração premiada de Cid.

No início do seu voto, Cármen Lúcia rejeitou preliminar sobre STF não ser o foro adequado para o julgamento “Esse tema vem sendo discutido desde 2007, com a ação penal 470 [do Mensalão] e eu sempre votei do mesmo jeito. Entendi que, pelas características e pelas pessoas que foram indicadas, umas sendo acompanhadas por outras que tinham foro, eu sempre entendi que a competência era do STF. Então não tem nada de novo para mim votar como sempre votei”.

O ministro Fux, que a antecedeu, foi a favor da anulação, contradizendo o posicionamento que manifestou em centenas de oportunidades anteriores, inclusive em casos envolvendo o 8 de janeiro.

Anderson Torres, ex-ministro da Defesa, teve a pena fixada em 24 anos de prisão, dos quais 21 anos e 6 meses de reclusão e 2 anos e 6 meses de detenção. A condenação prevê ainda 100 dias-multa, com cada dia-multa no valor de 1 salário mínimo. Dino, Cármen Lúcia e Zanin acompanharam o relator. Fux não votou.

O ex-comandante da Marinha Almir Garnier também teve a pena fixada em 24 anos de prisão, dos quais 21 anos e 6 meses de reclusão e 2 anos e 6 meses de detenção. A condenação prevê ainda 100 dias-multa, com cada dia-multa no valor de 1 salário mínimo. Dino, Cármen Lúcia e Zanin acompanharam o relator. Fux não votou.

A pena de Augusto Heleno ficou em 21 anos de prisão, dos quais 18 anos e 11 meses de reclusão e 2 anos e 1 mês de detenção. A pena inclui ainda 84 dias-multa, com cada dia-multa no valor de 1 salário mínimo. A decisão foi acompanhada por Dino, Cármen Lúcia e Zanin. Fux não votou.

No caso de Paulo Sérgio Nogueira, venceu a proposta do ministro Flávio Dino, de 19 anos de prisão. Moraes havia proposto inicialmente 20 anos, mas concordou com a redução. A pena foi dividida em sendo 16 anos e 11 meses de reclusão, 2 anos e 1 mês de detenção. A pena inclui ainda 84 dias-multa, com cada dia-multa no valor de 1 salário mínimo. Cármen Lúcia e Zanin acompanharam a proposta de Dino. Fux não votou.

Condenado por três dos cinco crimes pelos quais foi denunciado, o deputado federal Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin no governo Bolsonaro, ficou com a menor pena entre os réus que não fecharam delação: 16 anos, 1 mês e 15 dias de prisão e 50 dias-multa, no valor de 1 salário mínimo para cada dia-multa. A proposta foi feita pela ministra Cármen Lúcia e acatada por Moraes. Dino e Zanin acompanharam a proposta.


Portal do José - "In Fux We..." SUSPEITAS, VERGONHA E INDIGNAÇÃO! FUX, TENTA AJUDAR BOLSONARO EM VÃO: CADEIA VEM AÍ!

 

Do Portal do José:

11/09/2025 VEM AÍ O VOTO DE CARMEN LÚCIA NO STF: CADEIA SERÁ GIGANTE! CIPÓ DE MORAES JÁ ESTÁ PRONTINHO! Justiça será implacável!



Os dois pesos e duas medidas de Luiz Fux no julgmaneto da ORCRIM de Jair Bolsonaro

 

O voto do ministro Luiz Fux no julgamento do núcleo político da tentativa de golpe de 8 de janeiro trouxe à tona uma contradição que ressoa fortemente entre juristas e políticos. De um lado, Fux acompanhou a maioria do Supremo Tribunal Federal e ratificou mais de 400 condenações de invasores da sede dos Três Poderes, aplicando penas severas e reafirmando a gravidade das condutas de quem participou diretamente da destruição do patrimônio público e das agressões às instituições. De outro, ao se debruçar sobre o núcleo político da trama, que teria articulado o movimento, Fux surpreendeu ao adotar um discurso garantista e absolver a maior parte dos chefes, incluindo Jair Bolsonaro e ex-ministros de seu governo.

"In Fux We Trust" - Deltan Dallagnol

Do ICL Notícias:


POLÍTICA

DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS

Fux absolve tubarões e condena bagrinhos



Por Cleber Lourenço

O voto do ministro Luiz Fux no julgamento do núcleo político da tentativa de golpe de 8 de janeiro trouxe à tona uma contradição que ressoa fortemente entre juristas e políticos. De um lado, Fux acompanhou a maioria do Supremo Tribunal Federal e ratificou mais de 400 condenações de invasores da sede dos Três Poderes, aplicando penas severas e reafirmando a gravidade das condutas de quem participou diretamente da destruição do patrimônio público e das agressões às instituições. De outro, ao se debruçar sobre o núcleo político da trama, que teria articulado o movimento, Fux surpreendeu ao adotar um discurso garantista e absolver a maior parte dos chefes, incluindo Jair Bolsonaro e ex-ministros de seu governo.

A diferença de postura chama a atenção não apenas pelo contraste entre as duas situações, mas também pela seletividade dos argumentos. Quando julgou os invasores, o ministro não levantou dúvidas sobre a competência do STF, não reclamou da quantidade de provas nos autos e não alegou qualquer nulidade processual.

Pelo contrário: defendeu a dureza das penas e a responsabilização exemplar dos envolvidos. Já no julgamento dos líderes, apresentou uma leitura distinta, alegando cerceamento de defesa, excesso de provas que prejudicaria a análise adequada do processo e a necessidade de rever a competência da Corte para julgar tais casos.

Na prática, Fux pediu a condenação de apenas dois dos acusados: Mauro Cid e Walter Braga Netto, ambos pelo crime de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, e ainda assim com penas menores do que as aplicadas aos invasores de base. Todos os demais integrantes da cúpula política foram absolvidos.

Pesos

Ministro Alexandre de Moraes observa Luiz Fux durante o voto. Foto: STF

Fux chegou a pedir a anulação do processo, rejeitou o enquadramento em organização criminosa e optou por reclassificar os fatos como mero concurso de agentes. A justificativa, no entanto, não se sustenta diante de dois fatores fundamentais: primeiro, porque o Supremo já reafirmou reiteradas vezes a sua competência para julgar os casos relacionados ao 8 de janeiro; segundo, porque o próprio Fux havia votado favoravelmente às condenações de centenas de réus, sem contestar a competência nem apontar nulidades de defesa.

Ao citar o chamado “caso Débora” como exemplo de sua evolução de entendimento, o ministro buscou sustentar que já teria manifestado preocupação com a competência do STF em outros momentos. Mas a comparação não se sustenta.

Naquele episódio específico, seu voto reconheceu a incompetência apenas em um contexto restrito, e depois o próprio Fux voltou a aceitar a competência da Corte em processos subsequentes relacionados ao mesmo tema. A evocação desse caso, portanto, soou mais como um recurso retórico do que como um fundamento jurídico sólido.

O que torna essa guinada ainda mais estranha é o histórico do ministro. Luiz Fux sempre foi identificado como um magistrado punitivista. Em diversas ocasiões, defendeu o endurecimento das penas, negou habeas corpus mesmo em situações de furtos insignificantes e foi contrário à aplicação de teses mais protetivas ao réu. Sua trajetória construiu a imagem de um julgador rigoroso, alinhado à linha dura do Direito Penal. Agora, ao analisar os chefes da trama golpista, surge um Fux garantista, preocupado com a defesa e com os limites da competência da Corte — uma postura que destoa de sua biografia judicial.

O jurista Dimitri Sales, em entrevista ao ICL Notícias, destacou esse comportamento seletivo e o classificou como casuísmo:

“Não se surpreenda se no próximo julgamento de matérias penais o ministro Fux volte a ser punitivista, severo. Não se surpreenda. O fato é que a gente está diante de um processo histórico que terá consequências muito enraizadas para a própria história do Brasil. (…) Esse casuísmo, de alguma forma, faz com que a gente se surpreenda com o punitivista sendo o maior de todos garantistas. O ministro alega cerceamento de defesa, mas os atos processuais estiveram de acordo com os prazos da legislação. Portanto, ele cria um argumento que é político e não jurídico, que reforça a atuação das milícias digitais e da extrema direita para transformar o processo em debate político, não jurídico.”

A fala de Dimitri reforça o ponto central: não se trata de uma evolução jurisprudencial consistente, mas de um uso seletivo dos princípios jurídicos, que mudam conforme o réu que está no banco dos acusados. Essa seletividade enfraquece a legitimidade da decisão e abre espaço para leituras políticas, em vez de jurídicas, em um processo que deveria marcar a defesa das instituições democráticas. Justamente o que Fux diz combater.

Esse duplo padrão alimenta críticas sobre a atuação do Supremo e compromete a percepção pública sobre a imparcialidade das decisões.

Ao condenar os que invadiram, mas absolver a maioria dos que planejaram, o ministro Luiz Fux acabou por criar um contraste que se tornará referência obrigatória nos debates sobre o julgamento histórico do 8 de janeiro.


Reinaldo Azevedo: Luiz Fux vilaniza o STF, em parceria com Trump e extremismo de direita, e protege golpistas da ORCRIM Bolsonarista

 

Da Rádio BandNews FM:




Vídeo de Daniela Lima sobre o bizarro e vergonhoso voto de Luiz Fux à favor dos golpistas da Organização Criminosa bolsonarista: Fux se isola, mas faz isso estrategicamente. Há sensação de solidariedade a Moraes

 

Do UOL:




segunda-feira, 8 de setembro de 2025

Portal do José: DESESPERO SEM FIM! BOLSONARISMO AFUNDA! TARCÍSIO TORA A MÁSCARA, BANANA CHORA E AMEAÇA! MILEI E TRUMP: DIREITA SE DESPEDAÇA!

 

Do Portal do José:

08/09/2025 MAIS CHORO! BANANA AMEAÇA! ONTEM COISAS INACREDITÁVEIS ACONTECERAM NA MANIFESTAÇÃO BOLSONARISTA NA AV PAULISTA! ENQUANTO ISSO...NA ARGENTINA, A EXTREMA DIREITA SOFREU UMA DERROTA MUITO IMPORTANTE. POR AQUI...CADEIA SERÁ GIGANTE! CIPÓ DE MORAES JÁ ESTÁ PRONTINHO! Justiça será implacável!



Em várias cidades, o povo se manifestou na rua contra anistia a golpistas pró internveção dosEstados Unidos

 

Milhares de pessoas ocupam as ruas de diversas cidades do Brasil, neste domingo (7), quando o país completa 203 anos de Independência, em manifestações contra a anistia aos golpistas, pela isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, pela taxação dos super-ricos e o fim da escala 6×1.


Do ICL:


POLÍTICA

Em várias cidades, povo foi à rua para se manifestar contra anistia a golpistas

Maior concentração foi em São Paulo, onde ato de esquerda reuniu 9 mil pessoas


Milhares de pessoas ocupam as ruas de diversas cidades do Brasil, neste domingo (7), quando o país completa 203 anos de Independência, em manifestações contra a anistia aos golpistas, pela isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, pela taxação dos super-ricos e o fim da escala 6×1.

Com o lema “7 de Setembro do Povo – quem manda no Brasil é o povo brasileiro”, as mobilizações se unem ao já tradicional Grito dos Excluídos, realizado anualmente pelas pastorais sociais da Igreja Católica, que terá como tema: Cuidar da Casa Comum e da Democracia é luta de todo dia.

ato

Ato na Praça da República, em São Paulo. (Foto: Elineudo Meira/PT)

Em São Paulo, os manifestantes se reúnem, desde às 9h, na Praça da República, na região central da capital paulista. O ato é organizado por movimentos como o MST e o MTST, e o Fórum das Centrais Sindicais, que engloba os principais sindicatos do país.

Ato

Ato na Praça da República, em São Paulo. (Foto: Elineudo Meira/PT)

Manifestantes exibem cartazes de “Brasil soberano” e “o Brasil é dos brasileiros” em mensagem contra o tarifaço de Trump. Foram confirmadas, no ato da República, as presenças de Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego, e do presidente nacional do PT, Edinho Silva, além de deputados federais da base de Lula, como Guilherme Boulos (PSOL-SP) e Erika Hilton (PSOL-SP).

Ato no Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, a mobilização ocorre no Centro da capital fluminense. O ato conta com a presença de figuras importantes da esquerda carioca e parlamentares, como os deputados Chico Alencar (PSOL-RJ), Benedita da Silva (PT-RJ), Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ).

Ato no Rio de Janeiro.

“O Brasil inteiro se manifesta e vai para a rua dizendo que o ‘Brasil é nosso’, quem manda nesse país é o povo brasileiro. Trump, tire suas botas do nosso país, nós não aceitamos essa agressiva do imperialismo norteamericano aqui. O imperialismo sempre atuou na América Latina, mas fazia isso escondidinho, apoiando golpes militares, empurrando suas agendas contra o Estado. Dessa vez, ele foi aberto e explícito. A tarifa está aí”, disse Jandira.

“Trump, quero lhe dizer: Bolsonaro vai preso, vai para a cadeira, que é o lugar de quem atenta contra a democracia brasileira”, completou, em recado ao presidente dos Estados Unidos.

Em discurso, Pastor Henrique Vieira destacou o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e os demais réus pela trama golpista. “Nesta semana, provavelmente viveremos um momento histórico para este país. Generais, ex-ministros e o genocida Jair Bolsonaro responsabilizados penalmente por uma tentativa de golpe de Estado. Isso é fundamental para a memória, verdade, justiça e defesa da democracia. Eu lembro daqueles e daquelas que foram torturados na ditadura militar, deram seu suor, corpos e sangue para a gente resgatar uma democracia neste país”.

Ato no Rio de Janeiro.

“Está chegando a hora de Bolsonaro ir para a cadeia. Quem pensa que o bolsonarismo acabou, não acabou. Eles estão aí matutando para 2026 com quase absoluta certeza de que eles vão conseguir dar uma boa rasteira na esquerda. Nós estamos demonstrando, com este ato, que é importante termos a unidade da esquerda, dos movimentos sociais e todos que defendem a democracia”, destacou Benedita da Silva.

As mobilizações contam com pontos de coleta de votos do Plebiscito Popular, que consulta a população sobre a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e maior taxação sobre os super-ricos; fim da escala 6×1 e redução da jornada sem redução salarial.

Mobilização se espalha pelo país

Os atos também se espalharam por outras regiões do país, com mobilizações no Norte, Nordeste, Sul e Centro-Oeste. Grupos se reúnem em cidades como Brasília, Mossoró, no Rio Grande do Norte, Belo Horizonte, em Minas Gerais, Salvador, na Bahia, Belém, no Pará, dentre outras. Veja imagens:

Ato em Belo Horizonte.

Ato em Mossoró (RN)

Grito dos excluídos

Conhecido como “Grito dos Excluídos”, o ato ocorre há 20 anos e é organizado por frentes sociais. Desde que o ex-presidente Bolsonaro passou a utilizar os desfiles de 7 de Setembro como parte de sua bandeira política, o ato ligado à esquerda ganhou também conotação de oposição política ao bolsonarismo.

Na noite deste sábado (6), em pronunciamento nacional, o presidente Lula (PT) defendeu a soberania e mandou recados para o seu antecessor e para o presidente dos EUA, Donald Trump.

A bandeira da soberania tem sido adotada pelo governo federal nas últimas semanas em reação às determinações de Trump de impor sobretaxa de 50% a produtos brasileiros e às sanções americanas a autoridades brasileiras, usando como justificativa o julgamento de Bolsonaro.
“Não somos e não seremos novamente colônia de ninguém. Somos capazes de governar e de cuidar da nossa terra e da nossa gente, sem interferência de nenhum governo estrangeiro”, disse Lula.

Ele afirmou que o Brasil tem relações amigáveis com todos os outros países, mas “não aceitamos ordem de quem quer que seja”. “O Brasil tem um único dono: o povo brasileiro”, afirmou.

A organização do ato da esquerda deste domingo envolve a Frente Povo Sem Medo, que reúne movimentos como o MST e o MTST, e o Fórum das Centrais Sindicais, que engloba os principais sindicatos do país.

A CUT (Central Única dos Trabalhadores) evita falar em números de participantes e diz que os sindicalistas vão às ruas defender a “pauta da classe trabalhadora”, que inclui soberania, isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000, taxação dos super-ricos, fim da escala 6×1, redução da jornada de trabalho sem redução de salário e contra pelotização irrestrita.

*Com Folhapress