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sexta-feira, 29 de março de 2019

O cada vez maior silêncio do bolsominions, por Leandro Fortes



"Não estão arrependidos, o arrependimento requer uma força moral distante da personalidade da maior parte dos eleitores do Bozo. Estão apenas paralisados, diante da sucessiva quebra de expectativas relacionadas ao admirável mundo novo que se anunciava." - Leandro Fortes

Do Jornalistas pela Democracia e do Contexto Livre



Aos poucos, eles estão desaparecendo. Velhos amigos cheios de razão, parentes furiosos, vizinhos valentões, madames maquiadas de ódio, estão todos em silêncio, à beira do abismo.

Não há mais arminhas nas mãos, nem chola-mais nas redes. Até os kkkkk se escondem na timidez. Rufam, aqui e ali, uns poucos tambores de ódio pelas mãos de meia dúzia de fanáticos, mas nem os mais selvagens dos antipetistas encontram forças para defender o indefensável.

Não estão arrependidos, o arrependimento requer uma força moral distante da personalidade da maior parte dos eleitores do Bozo. Estão apenas paralisados, diante da sucessiva quebra de expectativas relacionadas ao admirável mundo novo que se anunciava.

Há superministros com superpoderes inúteis. Paulo Guedes faz mais grosserias do que contas. Sergio Moro, sabe-se agora, entrou no governo para tornar o cigarro mais barato. O primeiro, um Chicago Boy com 30 anos de atraso, o segundo, uma nulidade cuidadosamente construída para parecer um herói.

Há um ministro da Educação que cita Pablo Escobar. Outro, de Relações Exteriores, corrobora com a tese do nazismo de esquerda. A ministra da Mulher, ao pé da goiabeira, teme o que chama de "armadilhas do feminismo".

Não houve, a rigor, um único dia de governo.

Em meio a esse desalento, Bozo e os filhos continuam no Twitter, frenéticos, um esforço comovente para parecerem vivos, funcionais, sem entender que já estão mortos.

São burríssimos.

Leandro FortesJornalista e integrante da Rede de Jornalistas pela Democracia

segunda-feira, 2 de maio de 2016

A causa do ódio persecutório da direita elitista podem ser os títulos de Doutor Honoris Causa a Lula



Texto de Laurez Cerqueira, escritor


Ninguém, no Brasil, foi agraciado com tantos títulos de Doutor Honoris Causa, das mais importantes universidades do mundo quanto Lula, como reconhecimento por tudo que ele fez pela melhoria da vida de milhões de pessoas, pela democracia, pela cidadania, pelos direitos humanos, pelo desenvolvimento do país e pela paz entre os povos. Isso é reconhecido internacionalmente.

No entanto, talvez nenhum ex-presidente da República Federativa do Brasil tenha sido tão desrespeitado, humilhado, achincalhado e injustiçado quanto Lula por certas autoridades e pela mídia senhorial. Esquisito, não? As razões razões de tudo isso vêm de raízes profundas, varando séculos, por mais de 500 anos de colonização.

Impossível olhar o Brasil nesse momento e não ver na paisagem política os conflitos ancestrais emergindo da história, desenhando a crise que solapa as instituições da República.

Aqui, o apartheid social foi instalado nas famílias ainda na infância do Brasil e perdura até hoje. E é lá no aconchego do lar das famílias de classe média e das abastadas onde tudo começa.

A dita "arquitetura moderna" até se encarregou de anexar a "dependência de empregados" (senzala) às residências, um cubículo onde são enfiados os trabalhadores domésticos remanescentes da escravidão que lavam, passam, arrumam, e cuidam dos filhos dos patrões.

O Brasil é o país com o maior número de empregados domésticos do mundo, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT/ONU).

Uma casa sem empregados domésticos no Brasil parece incompleta, tão forte é essa composição familiar na nossa cultura.

Em famílias brasileiras de classe média e média alta crescem filhos e filhas com códigos de convivência forjados na desigualdade, no forno do "nós e eles", temperados com preconceitos de toda ordem contra os de baixo. Preconceitos latentes nas relações sociais e reforçados por meios de comunicação.

A propósito, nesses tempos bicudos, fico a imaginar como deve ser difícil para certos procuradores, juízes, policiais federais, "jornalistas", aceitarem Lula, por ser de origem operária, ter sido presidente da República, ter feito valer direitos dos pobres, melhorado a vida de milhões de pessoas, e, como o brasileiro que tem o maior número de títulos de Doutor Honoris Causa, sem ter diploma de curso superior. Difícil engolir, não é?

Autoridades, muitas delas, quando crianças, criadas com serviçais dentro de casa. E, dentro de casa, sabe-se muito bem como são tratados os empregados, principalmente os negros.

Autoridades que, para alçar-se a postos desse nível na estrutura do Estado, no mínimo, estudaram inglês em boas escolas e tiveram uma formação universitária com dedicação exclusiva, enquanto trabalhadores domésticos lavavam, passavam, cuidavam das residências e serviam-lhes refeições à mesa a tempo e a hora.

Postos nas carreiras de Estado, até o governo Lula, proibitivas para filhos de empregados domésticos, porteiros de edifícios, frentistas de postos de gasolina, e outras categorias, ou seja, gente que o patronato e seus descendentes sequer costumam cumprimentar.

Negros, nessas carreiras, podem ser contados nos dedos.

Lula, o maior líder popular da história do Brasil, está sendo vítima de uma perseguição senhorial de juízes, procuradores, policiais federais e "jornalistas" como se ele fosse o inimigo público número 1 da elite branca patronal, um estrangeiro de classe, um usurpador, um "marginal de periferia" que precisa ser escorraçado da política, porque "o lugar dele é na senzala", numa fábrica, de macacão, lambuzado de graxa.

Esse tipo de preconceito está entranhado nas células do senhorio e de seus descendentes sem cidadania, aflorado recentemente no país numa onda fascista sem precedentes.

Muitos deles até votaram em Lula em algumas eleições, porque ele representa o ideário do vencedor, um pobre que saiu do Nordeste num pau-de-arara e chegou à Presidência da República.

O vencedor tem seu lugar na escala de valores dessa gente. Porém, ele promoveu a inclusão social, o maior impacto na estrutura tradicional de classes do Brasil. Esse é o crime de Lula. E, por isso, deve ser vingado.

Ele está sendo tratado por juízes, procuradores, policiais federais como são tratados os empregados domésticos no Brasil, com desdém, com desprezo, como ser humano inferior.

Não o reconhecem como ex-Presidente da República eleito duas vezes por milhões de votos e por ser considerado pelos brasileiros como o melhor presidente da história do país.

As cenas que o Brasil presenciou nos últimos meses promovidas por autoridades judiciárias e "jornalistas", nas bancadas de telejornais, rádios, revistas, jornais e redes sociais, principalmente na Globo, são cinematográficas. Merecem um filme. William Bonner certamente levaria o oscar de melhor ator, seguido de outros da equipe de jornalismo da emissora.

A decretação da condução coercitiva de Lula pelo juiz Sérgio Moro, o arrombamento, a quebra de móveis e utensílios, do Instituto Lula, e a retirada das senhas dos computadores, são a mais fiel representação da discriminação e do ódio de classe aos de baixo.

Seguramente eles não fariam o mesmo com o Instituto Fernando Henrique, por ser ele um autêntico representante da elite paulistana, " gente acima de qualquer suspeita", digamos.

Aliás, apesar de o Instituto ter sido citado em delações premiadas como receptor de recursos das mesmas empreiteiras que contribuem com o Instituto Lula, nada, absolutamente nada foi investigado no Instituto Fernando Henrique. A mídia tratou logo de esconder o assunto.

O Instituto Lula sofreu uma violenta devassa. As contribuições ao Instituto Lula são chamadas pelas autoridades e por jornalistas de "propina". As contribuições ao Instituto Fernando Henrique são chamadas de "contribuições".

O ódio de classe que aflorou nas ruas parece ser o mesmo de certas autoridades da Operação Lava Jato e de certos "jornalistas" a Lula. Esse ódio se retroalimenta.

A causa pode ser os títulos de Doutor Honoris Causa.
Fonte: 247

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Bob Fernandes: Contra o monopóio midiático (Globo e afins) e Renan e Eduardo Cunha.... O Papa Francisco




    Segue o comentário do analista político Bob Fernandes (em vídeo e transcrição textual) sobre o posicionamento do Papa Francisco sobre as aberrações da direita pelo mundo e no Brasil, e a crítica do Papa Francisco ao capitalismo e ao monopólio da mídia por grupos de empresários com interesses em sua maior parte a favor de si e de sua elite patrocinadora.



Tem personagens, maiores ou menores, que de repente ganham significado para além de suas fronteiras em fatos que protagonizam.
Isso, claro, depende das escolhas de quem olha...
Na segunda-feira, 6, uma morte em São Luís expôs DNA dos 350 anos de escravidão e barbárie no Brasil.
Detido por populares ao tentar assaltar um bar, Cledenilson Pereira da Silva, 29 anos, negro, foi amarrado a um poste e espancado até morrer.
Como nos antigos Pelourinhos... Filmado por um PM, que se limitou a assistir a cena, esse foi o 30º linchamento no Maranhão em dois anos e meio.
Na quarta-feira, 8, em Bruxelas, Bélgica, outro personagem... Tsipras, 1º ministro da Grécia, recebido como pop star no parlamento europeu.
Beijos, abraços, aplausos de pé, e também vaias e críticas para Tsipras. À parte acertos ou erros da Grécia, Tsipras encarnava ali 7 anos de História desde a crise de 2008.
Crise que já torrou mais de US$ 15 trilhões para salvar o sistema financeiro...
Crise que significou desemprego para 61 milhões de humanos no atual contingente de 201 milhões sem trabalho, segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho).
Nessa mesma quarta, já em Brasília, Renan Calheiros tornou-se réu. Acusado de receber propina da construtora Mendes Júnior.
No dia seguinte, em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, o Papa Francisco fez História.
Abaixo dos Andes, Francisco atacou a "ditadura sutil" do capitalismo e defendeu "mudança de estruturas no mundo". O Papa disse mais, ainda mais:
-A concentração monopolista dos meios de comunicação pretende impor pautas alienantes de consumo e certa uniformidade cultural.
Para o Papa, o monopólio da Mídia significa um novo "colonialismo ideológico".
A propósito desse embate, Monopólio Midiático versus Regulação Econômica da Indústria de Mídia, lembremos o mesmo Renan Calheiros logo após ser eleito presidente do Senado.
Em artigo na Folha de S.Paulo, Renan invocou suposta ameaça à "liberdade de expressão" e prometeu ser "trincheira sólida" contra "o inverno andino".
Também no dia seguinte à sua eleição, essa para a presidência da Câmara, Eduardo Cunha ofereceu a mesmíssima, e primeiríssima, aliança.
Disse que Regulação Econômica da Mídia, assim como a do aborto, só será feita "por cima" do seu "cadáver".

domingo, 15 de março de 2015

Extrema-direita avança com ódio aos direitos humanos, afirma o filósofo da USP Renato Janine Ribeiro


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 Ao contrário do falso-filósofo e astrólogo, mentor da extrema-direita, Olavo de Carvalho, que destila ódio pelos poros contra qualquer coisa que cheire à "esquerda", o real filósofo Renato Janine Ribeiro, professor da USP, afirma que a mentalidade ultra-reacionária da extrema-direita está cultivando o ódio no Brasil. Vejamos o artigo a seguir, retirado do Estadão:

 Na avaliação do filósofo Renato Janine Ribeiro, da USP, a extrema-direita no Brasil adotou uma agenda voltada para a área de costumes, com “ódio cabal aos direitos humanos”. Em palestra em São Paulo, ele disse que o risco no atual cenário político é a contaminação da direita liberal pela extrema-direita
Por Roldão Arruda

  Em palestra proferida em São Paulo, o filósofo Renato Janine Ribeiro, professor da cadeira de Ética e Filosofia Política da USP, afirmou que os grupos políticos de extrema-direita no Brasil estão voltando suas atenções sobretudo para a área de costumes — o que envolve as questões de gênero e os direitos de minorias, como os homossexuais. “O que distingue a extrema-direita hoje no Brasil é quase que mais uma agenda de costumes do que uma agenda política”, afirmou. “A extrema-direita está se distinguindo do restante por um ódio cabal aos direitos humanos.”

 Antes de falar sobre a forma como a extrema-direita age, o professor observou que no Brasil ainda existem preconceitos fortes em relação a expressões como direita e esquerda e que isso torna o diálogo político mais difícil. Ao definir os dois grupos do ponto de vista da ideologia, disse que a direita defende uma sociedade mais competitiva, com pouca interferência do Estado; e que a esquerda quer programas sociais mais intensos, com maior presença do Estado.

 Para a esquerda a questão básica seria a redução das desigualdades. Para a direita, a liberdade, sobretudo a liberdade de empreender. O ideal, do ponto de vista político, seria conseguir um “diálogo bem falante” entre direita e esquerda.

 O diálogo não é possível, porém, com grupos extremistas. Enquanto a direita e a esquerda são democráticas, defensoras da liberdade e dos direitos humanos, a extrema-direita e a extrema-esquerda são contrárias a esses princípios, observou o palestrante.

  Ao se referir ao quadro partidário e ao Congresso, disse que não existem evidências de ação de grupos de extrema-esquerda no atual momento político. A extrema-direita, no entanto, estaria presente em vários partidos, destacando-se com ataques à liberdade de costumes.

 “Atacam o homossexual, a igualdade de gênero, os direitos das mulheres, e por aí. Tudo isso tem um alcance muito grande no Brasil”, assinalou.

  Ao atacarem condutas diferentes, os grupos políticos de extrema-direita estariam ganhando o apoio e se articulando com correntes políticas evangélicas, sobretudo neopentecostais. “Isso está criando uma situação potencialmente perigosa”, afirmou. “Na Câmara, um deputado está propondo uma PEC na qual se diz que todo poder não emana do povo, mas de Deus. Não vai passar, mas é um sinal da loucura que está por aí.”

 Ainda sobre os riscos potenciais da ação da extrema-direita, Janine observou: “O perigoso no Brasil, de certa forma, é a extrema-direita ir se aproximando da direita e contaminando, a ponto de seu apoio se tornar essencial.”

  O cenário é delicado, segundo o filósofo. “A extrema-direita quer aumentar o seu cacife, mas a direita não vê as coisas dessa maneira. Para ela interessa uma extrema-direita radical, que não conhece limites, mas que não se torne hegemônica. Esse é um ponto delicado. A extrema-direita se tornará hegemônica se começar a conquistar gente da oposição, se a oposição começar a achar que o discurso brutal é correto.”

 Sobre essa questão ele também disse: “Estamos tendo no Brasil uma tolerância, que é grande, com condutas antidemocráticas que deveriam ser tipificadas como criminosas… Pregar a volta dos militares deveria ser crime, deveria levar a pessoa para a cadeia. Vários países da Europa criminalizaram a pregação nazista. Nós — que tivemos uma ditadura militar — deveríamos criminalizar a pregação da ditadura.”

 Na palestra que se estendeu por quase duas horas, com perguntas dos convidados, Ribeiro fez críticas à ação do PSDB e do PT e falou de políticas sociais do governo, impeachment, corrupção e insatisfações da classe média, entre outros assuntos. O encontro aconteceu na terça-feira, 10, e foi organizado pelo Quintal Amendola — uma organização que se apresenta como “espaço para discussão, debate e aprendizado”.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Estimulados por trogloditas como Jair Bolsonaro, Olavo de Carvalho e Rodrigo Constantino, a violência fascista dos playboyzinhos sai às ruas: o ator Gregório Duvivier é agredido por um direitista anti-PT

Extraído do Brasil 247:

ÓDIO AO PT FEZ MAIS UMA VÍTIMA: GREGÓRIO DUVIVIER






O ator e poeta Gregório Duvivier, integrante do grupo Porta dos Fundos, foi agredido verbalmente e quase fisicamente no Rio de Janeiro; o motivo: ter declarado seu apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff e criticado a pressão para votar em Aécio Neves; aos berros, num restaurante do Leblon, um radical de direita o classificava como integrante da "esquerda caviar", expressão disseminada no País pelo colunista neoconservador Rodrigo Constantino; discurso de ódio ao PT, que vem sendo alimentado há vários anos por meios de comunicação conservadores, alimenta a radicalização política e a violência; estimulados por brucutus como Constantino, trogloditas de alma fascista saem da toca


247 - O discurso de ódio ao PT (fruto do discurso da Casa Grande a qualquer coisa que cheire de longe à esquerda ou escolha popular), que vem sendo alimentado há vários anos por colunistas de extrema direita e meios de comunicação conservadores, já deságua em violência. Ontem, a vítima foi o poeta e ator Gregório Duvivier, que integra o grupo de humor Porta dos Fundos. O relato está na coluna desta quinta-feira do jornalista Ancelmo Gois:

Gregório Duvivier almoçava ontem no Celeiro, no Leblon, quando um sujeiro disse que não ficaria mais ali porque ia "acabar metendo a porrada" nele. O talentoso ator e escritor ficou calado. 

Mas o agressor continuou o xingamento, dizendo que ele era da "esquerda caviar" e que deveria estar almoçando no bandejão, "já que gosta tanto de pobre". Meu Deus!

Dois dias atrás, em artigo publicado na Folha de S. Paulo, Duvivier criticou a patrulha política para que votasse em Aécio Neves e declarou seu apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff. "Nos postes da cidade, os adesivos se multiplicam. ´Aqui se vota Aécio´. Você, que não vota como o poste: ame o Rio - ou deixe-o. Aqui não é sua área. Aqui se brinda pelo fim da maioridade penal. Aqui a gente cansou da corja do PT e quer gente nova - mas logo quem? O mensalão tucano, a compra da reeleição, o aeroporto, o helicóptero, tudo virou pó", disse ele. “A militância de jipe e os comentaristas de portal não me dão essa opção. Se quem defende causas humanitárias e direitos civis é tachado de petista, não me resta outra opção senão aceitar essa pecha”.

Instantes depois, o colunista neocon Rodrigo Constantino, que escreve em Veja.com e disseminou a expressão "esquerda caviar", publicou artigo afirmando que o apoio de Gregório Duvivier a Dilma representaria "mais um ponto" para Aécio. "Causas humanitárias? Tipo… aquelas adotadas na Venezuela ou em Cuba, países que o PT defende? Direitos civis? Tipo… aqueles presentes nos países islâmicos que o PT também defende? Pergunto-me: pode apenas a burrice explicar algo assim?", questionou o colunista de Veja.com, tão troglodita quanto alguns de seus colegas e o agressor de Duvivier.

Como diria Nelson Rodrigues, os idiotas perderam a modéstia e os agressores, de alma fascista, agora saem da toca