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sexta-feira, 1 de julho de 2016

Investigações sobre o Após Vida no documentário The After Life Investigations, de Tim Colemam


Experimento Scole reduzido


Carlos Antonio Fragoso Guimarães

 Nos nossos dias conturbados, encharcado de valores materialistas (no sentido vulgar e econômico), consumismo, hedonismo e imediatismo, parece ser difícil que as pessoas (em sua maioria) tenha conhecimento de que entre a segunda metade do século XIX e até os dias de hoje, vários cientistas, filósofos e pesquisadores de renome tenham se dedicado à pesquisa e estudo dos chamados "fenômenos psíquicos", espiritualistas e mediúnicos. Citar os nomes seria enfadonho, mas podemos, à guisa de exemplo, recordar nomes como os dos astrônomos Luigi Schiaparelli, na Itália, Camille Flammarion, na França e, mais recentemente, Archie Roy, no Reino Unido, ou dos Prêmios Nobel Charles Richet e o casal de físicopquímicos (também laureados com o Nobel) Pierre e Marie Curie, na França, sem esquecer o do psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, entre uma lista muitos outros.

 Não vamos nos ater nas pesquisas históricas, posto que neste mesmo blog já escrevi sobre isso. Vamos focar mais concretamente em pesquisas mais recentes, que envolveram pesquisadores de renome na Grã Bretanha, entre os anos 1993 a 1998 e que ficou conhecido como O Experimento Scole.

 Os eventos ocorridos em uma casa, na cidade de Scole, Inglaterra, envolviam várias manifestações mediúnicas, entre as quais semi-materializações e efeitos físicos diversos (deslocamento de objetos, aportes, transportes, voz direta, etc.). As pessoas que estavam envolvidas nos eventos queriam divulgá-los, mas temiam o sempre presente ceticismo dos que não vendo, nem se vissem achariam crível. Por isso, convidaram diferentes cientistas e professore universitários, de diferentes áreas do conhecimento, como o citado astrônomo Archie Roy, o biólogo Rupert Sheldrake, entre outros, quase todos membros da centenária Sociedade de Pesquisas Psíquicas, de Londres, e professores de Oxford, Cambrige e outras universidades de renome. Um relato dos eventos e das pesquisas podem ser lidos no livro O Experimento Scole, de Grant e Jane Solomon (Editora Madras) e um resumo dos principais eventos com opinião de parte dos pesquisadores, pode ser visto no excelente documentário The Afterlife Investigations, que foi legendado e divulgado no Brasil pela Pozati Filmes (Veja abaixo o documentário ou clique no link para assisti-lo pelo Youtube). O mesmo documentário mostra, igualmente, as manifestações de transcomunicação instrumental - ou seja, de captação de falas supostamente de espíritos - por meio de aparelhagem eletrônica na presença de certos médiuns. Mais abaixo, segue o link para um vídeo em que há uma entrevista com o diretor e produtor do mesmo, Tim Coleman. 

  Pelo interesse do assunto e riqueza do documentário, deixo ao leitor os vídeos esperando que o mesmo reflita e constitua suas próprias conclusões.:


(link para ver do Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=v_SYq-EFuhE)



(link para ver no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=uiFYlY0gSaY)

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Rupert Sheldrake e a luta por uma "Ciência sem Dogmas"




Texto de Carlos Antonio Fragoso Guimarães



 Rupert Sheldrake (foto) é um daqueles cientistas-pensadores a quem as pessoas inteligentes, em contato com suas ideias, dificilmente ficam indiferentes... Elas, logo de início, ou vêem nele uma espécie de "porta-voz" de intuições há muito acalentadas, mas ainda sem as palavras certas, ou, então, o odeiam por seus questionamentos provocativos à visão tradicional, positivista, determinista e materialista, de mundo, cultivada, e por várias maneiras, imposta pela cultura ocidental, em especial e com bastante ênfase, após a II Guerra Mundial.

    Biólogo, bioquímico, pesquisador (inclusive de áreas consideradas por muitos como "marginais"), escritor e conferencista, Rupert Sheldrake, nascido em 1942, é um britânico que obteve o melhor e viu o pior daquilo que o ocidente pôde oferecer nós últimos 75 anos.

     Estudou ciências naturais na Universidade de Cambridge, Inglaterra, onde recebeu uma bolsa de estudos,  graduando-se com distinção e onde também concluiu o doutorado em bioquímica. Estudou também Filosofia, em Harvard, nos EUA, com especial interesse nas áreas de Epistemologia e Filosofia da Ciência. Foi membro pesquisador de importantes instituições (Royal  Society, Cambridge University - onde foi professor -, etc), com especial foco em biologia celular, bioquímica e fisiologia vegetal, sendo um dos co-descobridores, junto com Philip Rubery, do processo de transporte celular da auxina (hormônio que permitem o alongamento celular) e foi pesquisador importante no desenvolvimento de técnicas de cultivo agrícola em regiões semi-áridas, atualmente muito utilizadas em vários países, em especial a Índia. Desempenha ainda a função de diretor de pesquisas do Perrot-Warrick Project da Trinity College, Cambridge. Porém, o foco de interesse de Sheldrake nos últimos trinta anos tem se descolocado cada vez mais para as questões de epistemologia, ciência de fronteira e psicologia. Este interesse o fez tornar-se pesquisador e membro de instituições de pesquisa de vanguarda - para os quais uma parte dos cientistas tradicionais "normais" torce o nariz -, como o Instituto de Ciências Noéticas, IONS (Institute of Noetic Sciences), fundado pelo ex-astronauta Edgar Mitchell para incentivo e estudo de visões de mundo emergentes e potenciais pouco explorados da capacidade humana, incluindo estados alterados de consciência e fenômenos psi. 

   Detentor de um conhecimento enciclopédico e uma curiosidade intelectual rara - e, para alguns, temerária -, Rupert Sheldrake não se furtou a debates acalorados com representantes da escola mecanicista e materialista de interpretação cientifícista do mundo. Seus questionamentos à várias posições ou "dogmas" intelectuais de cientistas o tornaram figura conhecida. Veja-se, por exemplo, seus questionamentos aos posicionamentos de Richard Dawkins (clique aqui para assistir a um vídeo, em inglês, sobre este embate).   Sua principal - e mais instigante e polêmica - contribuição teórica refere-se à chamada Teoria dos Campos Mórficos ou Morfogenéticos, apresentado com detalhes em vários de seus livros, em especial Uma Nova Ciência da Vida (Ed. Cultrix, São Paulo) e em A ressonância mórfica & a presença do passado (Ed. Piaget, Lisboa). Nesta teoria - que aproxima a biologia da Psicologia de Carl Gustav Jung e da teoria do Modelo Organizador Biológico do brasileiro Hernani Guimarães Andrade, bem como das ideias pioneiras de Ludwig von Bertalanffy, pondo-o ao lado de pesquisadores e epistemólogos como Prigogine, Maturana, Varela, Capra e Edgar Morin -, questiona-se a visão mecanicista cartesiana atualmente dominante, que dá por explicado qualquer comportamento dos seres vivos mediante o estudo analítico e linear de suas partes constituintes e sua posterior redução para as leis químicas e físicas. Ante tal modelo, Sheldrake propõe a ideia de que os elementos biofísicos e bioquímicos estruturais (proteínas, etc.) são postos em formação e atividade por ativação do DNA e orientação intercelular pelos campos morfogenéticos, os quais ajudam a compreender como os organismos adotam as suas formas e comportamentos característicos (um texto básico sobre a teoria pode ser lido clicando-se aqui). 

  Em tese, os campos morfogenéticos são campos de conformações estruturais, ou seja, atuam sobre o substrato biofísico direcionando formas, campos padrões, estruturas de ordem. Estes campos organizam não só o desenvolvimento de organismos vivos, mas também de cristais e moléculas e explicariam a ação psíquica entre seres vivos, que escapam ao modelo mecanicista de realidade, ainda em vigor. Veja um vídeo (legendado em português) onde o próprio Sheldrake apresenta sua teorias e implicações do Campo Morfogenético, clicando aqui.

  Contudo, uma das maiores contribuições de Sheldrake está no questionamento e demonstração das "estruturas dogmáticas" que, conformando a percepção e pensamento de muitos cientistas, transformam a ciência - um empreendimento que deveria ser aberto e continuamente questionador dos limites do saber - em uma espécie de feudo semi-fechado, cientificista, onde novos guardiões da verdade decidem, a priori, o que é possível e impossível no mundo, dando a entender que já sabem tudo, ou ao menos, a essência da realidade que nos cerca.

  Seu mais recente livro publicado em português, Ciência sem Dogmas, é, justamente, uma demonstração desta visão tacanha, onde "o maior delírio do pensamento científico atual é a crença de que ele ja compreende a natureza da realidade". Sheldrake, na obra, mostra que as pressuposições paradigmáticas mecanicistas implícitas na visão geral de muitos cientistas cristalizaram-se em dogmas que, no fim, por mais úteis que sejam ao pensamento do capitalismo - que, aliás, serve de "justificativa" a atacar o trabalho de gênios da ciência quando seus trabalhos contrariam os interesses do capital, como foi o caso, entre outros, de Nikola Tesla e suas pesquisas de produção e distribuição gratuita de eletricidade e transmissão sem fios-, estão restringido a própria ciência que acaba por ter traços de uma espécie de religião laica  - o que, aliás, era a pretensão de certos filósofos positivistas, em especial Augusto Comte -, transformando a ciência em cientificismo. Sheldrake analisa cientificamente estes dogmas e aponta suas falhas, limitações e aspectos nocivos, mostrando que a ciencia seria mais rica, mais humana, mais atraente sem eles. Portanto, seu livro, como ele mesmo afirma, é "pró-ciência. Quero que ela seja menos dogmática e mais científica".

   A profundidade, alcance e estímulo intelectual desta obra é difícil de ser resumida em poucas palavras. Sugerimos que o leitor interessado  veja o seguinte vídeo abaixo (com legendas em português) onde o próprio Rupert Sheldrake faz uma apresentação geral do mesmo e que, claro, leia o livro.


A Ciência Libertada | Palestra Rupert Sheldrake 2012 Leg. PT- BR





quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Biologia, Psicologia e Espiritualidade em discussão sobre a Sincronicidade


   "O Biólogo britânico Dr. Rupert Sheldrake e o famoso psiquiatra suíço Dr. Carl Jung adotaram diferentes, mas complementares, abordagens para a sincronicidade. Sincronicidade refere-se a coincidências que aparecem entre o estado mental de alguém e os eventos que ocorrem no mundo externo em que se encontra esta pessoa."

Segue texto, traduzido, extraído do site Epoch Times:

Biologia, Psicologia e Misticismo Unidos na Discussão da Sincronicidade


Texto de  Tara McIsaac, Epoc Times, 1º de setembro de 2015

Tradução e notas de Carlos Antonio Fragoso Guimarães



À esquerda, Dr. Rupert Sheldrake, biólogo e bioquímico, que escreveu amplamente sobre a "mente extendida". À direita, o psiquiatra Carl Gustav Jung, que cunhou o termo "sincronicidade".


  O universo é cheio de mistérios que desafiam nosso conhecimento atual. Em "Beyond Science" Epoch Times recolhe histórias sobre esses fenômenos estranhos para estimular a imaginação e abrir inimagináveis ​​possibilidades. Elas são verdadeiras? Você decide.

  O Biólogo britânico Dr. Rupert Sheldrake e o famoso psiquiatra suíço Dr. Carl Jung adotaram diferentes - mas complementares - abordagens para a sincronicidade. Sincronicidade refere-se a coincidências que aparecem entre o estado mental de alguém e os eventos que ocorrem no mundo externo em que se encontra esta pessoa.

  Um exemplo simples, bem comum, é aquele que ocorre quando você pensa em alguém e seu telefone toca instantaneamente e é essa pessoa na linha. Mas muitas sincronicidades são mais bizarras e complexas.

 Jung cunhou o termo "sincronicidade" e abordou este fenômeno misterioso de uma perspectiva psicológica, formando uma base teórica para entendê-lo. Sheldrake - que conta entre as suas credenciais o fato de trabalhar em biologia do desenvolvimento na Universida de Cambridge - tem gasto décadas na coleta de evidências para sustentar a existência física de um campo psíquico que se estende além do corpo. Sua especialidade é a "mente estendida".

 Uma recém-gravada entrevista exclusiva com Sheldrake será incluída em um webinar (discussão via internet) a começar no dia 27 de setembro, intitulado "Jung e Sheldrake: Sincronicidade & Mente Estendida" O webinar vai abrir uma discussão sobre sincronicidade ante uma variedade de diferentes perspectivas. O anfitrião da discussão, Gary Bobroff, é um autor, palestrante e líder da oficina com um mestrado em psicologia; sua co-anfitriã, Cynthia Cavalli, tem um Ph.D. em Sistemas Humanos, uma MBA e uma especialização em Física.

   A Perspectiva do biólogo

  Começando com a pesquisa "mente estendida" de Sheldrake, Bobroff disse à Epoch Times sentir que pode fundamentar a discussão da sincronicidade na ciência física.

 Um exemplo da pesquisa de Sheldrake ao longo desta linha são seus estudos sobre a sensação de estar sendo observado. É do conhecimento comum entre investigadores, inspetores de drogas de aeroporto, detetives privados, atletas de artes marciais, entre outros, que as pessoas podem sentir quando outros estão olhando para elas, Sheldrake, disse em um vídeo gravado em 2014  intitulado Synchronicity: Simpósio Matéria & Psique.

  Os estagiários e treinandos para os serviços britânicos, disse ele, são orientados para não olhar as costas das pessoas quando as seguirem porque elas são susceptíveis de virarem-se.

  Bobroff disse que seu primo, um reservista das Forças Armadas do Canadá, também foi treinado recentemente para não olhar diretamente para alguém que ele esteja tentando investigar. Os desportistas marciais, por outro lado, treinam para aumentar a sua sensibilidade ao olhar dos outros para, assim, estarem mais propensos a sentir a aproximação de um adversário.

  Sheldrake citou um estudo no Museu da Ciência Amsterdam com dezenas de milhares de pessoas para ver se eles poderiam corretamente adivinhar se alguém estava olhando para eles.

  No estudo, a uma pessoa seria dito aleatoriamente para olhar para um sujeito ou desviar o olhar e pensar em outra coisa. O suejti-alvo teria de decidir dentro de 10 segundos se ele ou ela estava sendo olhado. As taxas de sucesso foram significativamente acima do acaso esperado. Crianças com menos de 9 anos de idade foram especialmente sensíveis.

  "Os professores usam o poder do olhar o tempo todo", disse Sheldrake.

  Ele também citou um estudo pelo Dra. Marilyn Schlitz, com sujeitos em que se registou uma resposta galvânica da pele quando eles estavam sendo observados através de um circuito fechado de TV.

  Nestes e em outros estudos que Sheldrake tem revisto ou conduzidos sugerem, diz ele, que a mente pode ter algum impacto físico além para do corpo. Em sincronia, tudo indica que a mente de uma pessoa e o mundo à sua volta parecem estar conectadas de uma maneira misteriosa.

 Como a Emoção está envolvida

  Bobroff observou que o trabalho de Sheldrake também destaca o papel da emoção na criação ou ecolosão da sincronicidade.

  Olhando para os estudos acadêmicos sobre Psi (fenômenos psíquicos, incluindo clarividência, precognição, telepatia, etc.) ao longo do século passado, Sheldrake destaca que as maiores taxas de sucesso destes eventos ocorrem entre os membros da família - e especialmente entre gêmeos. As piores taxas de sucesso foram encontrados entre aqueles que não acreditavam em psi. Essas pessoas ficaram abaixo da média. Eles mostraram um resultado estatisticamente significativo por estarem abaixo do acaso, sugerindo que descrença pode impactar negativamente psi - ironicamente, um evento que, por desviar-se da média de acertos esperada pelo acaso, acaba por apoiar a hipótese de que psi existe .

(Nota do Tradutor. - O Termo PSI é utilizado, atualmente, para denominar as capacidades metapsíquicas ou parapsicológicas, como, por exemplo, a precognição ou a telepatia).

 Estados e atitudes emocionais parecem afetar ( fortalecendo ou enfraquecendo ) a parte da "mente" que se estende para além do corpo.

 "Não há tal coisa como uma sincronicidade, sem que haja sentimento", disse Bobroff. "Existe uma maneira de um pai pode saber se um filho ou filha do outro lado do mundo está em perigo. Há uma indicação de que esses campos prolongados de consciência não são simplesmente apenas campos mentais, eles também são campos emocionais. " 

(Nota do Tradutor: O pesquisador francês Charles Richet (1850-1935), Prêmio Nobel de Medicina em 1913, cunhou o termo Criptestesia, ou seja, conhecimento oculto, para a capacidade - quase sempre espontânea e inesperada - de se obuter um conhecimento inabitual, fora do alcance dos sentidos. A Sincronicidade, por sua vez, parece envolver uma espécie de ressonância entre um estado mental-emocional e o meio físico ao redor. De fato, algum evento externo parece "estar ligado" a um momento psicológico especial do sujeito a quem ocorrem o fenômeno. Isso implica que um aspeco de nosso psiquismo se expressa para além do corpo, para além do cérebro, ainda que de modo inconsciente).

  A Perspectiva do Psicólogo

 Jung advertiu contra uma analise das sincronicidades de uma forma apenas baseada na razão ou expectativas do ego, ou, seja, da parte consciente da mente, explicou Bobroff. Por exemplo, uma coincidência relacionada com um relacionamento romântico pode não significar necessariamente que a relação está "destinada a existir." Não devemos expor sincronicidades para dizer o que queremos ou gostaríamos que elas signifiquem.

 Bobroff estava dirigindo em sua província natal de Saskatchewan, no Canadá, em direção ao oeste de Calgary, na província de Alberta. Ele parou para abastecer e ali encontrou-se com a sua namorada do colegial. Ela também estava indo para Calgary, Alberta. Perceberam, então, que fazia naquele dia exatamente há dez anos que eles tinham viajado juntos para Calgary, como namorados.

"Eu não acho que seja necessariamente a resposta do ego para "Devemos voltar a ficar juntos? '", Disse. Em vez disso, há simplesmente "algo em nosso mundo que honra conexões do coração."

  Ele também reflete sobre os antigos modos de pensamento chineses para entender a sincronicidade. "Eu sou sincero em minha ligação com o universo?", pergunta a si mesmo. Ele reflete que tipos de mudanças está sendo chamado a fazer pelo evento, daqui para frente. Jung também teve sincronicidades como sinais para olhar para dentro e refletir.

  Para Bobroff, sincronicidade reúne o espírito e a matéria. Ele traz mistério, magia, um espírito de volta em um momento em que "estamos tão alto em nós mesmos que até pensamos que fomos nós inventamos o mundo."