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sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Que faremos agora, Brasil? Por Dora Incontri



Qualquer pessoa que tenha a oportunidade e a força de escrever, de falar, de gritar, seja na rua, no Face, no Twiter, num blog ou meramente para os amigos, não pode se calar, não pode se isentar diante das calamidades a que estamos assistindo todos os dias.



Que faremos agora, Brasil? por Dora Incontri

Mas é infâmia demais… Da etérea plaga
Levantai-vos, heróis do Novo Mundo!
Castro Alves
Quando vi Caetano num vídeo feito no México, pálido e trêmulo, pedindo para que se tomassem providências para proteger os Wajãpis no Amapá, que estavam sendo atacados… vi que não podia falar de amenidades, hoje, nessa coluna. Aliás, não temos podido mais falar de amenidades, e eu não tenho me eximido de tocar nas feridas abertas. Qualquer pessoa que tenha a oportunidade e a força de escrever, de falar, de gritar, seja na rua, no Face, no Twiter, num blog ou meramente para os amigos, não pode se calar, não pode se isentar diante das calamidades a que estamos assistindo todos os dias.
As facadas que mataram o cacique dos Wajãpis são as mesmas que cortam a floresta. São parentes dos tiros que mataram Marielle, que teria feito 40 anos na semana passada. As facadas estão nas palavras do presidente (sic) que ameaçam um jornalista que está fazendo seu trabalho e mostrando ao mundo a sujeira do judiciário. As facadas não são as que ele supostamente levou, as que o livraram dos debates, as que não o fizeram sangrar e dadas por alguém que já está solto.
As facadas são as que sentimos todos os dias no peito, quando lemos sobre o desmonte do país, quando vemos que há um mês estão presos em São Paulo, por prisão política, Preta Ferreira e companheiros, por lutarem por um teto pelos sem teto…, quando lembramos de Lula preso no frio de Curitiba, quando está público e notório que sua condenação foi fruto de um ato inquisitorial.
Facadas são as que nos fazem chorar ante a dor dos que padecem fome e ainda são vistos cinicamente como uma mentira; ante cobertores novos arrancados de moradores de rua em São Paulo, em pleno inverno, por policiais endurecidos, comandados por um prefeito sem humanidade.
Facadas são as que se afundam em nosso coração, ao vermos a ciência, as universidades, as artes, todo nosso patrimônio cultural, tão duramente construído, estar na mira de terraplanistas, que votam na ONU junto com as ditaduras mais retrógradas do planeta.
Estamos assistindo a um projeto de terra arrasada e a impotência dos que têm lucidez para enxergar isso está levando muito gente à desesperança, ao desespero, à depressão. Sou diariamente procurada por gente, que conheço ou não, para o desabafo do total desencantamento.
Pois aqui evoco Kardec, uma das minhas inspirações. No Livro dos Espíritos, há uma pergunta e uma resposta que se adequam muito bem ao momento presente:
– Por que no mundo, os maus exercem maior influência do que os bons?
– Pela fraqueza dos bons. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos; quando quiserem, terão a preponderância.
Onde estão os brasileiros solidários, os humanistas, os que acreditam que é preciso respeitar a vida, praticar a justiça imparcial e diminuir a miséria, a violência e, acima de tudo, preservar o Brasil como nação soberana e unida? Estão intimidados, paralisados, atônitos? Por que não se faz uma grande frente democrática nacional, unindo políticos suprapartidariamente, artistas, intelectuais, juristas, movimentos sociais, religiosos progressistas e também militares que ainda tenham um pouco de amor à pátria, e se organiza uma resistência contra a barbárie? As diferenças agora não importam. O passado de dissenções agora não importa. É preciso uma ação emergencial, para nos deter à beira do abismo.
Mas para todos nós no dia a dia da desesperança, o que nos cabe fazer? A resistência diária é nos solidarizarmos mutuamente, trabalhar nas bases para socorrer, consolar, ajudar. Não desistirmos da música, da poesia, da arte, da prece, do amor e da companhia das pessoas que nos fazem bem. Porque precisamos reunir forças, permanecermos saudáveis psiquicamente, até que a tempestade passe e enxerguemos a luz no final de não sei quantos anos.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Ultraconservadores reacionários e farisáicos querem "depor" o Papa Francisco.

Resultado de imagem para Papa Francisco contra os Reacionários


"A reforma da Cùria não é um lifting. Não devemos temer as rugas, mas sim as manchas"

Papa Francisco

I - Introdução

 O velho e o novo, ou melhor, o vivo e o morto, o real e o falso moralismo também se chocam nas instituições humanas milenares, como a Igreja Católica Romana, onde a mensagem mais cristalina iniciada há dois mil anos pelo movimento de Jesus de Nazaré, um judeu esquecido nos confins de parte do Império romano, foi engessada e modificada por séculos de clericalismo elitista, machista, imperialista e hipócrita. Apesar dos esforços de renovação, que no século XX teve nomes como João XIII e dos que constituiram a Teologia da Libertação, a velha máquina carquética da Curia romana sempre acabou por por de volta senão toda a velha estrutura, a maior parte de seu núcleo embolorado.

Hoje, com Francisco como Papa, novo movimento de renovação e conscientização recomeça e, com ele, de novo os mesmos velhos embates entre esperança e mesmície, as ideias que resgatam a mensagem viva do Cristo e os embalsamados costumes dogmáticos humanos.

  Como diz o jornalista Mauro Lopes,

  Aprofundam-se os embates na Igreja. O Papa aproveitou mais uma vez a reunião natalina com a Cúria romana para denunciar os conservadores que desejam manter a Igreja sob seu controle nos moldes do Concílio de Trento. O líder dos ultraconservadores, o cardeal Burke, prossegue com suas fanfarronices: depois de dizer quer aplicará uma "correção formal" ao Papa agora afirma que "deporá" Francisco.

  Vejamos, então, sobre isto o que diz o site espanhol Periodista Digital:

II - Francisco arremete contra las "resistencias maliciosas, nacidas de mentes distorsionadas"


 
Francisco, en su discurso de Navidad a la Curia

"La reforma de la Curia no es un lifting. No debemos temer a las arrugas, sino a las manchas"


El Papa reivindica el trabajo realizado y clama por "una auténtica conversión" del aparato curial

Jesús Bastante, 22 de diciembre de 2016 a las 11:27
Es indispensable que cada dicasterio adopte una política de formación permanente para evitar caer en la rutina del funcionariado. La otra parte es acabar con la práctica del “promoveatur et removeatur” esto es un cáncer
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Francisco, firme a la hora de reformar la Curia

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El Papa y la Curia

  • Francisco, firme a la hora de reformar la Curia
  • El Papa y la Curia
  • El mensaje a la curia más duro de la historia
  • El Papa rodeado por la curia
  • Francisco, firme a la hora de reformar la Curia
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(Jesús Bastante).- Si alguien quería respuestas, aquí van unas cuantas. El Papa Francisco lanzó esta mañana un duro, durísimo alegato contra algunas "resistencias maliciosas" que vienen de "mentes distorsionadas" auspiciadas "por el diablo", durante su discurso navideño a la Curia Romana. Un discurso en el que Bergoglio aprovechó para reivindicar la tarea realizada y para insistir en una docena de "mandamientos" para continuar reformando a la Iglesia.
Unas palabras que fueron escuchadas bajo un silencio impertérrito por parte de los responsables curiales, y que no pasarán desapercibidas a los cuatro cardenales, pero tampoco a aquellos a los que Francisco denominó como ejemplos de "gatopardismo espiritual": los que aplauden al Papa pero no hacen nada. Un auténtico toque de atención que vuelve a colocar el centro de la reforma curial no en un cambio de cromos, sino "en una auténtica conversión".
Francisco entró en la sala Clementina pocos minutos después de las diez y media de la mañana. Allí le esperaba la Curia, capitaneada por el cardenal Sodano quien, como decano del Colegio Cardenalicio, dirigió unas palabras a Francisco, mostrando su "cercanía" al Pontífice. Se trata de la cuarta ocasión en la que, antes de la Navidad, Bergoglio se reúne con los curiales. Sodano dio las gracias al Papa por el Año de la Misericordia, y recalcó cómo el nacimiento de Jesús "es la primera prueba de la misericordia".
Sodano agradeció al Papa su empeño por el diálogo interreligioso, así como su trabajo por la paz en Oriente Medio, especialmente en Siria. "Venerado y amado Papa Francisco, deseamos continuar prestando nuestro humilde servicio a usted, como pastor de la Iglesia y como buen samaritano y pastor del mundo".
Francisco arrancó su largo discurso subrayando que "la Navidad es la fiesta de la humildad amante de Dios", donde "la lógica divina supera nuestra lógica humana". Por ello, "en Navidad estamos llamados a decir sí, con nuestra fe, a Dios, que es el humilde amante".


Desde esa humildad, y diciendo no a "la lógica mundana, del poder, del comando, de la lógica farisea y determinista", Francisco habló del cuadro de la reforma de la Curia que, como los ejercicios espirituales ignacianos, ha de trabajar en estas claves: "deformata reformare, reformata conformare, conformata confirmare e confirmata transformare". Un proceso de cambio continuo.
"La Buena Noticia debe ser lanzada a todos, especialmente a los pobres, humildes y descartados, conforme a los signos de los tiempos y estando atentos a los hombres y mujeres de hoy", señaló el Papa, quien recordó que la Curia tiene, entre otros fines, "colaborar al ministerio del sucesor de Pedro, para sostener al Romano Pontífice en su labor ordinaria, plena y universal".
"Siendo la curia un aparato que no es inmóvil, la reforma es un signo de la Iglesia en camino, en peregrinación. Una Iglesia viviente, y por esto, porque vive, siempre reformándose. Se reforma porque está viva. La reforma es un proceso de crecimiento y conversión", recordó Bergoglio, quien añadió que la reforma "no es un fin estético, ni puede ser entendida como un lifting, y menos como una operación de cirugía plástica para quitar las arrugas". Porque "no debemos temer a las arrugas, sino a las manchas".
En este punto, el Papa insistió en que "la reforma será eficaz solo si se actúa con hombre renovados, y no simplemente con nuevos hombres". "No basta con cambiar el personal, que habrá que hacerlo, sino con la conversión de personas. No basta con la formación permanente. Hace falta una conversión y purificación permanente. Sin el cambio de mentalidad, los esfuerzos son en vano".


En este punto, Francisco recordó cómo, en las ocasiones precedentes, denunció las "enfermedades" de la Curia. Hoy explicó por qué. "Era necesario hablar e enfermedades y curas, porque es imprescindible el diagnóstico, el análisis y la prescripción", y entre ellas, de los distintos tipos de resistencias.
En primer lugar, "la resistencia abierta, que nace de la buena voluntad y del diálogo sincero". En segundo término, "las resistencias ocultas, que nacen de corazones petrificados que se alimentan de las palabras vacías, del 'gatopardismo espiritual' de quien dice verbalmente que está dispuesto a cambiar, pero quieren que todo siga como antes".
Y, finalmente, "una resistencia maliciosa, que nace de mentes distorsionadas y que se da cuando el diablo inspira malas intenciones, a menudo con piel de cordero". "Este último tipo de resistencia -declaró el Papa- se esconde detrás de las palabras de justificación y, en muchas ocasiones, acusatorias, refugiándose en las tradiciones, las apariencias, los trámites, en lo conocido o en su deseo de llevarlo todo a lo personal, sin distinguir entre el acto, el actor o la acción".
Esto no quiere decir que no se pueda criticar, más bien al contrario. Y es que "la ausencia de reacción es un signo de muerte. Una buena resistencia es necesaria y merece ser escuchada, aceptada y animo a expresarla. Es una señal de que todo el cuerpo está vivo".
"Todo esto quiere decir -afirmó- que la reforma de la Curia es un proceso delicado que debe ser vivido con fidelidad a lo esencial, con un continuo discernimiento, con valentía evangélica, con la sabiduría eclesial, con la escucha atenta, con medidas duras, con silencio positivo, con firmes decisiones, y con mucha oración, mucha oración, con profunda humildad, con visión clara, con pasos concretos hacia adelante y - cuando sea necesario - incluso con retrocesos, con voluntad decidida, con vitalidad vibrante, con la autoridad responsable, con la obediencia incondicional ; pero en primer lugar con la entrega de la guía segura del Espíritu Santo, confiando en Su apoyo necesario". Y no con tácticas secretistas o denuncias formales o amenazas de cisma.


Tras la declaración de intenciones, el Papa trazó los doce "criterios-guía" para la reforma de la Iglesia. Son los siguientes:
1.- Individualidad: "conversión personal", sin la que será posible cualquier reforma. "La verdadera reforma es la de los hombres. La conversión personal soporta y refuerza la comunitaria. Una sola persona puede hacer tanto bien a todo el cuerpo, o dañarlo mucho".
2.- Pastoralidad: conversión pastoral. "Imagen del pastor, siendo la Curia una comunidad de servicio, estamos llamados al ejemplo de Dios, el buen pastor, plenamente renovados a nuestra misión. Aunque en nuestros ambientes de trabajo podamos trabajar un fuerte sentido pastoral. Que ninguno se sienta maltratado y todos puedan experimentar la cura del buen pastor". "El empeño de todo el personal de la Curia debe ser animado por un servicio de comunión, antídoto contra la vana ambición y la rivalidad", recalcó el Papa.
3.- Misionariedad: o "Cristocentrismo". Aquí, Francisco pidió "dinamismo evangelizador", pues "sin lealtad de la Iglesia a la propia vocación, se corrompe en poco tiempo".
4.- Racionalidad: "Todos los dicasterios son jurídicamente parejos entre ellos, resultaba necesaria una reestructuración. Las competencias deben ser respetadas y distribuidas con racionalidad y eficacia... Ningún dicasterio puede atribuirse la competencia de otro".
5.- Funcionalidad: "El eventual agrupamiento de dicasterios en uno único sirve para dar al nuevo una relevancia mayor, y la interacción ayuda a una mayor funcionalidad. Requiere la revisión continua de los roles y de la responsabilidad del personal"
6.- Modernidad o aggiornamento: "escuchar los signos de los tiempos. Que los dicasterios de la Curia se adapten a las necesidades de la Iglesia universal".
7.- Sobriedad: "Es necesaria una simplificación en los elementos de la curia, simplificación de los dicasterios. Eventuales supresiones de oficios que no son necesarios, o reducción de las comisiones, academias, etc... todo en vista de la sobriedad".
8.- Subsidiariedad: o "reordenamiento de competencias específicas de los dicasterios" para alcanzar una interconexión en el servicio. "Resulta necesario el respeto entre las diversas competencias, para que esa sea la ayuda inmediata del Papa". Será la Secretaría de Estado, añadió, quien avalará esta unidad, interdependencia y coordinación.
9.- Sinodalidad: "El trabajo de la curia debe ser sinodal (...) La sinodalidad debe ser vista en el interior de cada dicasterio, dando mayor frecuencia a las sesiones ordinarias. Se ha de evitar la fragmentación, que puede venir por varios factores".
10.- Catolicidad: "La Curia debe asumir a personal procedente de todo el mundo, diáconos permanentes, laicos y laicas, sobre la base de la vida espiritual y moral y su competencia profesionales. Acceso a un número mayor de fieles laicos, especialmente donde pueden ser más competentes que los clérigos o consagrados. De gran importancia es el valor de la mujer y el laico en la vida de la Iglesia, con una particular atención a la multiculturalidad".
11.- Profesionalidad: "Es indispensable que cada dicasterio adopte una política de formación permanente para evitar caer en la rutina del funcionariado. La otra parte es acabar con la práctica del "promoveatur et removeatur" esto es un cáncer".
12.- Gradualidad: discernimiento. "Un cambio de tiempo y de etapa. En este caso no se trata de indecisión, sino de la flexibilidad necesaria para poder hacer una verdadera reforma".


Tras los criterios, el Papa puso en valor todos los pasos dados hasta la fecha, desde la creación del C9 a la reforma de los Estatutos de la Academia por la Vida, pasando por la COSEA, AIF, Secretaría para la Economía y el consejo para la Economía, Pontificia comisión para la Tutela de Menores, Secretaría para la Comunicación, los motu propio sobre la Negligencia de los obispos en el ejercicio de su oficio, la creación de los Dicasterio para los Laicos, la Familia y la Vida y el Dicasterio para el Servicio Humano Integral (Justicia y Paz, Cor Unum, Inmigrantes y Cooperadores Sanitarios)
"He comenzado hablando del significado de la Navidad, el corazón, el centro de la reforma es Cristo. Quiero concluir solo con una palabra y una oración. La palabra es que la Navidad es la fiesta de la humildad amante de Dios", apuntó. En su oración, clamó por "curar todo orgullo y toda arrogancia".
Al término de sus palabras, el Papa anunció un regalo: la nueva edición, revisada, de un libro del jesuita Claudio Acquaviva, "Aggiornamenti per curar le malattie dell'anima". La idea, curiosamente, se la dio, hace dos años, el cardenal Brandmüller, uno de los cuatro "dudosos". Quien tenga oídos..




domingo, 22 de maio de 2016

Abraham Lincoln sobre o silêncio covarde ante o avanço da maldade e do retrocesso



domingo, 6 de março de 2016

O "partido do judiciário" já nem disfarça mais seu autoritarismo... Por Fernando Brito



A nota da Força Tarefa (o nome, de origem bélica, já bem denota a sua natureza) chamando de “cortina de fumaça” às inúmeras críticas à condução coercitiva de Lula a uma sala do Aeroporto de Congonhas — críticas vindas de todas as partes, inclusive de um Ministro do Supremo, Marco Aurélio Mello — é só uma patética demonstração do autoritarismo que impera do que, sob a inação de seus órgãos superiores, transformou-se o “Partido do Judiciário e Arredores”, porque a ele também se filiam o Ministério Público e a Polícia Federal.

Já se mostrou aqui o esdrúxulo despacho de Sérgio Moro de que Lula  só deveria ser conduzido coercitivamente “caso o ex-presidente, convidado a acompanhar a autoridade policial para depoimento, se recuse a fazê-lo”, que revela um ardil porque, sem a intimação regular, não há como falar em “convite” da autoridade policial que, na prática é um “venha comigo por bem ou por mal”.

É tão insólita essa ordem que dá para a gente se perguntar: Lula aceitou o “convite”? Se tivesse aceito, poderia ter ido no próprio carro? Ou o “convite” só vale dentro do camburão da PF?

Agora, são os promotores que invocam artigos do Código de Processo Penal (todos eles, aliás, prevendo a medida apenas após intimação não atendida) e uma decisão do Supremo que pouco parece ter a ver com o caso, porque não se trata de inciativa autônoma, imediata, da autoridade policial, mas de ato judicial adrede preparado.

Tão moderados… Porque não contam que queriam levar também de camburão a D. Mariza e só não o fizeram porque Moro pisou no freio de suas ambições meganhescas?

Porque não tomaram a termo as declarações de Lula em sua própria casa, se estavam tão preocupados em prevenir tumultos e exposições desnecessárias.

A resposta é só uma: é o espalhafato, a pirotecnia.

O efeito político do gesto de ousadia.

É isso o que o país está condenando e  até desafetos de Lula reconhecem ter sido um desastre para eles, ao ponto de Elio Gaspari ter admitido hoje que “Moro deu a Lula o papel de coitadinho”.

Não, Gaspari, coitado é o Brasil, que não merecia ter servidores públicos tão regiamente remunerados para fazerem isso: servirem apenas a seus próprios ódios e ambições.

Fernando Brito
No Tijolaço

sexta-feira, 13 de março de 2015

Brasileiros começam a reagir à tentativa de Golpe midiaticamente fomentada.



   A tentativa de golpe para derrubar a Presidenta Dilma Rousseff, democraticamente eleita há quase cinco meses, e que tomou forma a partir do conluio entre interesses empresariais, internacionais e midiáticos, começa a ser seriamente enfrentada pelos brasileiros, a começar pela Internet. O Hashtag no Twitter #GloboGolpista está há mais de 36 horas no topo dos mais acessados, chamando a atenção do mundo sobre o envolvimento das Organizações Globo, dos Marinhos, na tentativa de Golpe:




No site da Telesur, TV norte-mericana, podemos ler:

Brazilians Respond to Destabilization Plans with #GloboGolpista


 The biggest media group in the country has been involved in efforts to impeach President Dilma Rousseff.


 Brazilians took to social media Thursday to criticize the role that the Globo media empire is playing against President Dilma Rousseff.

 The hashtag #GloboGolpista, meaning Globo Coup-backer, has been trending throughout the country, as the graph below shows (...)

Tradução:

  Brasileiros Respondem aos Planos de Desestabilização com #GloboGolpista

  O maior gurpo de mídia no país envolve-se em esforços para impedir a Presidente Dilma Rousseff.

 Brasileiros tomaram a mídia social (Twitter) quinta-feira para criticar o papel que as organizações do império Globo desempenha contra a Presidenta Dilma Rousseff.

O hashtag #GloboGolpista, ou seja, da Globo como Golpista de Estado, tornou-se o tópico mais discutido do país, como o grpafico abaixo mostra (...)

 Leia a matéria completa da Telesur, em inglês, clicando aqui.

 O modo como a grande mídia, com especial ênfase na Rede Globo, por meio de intensiva manipulação tenta dar um golpe no Brasil contra a Presidente democraticamente reeleita, Dilma Rousseff, e o poder aberrante de uma única empresa familiar nos meios de comunicação foram destacados pela Telesur a partir do impacto mundial do Hashtag #GloboGolpista como tópico mundial (trends topics) mais debatido no Twitter desde meados da quinta-feira até todo o dia de ontem. Confira a exposição original da Telesur clicando aqui. Uma tradução em português pode ser acessada aqui.

 A Telesur faz um levantamento, a partir das postagens no Twitter e em fatos, dos vários envolvimentos das Organizações Globo em tentativas e golpes anteriores, antes mesmo da Rede Globo, enquanto sistema de televisão, existir. Através de O Globo, por exemplo, Roberto Marinho teve papel importante na crise que abateu Getúlio Vargas e na orquestração do Golpe Militar de 1964. 

 Também as controversas e conhecidas manipulações jornalísticas das Organizações Globo foram citadas na matéria da Telesur, indo da Edição do "debate" Lula e Collor às vésperas das eleições presidenciais de 1989 (e que foi decisivo na vitória deste último), à atuação do poderoso direitor de jornalismo da empresa, Ali Kamel, que persegue blogueiros que o criticam (como o fez, por exemplo, com Miguel do Rosário, também citado no artigo da Telesur). Outro diretor da Rede Globo, Erick Bretas, também é lembrado, especialmente por terr expliciticamente divulgado que participará das manifestações contra Dilma, no dia 15 de março. A atuação da Globo, em conluio com empresários, como Paulo Jorge Lemman, para derrubar o governo também é lembrada pela Telesur







Também site nacionais, como O Pragmatismo Político, Conversa Afiada, Ligado na TV, entre

outros, também noticiaram o feito (que dificilmente será 

citado na grande mídia comprometida).