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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

O Cinema do Brasil no Topo: Com denúncia contra a Ditadura e a direita canalha brasileira, o filme "O Agente Secreto", de Kléber Mendonça com Wagner Moura, vence o Globo de Ouro nos EUA

 


O cinema brasileiro viveu uma de suas noites mais marcantes no Globo de Ouro neste domingo (11), em Los Angeles, com “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, conquistando o prêmio de melhor filme em língua não inglesa e Wagner Moura sendo consagrado melhor ator em filme de drama...

Do AFP e ICL Notícias:

BRASIL NO TOPO

Melhor filme estrangeiro e melhor ator



Por AFP

O cinema brasileiro viveu uma de suas noites mais marcantes no Globo de Ouro neste domingo (11), em Los Angeles, com “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, conquistando o prêmio de melhor filme em língua não inglesa e Wagner Moura sendo consagrado melhor ator em filme de drama, dobradinha que colocou o Brasil no centro da principal premiação pré-Oscar.

O reconhecimento veio por um mesmo trabalho: em “O Agente Secreto”, Moura interpreta um personagem imerso em uma trama ambientada durante a ditadura militar, marcada por tensão psicológica, ambiguidade moral e crítica às estruturas de poder, elementos que dialogam com a tradição autoral do diretor e ajudaram a projetar o filme como um dos títulos mais celebrados da temporada internacional de prêmios.

“É um filme sobre memória, a falta dela e um trauma geracional. Eu acho que se um trauma pode ser passado por gerações, os valores também podem. Esse prêmio vai para quem está seguindo seus valores em momentos difíceis”, disse o ator baiano em seu discurso ao receber o prêmio.

Apesar do reconhecimento individual e do prêmio internacional, “O Agente Secreto” acabou derrotado na categoria principal de melhor filme de drama, que ficou com “Hamnet”, da diretora chinesa Chloé Zhao. Ainda assim, o longo brasileiro se consolidou como um dos títulos mais comentados da temporada, ampliando sua projeção internacional e reforçando a presença do Brasil na corrida pelos grandes prêmios do cinema.

A vitória de Moura dá continuidade a um momento excepcional para artistas brasileiros em Hollywood. No ano passado, o país já havia deixado sua marca no Globo de Ouro com Fernanda Torres, vencedora do prêmio de melhor atriz em filme de drama por “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, produção que meses depois conquistou o Oscar de melhor filme internacional.

Kleber Mendonca Filho e a produtora francesa Emilie Lesclaux. Foto: Agência Efe/Folhapress

“Uma Batalha Após a Outra” leva quatro prêmios

Entre os demais destaques da noite, “Uma Batalha Após a Outra” figurou entre os grandes vencedores, embora seu protagonista, Leonardo DiCaprio, não tenha conseguido superar Timothée Chalamet em um dos duelos mais aguardados da cerimônia.

O filme de Paul Thomas Anderson, que narra a história de um revolucionário envelhecido (DiCaprio) e de sua filha adolescente (Chase Infiniti), chegou à premiação com nove restrições e, até a metade da cerimônia, já havia conquistado os prêmios de melhor direção, melhor roteiro e melhor atriz coadjuvante, para Teyana Taylor, antes de também somar um Globo de Ouro de melhor filme de comédia ou musical.

DiCaprio, porém, foi derrotado por Chalamet, premiado por sua interpretação de um competitivo jogador de pingue-pongue da década de 1950 em Marty Supreme.

“Muito obrigado do fundo do meu coração. Estou em uma categoria com muitos grandes; esta categoria está repleta de talento. Eu admiro todos vocês”, afirmou Chalamet, que também superou nomes como George Clooney (“Jay Kelly”) e Ethan Hawke (“Blue Moon”).

O ator lembrou que suas quatro derrotas anteriores no Globo de Ouro “tornam este momento ainda mais doce”, antes de agradecer à namorada, Kylie Jenner.

O Globo de Ouro é um marco importante da temporada de prêmios de Hollywood, que se encerra em março com a apresentação do Oscar.

“Pecadores” contra “Hamnet”

A divisão do Globo de Ouro entre comédias e dramas impediu que “Uma Batalha Após a Outra” enfrentasse Pecadores, considerado seu principal rival na corrida pelo Oscar de melhor filme.

A obra, que retrata a ferida profunda da população afro-americana no sul segregacionista dos anos 1930, mesclando horror de inspiração vampírica com ritmos de blues, venceu os prêmios de melhor trilha sonora e melhor realização cinematográfica e de bilheteria.

“Pecadores” disputou o prêmio de melhor filme de drama com “Hamnet”, que acabou levando uma estatueta. A longa é estrelada por Paul Mescal no papel de William Shakespeare.

A tragédia, baseada no romance da escritora irlandesa Maggie O’Farrell, aborda a forma ficcional do luto de Agnes e William Shakespeare após a morte do filho.

Jessie Buckley, que interpreta a esposa do dramaturgo inglês, foi apontada como favorita ao prêmio de melhor atriz, o que acabou se confirmando.

Com oito restrições, o filme norueguês Valor Sentimental, no qual Joachim Trier retrata a relação dolorosa de um pai cineasta com suas duas filhas, também aparece possível como surpresa na categoria. Por esse trabalho, o sueco Stellan Skarsgård venceu o prémio de melhor ator coadjuvante.

“Seja bom”

Rose Byrne levou o prêmio de melhor atriz de comédia por If I Had Legs I’d Kick You. Já a animação de sucesso da Netflix, As Guerreiras do K-pop, venceu na categoria de melhor canção.

A apresentadora Nikki Glaser abriu a cerimônia com piadas sobre diversos temas, incluindo a divulgação de arquivos do governo dos Estados Unidos com trechos censurados sobre o crime sexual condenado Jeffrey Epstein.

“O Globo de Ouro de melhor montagem vai para o Departamento de Justiça”, ironizou.

Diversas celebridades, entre elas Mark Ruffalo, Natasha Lyonne e Wanda Sykes, desfilaram pelo tapete vermelho usando broches com a mensagem “Be good” (“Seja bom”).

O acessório integra uma homenagem a Renee Good, americana morta a tiros por um agente da polícia migratória, episódio que reacendeu protestos contra a intervenção do presidente Donald Trump contra os migrantes.

“Vamos fazer a coisa certa”, declarou Jean Smart ao receber o prêmio de melhor atriz de série de comédia por Hacks. Ela também usava o broche.


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Wagner Moura sobre o estado policialesco e tendencioso de Sérgio Moro



"O que está em andamento no Brasil hoje é uma tentativa revanchista de antecipar 2018 e derrubar na marra, via Judiciário politizado, um governo eleito por 54 milhões de votos. Um golpe clássico" - 

Wagner Moura



sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Wagner Moura: há um holofote Internacional iluminado as trevas do Golpe da direita hipócrita e corrupta brasileira

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Veja o vídeo e leia os dois artigos abaixo:



Ator agradece declarações de artistas e intelectuais globais como Susan Sarandon, Noam Chomsky e Oliver Stone, que, nesta quarta-feira 24, assinaram um manifesto contra o golpe no Brasil e em apoio à presidente Dilma Rousseff; "Estamos profundamente agradecidos por essas importantes palavras de apoio de nossos colegas na Grã-Bretanha, Estados Unidos, Canadá e Índia. Os políticos corruptos que lideram a articulação para depor Dilma têm de saber que há um holofote internacional iluminando suas ações", disse.


247 - O ator Wagner Moura, crítico do processo de impeachment, agradeceu as declarações divulgadas nesta quarta-feira 24 por artistas e intelectuais globais como Susan Sarandon, Noam Chomsky e Oliver Stone, contra o golpe parlamentar no Brasil e em apoio à presidente Dilma Rousseff. 
"Estamos profundamente agradecidos por essas importantes palavras de apoio de nossos colegas na Grã-Bretanha, Estados Unidos, Canadá e Índia. Os políticos corruptos que lideram a articulação para depor Dilma têm de saber que há um holofote internacional iluminando suas ações", disse Wagner Moura.
"Se eles derem continuidade ao seu plano, serão lembrados pela história como os responsáveis pelo mais sinistro ataque à democracia desde o Golpe de 1964", acrescentou o ator.
Leia aqui o manifesto dos artistas e intelectuais divulgados nesta quarta.

Artistas e intelectuais estrangeiros se manifestam contra golpe de estado no Brasil



Fonte: http://www.otvfoco.com.br/artistas-e-intelectuais-estrangeiros-se-manifestam-contra-golpe-de-estado-no-brasil/#ixzz4ITKXINOA

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Percebendo a situação em que vive o Brasil, que é melhor exposta em jornais internacionais do que na nossa imprensa local, um grupo de artistas e intelectuais estrangeiros lançou nesta quarta (24) um manifesto contra o processo fraudulento de impeachment no Brasil.

Entre eles, nomes de peso do cinema, como o cineasta Oliver Stone, diretor do premiadíssimo “Platoon”; a atriz Susan Sarandon, 5 vezes indicada ao oscar e ganhadora da estatueta em 1995; o ator Viggo Mortensen, o Aragorn de “O Senhor dos Anéis”; Danny Glover, e Noam Chomsky, este considerado um dos maiores intelectuais vivos do mundo.
O texto declara solidariedade com aqueles que lutam pela democracia e questionam a base jurídica e a falta de evidências convincentes mostrando que os principais promotores da campanha do impeachment estão tentando remover a presidente para parar a investigação contra a corrupção.
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Susan Sarandon (Foto: Reprodução)

Além disso, o manifesto fala sobre o quadro de ministros identificados como homens brancos e ricos, em um país onde a maioria são negros, pardos, e mulheres. O texto ainda destaca que esse tipo de situação não pode ocorrer em um país tão importante no cenário mundial como o Brasil, que vinha avançando muito nos últimos anos na diminuição da desigualdade e nos direitos das minorias. Confira na íntegra.
“Nos solidarizamos com nossos colegas artistas e com todos aqueles que lutam pela democracia e justiça em todo o Brasil.
Estamos preocupados com o impeachment de motivação política da presidenta, o qual instalou um governo provisório não eleito. A base jurídica para o impeachment em curso é amplamente questionável e existem evidências convincentes mostrando que os principais promotores da campanha do impeachment estão tentando remover a presidenta com o objetivo de parar investigações de corrupção nas quais eles próprios estão implicados.
Lamentamos que o governo interino no Brasil tenha substituído um ministério diversificado, dirigido pela primeira presidente mulher, por um ministério compostos por homens brancos, em um país onde a maioria se identifica como negros ou pardos. Tal governo também eliminou o Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e dos Direitos Humanos. Visto que o Brasil é o quinto país mais populoso do mundo, estes acontecimentos são de grande importância para todos os que se preocupam com igualdade e direitos civis.
Esperamos que os senadores brasileiros respeitem o processo eleitoral de 2014, quando mais de 100 milhões de pessoas votaram. O Brasil emergiu de uma ditadura há apenas 30 anos, e esses eventos podem atrasar o progresso do país em termos de inclusão social e econômica por décadas. O Brasil é uma grande potência regional e tem a maior economia da América Latina. Se este ataque contra suas instituições democráticas for bem sucedido, as ondas de choque negativas irão reverberar em toda a região.”
Tariq Ali – escrtor, jornalista e cineasta
Harry Belafonte – ativista, cantor e ator
Noam Chomsky – linguista
Alan Cumming – ator
Frances de la Tour – atriz
Deborah Eisenberg – escritora, atriz e professora
Brian Eno – compositor, cantor e produtor
Eve Ensler – dramaturga
Stephen Fry – ator e diretor
Danny Glover – ator e diretor
Daniel Hunt – produtor musical e cineasta
Naomi Klein – jornalista e escritora
Ken Loach – cineasta
Tom Morello – músico
Viggo Mortensen – ator
Michael Ondaatje – novelista e poeta
Arundhati Roy – escritor e ativista
Susan Sarandon – atriz
John Sayles – roteirista e director
Wallace Shawn – ator, dramaturgo e comediante
Oliver Stone – cineasta
Vivienne Westwood – estilista

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Estadão pede texto sobre fim do MinC a Wagner Moura, ator fala sobre o golpe (claramente golpista) e jornal não publica

“A extinção do Minc é só a primeira demonstração de obscurantismo e ignorância dada por esse Governo ilegítimo. O pior ainda está por vir”, disse o ator no texto que o Estadão se recusou a publicar. Confira a integra
Por Wagner Moura - Fonte: Revista Fórum
Foto: Youtube
Escrevi essa resposta-texto para jornalistas do Estado e da Zero Hora que queriam minha opinião sobre a extinção do Minc. O Zero Hora vai dar. O Estado se recusou.
A extinção do Minc é só a primeira demonstração de obscurantismo e ignorância dada por esse Governo ilegítimo. O pior ainda está por vir. Vem aí a pacoteira de desmonte de leis trabalhistas, a começar pela mudança de nossa definição de trabalho escravo, para a alegria do sorridente pato da FIESP, que pagou a conta do golpe.
Começaram transformando a Secretaria de Direitos Humanos num puxadinho do Ministério da Justiça. Igualdade Racial e Secretaria da Mulher também: tudo será comandado pelo cara que no Governo Alckmin mandou descer a porrada nos estudantes que ocuparam as escolas e nos manifestantes de 2013. Sob sua gestão, a PM de São Paulo matou 61% a mais. Sabe tudo de direitos humanos o ex-advogado de Eduardo Cunha, o senhor Alexandre de Moraes.
Mas claro, a faxina não estaria completa se não acabassem com o Ministério da Cultura, que segundo o genial entendimento dos golpistas, era um covil de artistas comunistas pagos pelo PT para dar opiniões políticas a seu favor (?!!!). Conseguiram difundir essa imbecilidade e ainda a ideia de que as leis de incentivo tiravam dinheiro de hospitais e escolas e que os impostos de brasileiros honestos sustentavam artistas vagabundos. Os pró-impeachment compraram rapidamente essa falácia conveniente e absurda sem ter a menor noção de como funcionam as leis (criadas no Governo Collor!) e da importância do Minc e do investimento em Cultura para o desenvolvimento de um país. É muito triste tudo. Ontem vi um post em que Silas Malafaia comemorava a extinção “do antro de esquerdopatas”, referindo-se ao Minc. Um negócio tão ignóbil que não dá pra sentir nada além de tristeza. Predominou a desinformação, a desonestidade e o obscurantismo.
Praticamente todos os filmes brasileiros produzidos de 93 para cá foram feitos graças à lei do Audiovisual. Como pensar que isso possa ter sido nocivo para o Brasil?! Como pensar que o país estará melhor sem a complexidade de um Ministério que cuidava de gerir e difundir todas as manifestações culturais brasileiras aqui e no exterior? Bradar contra o Minc e contra as leis (ao invés de contribuir com ideias para melhorá-las) é mais que ignorância, é má fé mesmo. E agora que a ordem é cortar gastos, o presidente que veio livrar o Brasil da corrupção e seu ministério de homens brancos, com sete novos ministros investigados pela Lava Jato, começa seu reinado varrendo a Cultura da esplanada dos Ministérios… Faz sentido. Os artistas foram mesmo das maiores forças de resistência ao golpe. Perdemos feio.
Acabo de ler que vão acabar também com a TV Brasil. Ótimo. Pra que cultura? Posso ouvir os festejos nos gabinetes da Câmara, nos apartamentos chiques dos batedores de panela, na Igreja de Malafaia e na redação da Veja: “Acabamos com esse antro de artistazinhos comprados pelo PT! Estão pensando o que? Acabamos a mamata da esquerda caviar! Chega de frescura! Viva o Brasil!” Trevas amigo… E o pior ainda está por vir.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Wagner Moura e Eduardo Galeano sobre a tentativa golpista de se impor um estado fascista-policialesco hoje: a lição de História que a Globo não quer que aprendamos



Eduardo Galeano e a lembrança de anos terríveis: a ascensão e o apogeu do nazismo na Alemanha.


Foi por acso, sem apoio, sem base econômica internacional, que Adolf Hitler fez o que fez? E quem se beneficiou com esse tempo de horror, repetido em menor escala em golpes financiados pelo mundo na segunda metade do século XX e agora, na segunda década do XXI?

Segue uma reflexão profunda em uma rápida leitura apropriada para estes dias de tanta violência, intolerância e reacionarismo fascista-midiático feito às claras, sem subterfúgios, no Brasil.


Eduardo Galeano


“Os amigos de Adolf Hitler têm má memória, mas a aventura nazi não teria sido possível sem a ajuda que deles recebeu.


Como os seus colegas Mussolini e Franco, Hitler contou com o pronto beneplácito da Igreja Católica. Hugo Boss vestiu o seu exército.


Bertelsmann (criador do Círculo de Leitores) publicou as obras que formaram os seus oficiais.


Os seus aviões voavam graças ao combustível da Standard Oil (hoje Exxon e Chevron) e os seus soldados deslocavam-se em caminhões e jeeps da marca Ford.


Henry Ford, autor desses veículos e do livro “O Judeu internacional”, foi a sua musa inspiradora. Hitler agradeceu-lhe condecorando-o. Condecorou também o presidente da IBM, a empresa que tornou possível a identificação dos judeus.


A Rockefeller Foundation financiou investigações raciais e racistas da medicina nazi.
Joe Kennedy, pai do presidente, era embaixador dos Estados Unidos em Londres, mas mais parecia embaixador da Alemanha. E Prescott Bush, pai e avô dos presidentes, foi colaborador de Fritz Thyssen, que pusera a sua fortuna ao serviço de Hitler.


O Deutsche Bank financiou a construção do campo de concentração de Auschwitz.
O consorcio IGFarben, gigante da indústria química alemã, que passou depois a chamar-se Bayer, Basf ou Hoechst, usava os prisioneiros dos campos como coelhos-da-india e, além disso, utilizava a sua mão-de-obra. Os operários escravos produziam de tudo, incluindo o gás com que os iriam matar.


Os prisioneiros trabalhavam também para outras empresas, tais como Krupp, Thyssen, Siemens, Varta, Bosch, Daimler Benz, Volkswagen e BMW, que eram a base econômica dos delírios nazis.


Os bancos suíços ganharam rios de dinheiros comprando de Hitler o ouro das suas vítimas: as suas joias e os seus dentes. O ouro entrava na Suíça com uma assombrosa facilidade, enquanto a fronteira estava fechada a pedra e cal para fugitivos de carne e osso.


A Coca-Cola inventou a Fanta para o mercado alemão em plena guerra. Nesse período, também a Unilever, a Westinghouse e a General Electric, multiplicaram os seus investimentos e lucros na Alemanha. Quando a guerra terminou, a empresa ITT recebeu uma indenização porque os bombardeamentos aliados tinham danificado as suas fábricas na Alemanha”.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Wagner Moura, em vídeo, deixa a sua mensagem sobre o momento atual...






 "Não consigo mais conversar muito com os meus amigos que odeiam o PT e que acham que tudo é válido para tirar o PT do poder, como se a corrupção no País morasse num partido só", disse, entre outras colocações, o mais prestigiado ator brasileiro no circuito internacional da atualidade.

  Mostrando-se apreensivo com desenrolar arbitrariamente político da Lava Jato, Moura disse acreditar que a disputa pelo poder, com grande influência de uma mídia tendenciosa no País, está influenciando o trabalho da Justiça, e que "as investigações estão sendo usadas como massa de manobra""Me preocupa a Justiça brasileira estar trabalhando sob influência de uma agenda política.  Sou a favor das investigações, mas sou mais a favor da democracia. Por uma investigação desprovida de ódio político e pela defesa da democracia do Estado de Direito", conclui o ator.

  Veja estas e outras colocações de Wagner Moura no vídeo por ele postado: