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domingo, 27 de janeiro de 2019

Militares-bolsonaro- Janaína Paschoal ensaiam atuação de partido único... ou seja, ditadura.... Análise de Paulo Ghiraldelli



Do Canal de Paulo Ghiraldelli:





quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Promessa de campanha coisa nenhuma, decreto das armas é agrado para a indústria bélica. Por Marcos Sacramento


"Juntas, a Taurus e a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) doaram aos comitês do Democratas, PP, PMDB, PSC, PTB e Solidariedade. Entre os políticos ajudados estava Onyx Lorenzoni, atual chefe da Casa Civil."

Do DCM:

Promessa de campanha coisa nenhuma, decreto das armas é agrado para a indústria bélica. Por Sacramento

 


Bolsonaro e Salesio Nuhs (Foto: Reprodução/Facebook)

Por mais que os entusiastas de revólveres, pistolas e carabinas comemorem a assinatura do decreto de Bolsonaro que facilita a posse de armas de fogo, não foi por eles que o presidente agiu. Em vez de promessa de campanha, a medida foi um acerto de contas com aqueles que ajudaram a financiar sua escalada rumo ao Palácio do Planalto.
Nas eleições estaduais e federais de 2014, última com doações de empresas para campanhas políticas, as duas principais indústrias de armas leves do país doaram cerca de R$ 1,9 milhão a candidatos e partidos.
Juntas, a Taurus e a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) doaram aos comitês do Democratas, PP, PMDB, PSC, PTB e Solidariedade. Entre os políticos ajudados estava Onyx Lorenzoni, atual chefe da Casa Civil.
Em 2014, quando disputou para deputado federal, Onyx recebeu R$ 50 mil de cada uma das empresas.
Nas prestações de contas de Jair Bolsonaro e dos filhos Eduardo e Flávio, que no pleito disputaram os cargos de deputado federal e estadual, não há doações diretas vindas da Taurus ou da CBC.
Porém, os partidos em que estavam na época, PP e PSC, receberam dinheiro das duas empresas. Como parte das doações para as campanhas desses candidatos vieram dos diretórios dos partidos, é possível que eles também tenham recebido uma parcela dos quase R$ 2 milhões doados pela dupla Taurus/CBC.
O valor parece uma espoleta quando comparado às doações bombásticas declaradas pela JBS, que ultrapassaram R$ 360 milhões. Isso faz das doações da Taurus/CBC um investimento formidável, porque além do fato de que a cruzada dos Bolsonaros em defesa das armas é uma publicidade gratuita, o atual decreto abre excelentes flancos de negócios.
Uma matéria da Deutsche Welle publicada em novembro do ano passado dá noção da euforia do mercado de armas leves diante da expectativa de facilitação da posse de armas prometida por Bolsonaro.
De acordo com o diretor de um clube de tiro citado na matéria, a procura por inscrições acompanhou o crescimento do então candidato no cenário político. Ele informou à DW que havia mais de 300 fichas pendentes de aspirantes a sócios.
Mais sócios representam mais armas no mercado, que levam a despesas com projéteis e aumentam os lucros da Taurus e da CBC, respectivamente as líderes na fabricação e comercialização de armas e munições no Brasil.
A matéria destaca um levantamento da ONG Small Arms Survey que revela o número de armas por habitantes no país e mostra o potencial de crescimento do mercado por aqui. Enquanto no Brasil são 8,8 armas para cada 100 habitantes, nos Estados Unidos são 123 armas para o mesmo grupo de civis.
Estes números representam um mercado fascinante para a Taurus, cujos principais clientes estão no mercado externo – o Brasil representa menos de 20% do faturamento da empresa, segundo a DW.
Não por acaso, as ações da Taurus se valorizaram mais de 800% nos últimos 12 meses, conforme reportagem do Estadão publicada um dia antes da assinatura do decreto.
Também não dá para acreditar que foi apenas a afinidade ideológica que levou Salesio Nuhs, vice- presidente da CBC, que vem a ser a principal acionista da Taurus, à cerimônia de posse de Bolsonaro.
Embora muitos “cidadãos de bem” festejem a possibilidade de ter uma pistola no criado mudo para ficarem seguros enquanto dormem, os donos da festa são os fabricantes de armas, que têm no decreto a oportunidade concreta de ganhar muito dinheiro.

Documentário da BBC mostra Brasil em triste transe manipulado pró extrema-direita


  "BBC World News exibe a partir desta noite um documentário que mostra um Brasil em transe. Chamado “What Happened to Brazil… (“O Que Aconteceu Com o Brasil…”), o documentário tem três episódios: “The Dream Dies (“O Fim do Sonho”), “Carwash and ‘the coup’”(A Lava Jato e “o golpe”) e “Divided Nation” (“Nação Dividida”)."




A BBC World News exibe a partir desta noite um documentário que mostra um Brasil em transe. Chamado “What Happened to Brazil… (“O Que Aconteceu Com o Brasil…”), o documentário tem três episódios: “The Dream Dies (“O Fim do Sonho”), “Carwash and ‘the coup’”(A Lava Jato e “o golpe”) e “Divided Nation” (“Nação Dividida”).

No Brasil, o primeiro capítulo foi ao ar à meia-noite e meia da noite, virada de sexta para sábado, nos seguintes canais pagos que transmitem a BBC World News: 202 da NET, 172 da Sky e 410 (satélite) e 62 (cabo) da Vivo TV. Na internet, o link https://www.bbc.co.uk/programmes/n3ct5frg.

O documentário cobre o período que vai de junho de 2013, quando começaram grandes manifestações de rua no Brasil, até a eleição e posse de Jair Bolsonaro. Aborda as chamadas jornadas de junho e julho de 2013, a eleição presidencial de 2014, o processo de impeachment, todo o tempo da Operação Lava Jato até a ida de Sergio Moro para o Ministério da Justiça, a greve dos caminhoneiros, o assassinato de Marielle Franco, a intervenção militar no Rio de Janeiro, o governo Temer, a prisão de Lula, as fake news que dominaram as eleições e a vitória de Bolsonaro.

Foram entrevistados quatro ex-presidentes: Fernando Henrique Cardoso, Lula, Dilma e Temer. Lula respondeu por carta, porque o documentário não obteve autorização da Justiça para entrevistá-lo em Curitiba. O pedido foi feito depois da eleição, negado pela juíza de primeira instância e encaminhado ao STF (Supremo Tribunal Federal), que ainda não se manifestou.

Personagens centrais, o ministro Ricardo Lewandowski, presidente do STF na época do impeachment, e o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot também concederam entrevistas. Foram ouvidos ainda cidadãos que viveram a crise dos últimos cinco anos. Bolsonaro e Moro foram convidados a dar entrevistas, mas recusaram. Moro respondeu por escrito à carta de Lula.

O documentário da BBC World News foi produzido pela K.doc, empresa de audiovisual deste jornalista. A RedeTV! participou como casa produtora e cedeu imagens de arquivos.

A série tem supervisão editorial da BBC. Fiz a reportagem, as entrevistas e atuei como produtor executivo. A jornalista Daniela Martins cuidou da direção de produção. No time inglês, o produtor da série é John Thynne. O produtor executivo é Dan Kelly. Ambos da BBC.

O roteiro original é de Kennedy Alencar e de Daniela Martins. O roteiro final foi feito a quatro mãos: Dan Kelly, Daniela Martins, John Thynne e Kennedy Alencar. Américo Martins, diretor da BBC para as Américas e a Europa, foi o responsável pela parceria entre a K.doc e a BBC World News.

O documentário é um convite para o público brasileiro refletir sobre os acontecimentos recentes da história do país, que radicalizaram a opinião pública e nos trouxeram até o momento atual. O Brasil despontou no cenário mundial como uma potência e tudo se esfacelou em menos de uma década. No exterior, muita gente não entendeu nada. O país perdeu a sua relevância para o resto do mundo e ficou prisioneiro de um enredo interno de crise econômica e instabilidade política. Compreender o que aconteceu me parece fundamental para evitar o aprofundamento da crise e um retrocesso civilizatório.

Mais uma vez, seguem, no horário de Brasília, as exibições previstas para o episódio 1: 0h30 deste sábado 12/01, com reprise às 6h30. O episódio 1 será reprisado às 12h30 e 19h30 deste domingo 13/01. Na segunda, 14/01, haverá reprise à 1h30. Na terça, 15/01, exibição às 8h30. Os episódios poderão ser vistos também no BBC i-player. Os canais são: 172 da Sky, 202 da NET e 410 (satélite) e 62 (cabo) da Vivo TV.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Bob Fernandes comenta: Alckimin com o sórdido Centrão pró-Temer... Bolsonaro com Janaína..." e o dito que corre na internet: Fujam para as montanhas!"




"Se tudo for confirmado Alckmin terá 40% do tempo, 4 minutos e meio. A esse aglomerado de siglas manchetes e editoriais decidiram chamar de "Centro" ou "Centrão".

Tais eufemismos, "Centro", "Centrão", escondem boa parte das bancadas BB-BB: bala, boi, bíblia e bola.

Bancadas que são faca-no-pescoço de presidentes há décadas. Foram decisivas para fazer Temer presidente, para aprovar seus projetos e para ... manter seu pescoço.

Só as lideranças do tal "Centrão", ainda sem contar liderados, são investigadas em ao menos 13 inquéritos criminais, relata a Folha.

Nessa aliança inclua-se também o PTB. Presidido por Robertão Jefferson. Já cassado, condenado, depois indultado pelo ministro Barroso."



Assista ao comentário de Política de Bob Fernandes para o Jornal da TV Gazeta


DEM, PP, Solidariedade, PR e PRB anunciaram apoio a Alckmin. O PSDB larga fortalecido nas alianças e no horário eleitoral.
Se tudo for confirmado Alckmin terá 40% do tempo, 4 minutos e meio. A esse aglomerado de siglas manchetes e editoriais decidiram chamar de "Centro" ou "Centrão".
Tais eufemismos, "Centro", "Centrão", escondem boa parte das bancadas BB-BB: bala, boi, bíblia e bola.
Bancadas que são faca-no-pescoço de presidentes há décadas. Foram decisivas para fazer Temer presidente, para aprovar seus projetos e para ... manter seu pescoço.
Só as lideranças do tal "Centrão", ainda sem contar liderados, são investigadas em ao menos 13 inquéritos criminais, relata a Folha.
Nessa aliança inclua-se também o PTB. Presidido por Robertão Jefferson. Já cassado, condenado, depois indultado pelo ministro Barroso.
Fundamental na costura dessa aliança com Alckmin foi Valdemar da Costa Neto, presidente do PR.
Valdemar da Costa Neto também já cassado, condenado, depois indultado pelo ministro Barroso. Anuncia-se Josué Gomes como vice de Alckmin. Falta Josué decidir-se.
(Ps: Na noite desta segunda-feira, 23, Thais Arbex e Daniela Lima, do “Painel” da Folha, informam que Josué Gomes deixou Alckmin “à vontade” para escolher outro candidato a vice).
Início da noite, 19 de junho de 2002, Brasília. Apartamento do deputado Paulo Rocha, PT (PR).
Entre outros, presentes Lula, José Dirceu, José Alencar e esse mesmo Valdemar da Costa Neto. Lula queria José, pai de Josué Gomes, como vice. José Alencar era do PL.
A aliança dependia desse mesmo Valdemar, então presidente do PL. Que queria dinheiro para campanha do partido.
Acordo fechado, assim como outros. Levou R$ 10 milhões.Que foram sendo pago nos anos seguintes...
Três anos depois o mesmo Robertão Jefferson, o do mesmo PTB, chamaria tais pagamentos de... "Mensalão".
Informa o "Estadão": "Inquérito de Geraldo Alckmin por suposto Caixa II de R$ 10,3 milhões da Odebrecht deve mudar de 'instância' pela sexta vez em três meses".
O tempo dirá se Alckmin decola. O Tempo e os tempos do Judiciário dirão se o Brasil terá outro presidente com inquéritos e espada sobre a cabeça...
...E dependendo dos votos de algo chamado "Centrão" para sobreviver.
Ciro Gomes, sem o "Centrão" que queria, já é oficialmente candidato do PDT. E busca PSB e PC do B.
E Bolsonaro foi oficializado candidato pelo PSL. Ele quer Janaína Pascoal como vice...Ela ainda não comunicou se vai querer ou não...E espalha-se pelas redes sociais uma sugestão:
-"...Fujam para as montanhas...".