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domingo, 26 de junho de 2016

Líder do PMDB no Congresso admite que pedaladas foram desculpa para tirar Dilma




Depois do deslize do presidente em exercício Michel Temer, ao afirmar à imprensa internacional que tirou o avião da Força Aérea Brasileira (FAB) da presidente afastada Dilma Rousseff para impedir que ela denunciasse ‘o golpe’ pelo país, agora, a líder do governo no Congresso Nacional, senadora Rose de Freitas (PMDB), admite que não houve pedaladas fiscais e que o motivo do impeachment é outro.
“Por que o governo saiu? Na minha tese, não teve esse negócio de pedalada. Eu estudo isso, faço parte da Comissão de Orçamento. O que teve foi um país paralisado, sem direção e sem base nenhuma para administrar. A população não queria mais e o Congresso não dava a ela os votos necessários para tocar nenhuma matéria. E o país não podia ficar parado”, afirmou em entrevista à Itatiaia.
A senadora acredita que o processo de impeachment no Senado não será revertido e que Dilma será afastada definitivamente na votação prevista para acontecer em agosto. “Eu fiz uma pergunta para aqueles que advogam pela reversão citando uma música do Caetano (Veloso) que diz ‘se foi para desfazer, por que fez?’”, argumentou.
“Se voltar esse quadro, o que você vai fazer? Vai ter um país parado outra vez? Não é possível”, completou.
Na opinião de Rose de Freitas, a equipe econômica de Michel Temer ouve mais o Brasil do que o grupo formado por Dilma. Sobre os escândalos que já afastaram três ministros escolhidos pelo presidente em exercício, a senadora se posicionou.
“Eu como presidente não levaria ninguém que tivesse qualquer processo, ainda que a pessoa fosse inocente, eu esperaria o tempo para ela provar sua inocência para depois voltar ou ser nomeada. Mas ele tinha mais proximidade e conhecia melhor essas pessoas do que eu. Portanto, acho que não comprometerá o presidente se ele estiver trabalhando com a folha corrida limpa e estiver disposto a ajudar o Brasil”, finalizou.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Imprensa brasileira esqueceu o que é fato... Por Miguel do Rosário

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por Miguel do Rosário no Cafezinho

O dia hoje iniciou-se com um episódio engraçado. O jornalista Gleen Greewald, que não tem escondido sua perplexidade com o nível de militância pró-golpe dos repórteres da Globo, menciona um tweet de Jorge Pontual, correspondente da Globo em Nova York, no qual Pontual demonstra a mais crassa ignorância sobre as leis brasileiras.
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Ignorância não é crime. Mas partindo de um jornalista influente, correspondente em Nova York da maior rede de TV do Brasil, e num momento tão delicado da vida nacional, é um tropeço imperdoável.
Quer dizer, seria até perdoável, se o autor - em vista da enxurrada de críticas que recebeu - pedisse desculpas por sua ignorância.
Não. Pontual bloqueou todo mundo, inclusive Glenn Greenwald, revelando o que está por trás do golpe: violência, censura e recusa ao debate.
Envergonhado da besteira que tinha dito, Pontual apagou o tweet. Para alguns, ensaiou uma justificativa esfarrapada... Disse que se referia ao direito anglo-saxão...
Ora, em pleno processo de impeachment no Brasil, um jornalista mandar uma dessas? Se era assim, porque bloqueou Glenn Greenwald, eu, etc?  Nós nunca o xingamos.
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Vendo o TL de Jorge Pontual, vemos que ele é um fanático pelo Dalton Dallagnol, o procurador estrelinha da Lava Jato que frequenta igrejas pregando ajuda divina para o fim da corrupção no Brasil (ajuda ao fim da sonegação da Globo, ele não pede, não sei porque).
Deixemos Pontual para lá. Ele é golpista porque se não fosse não continuava na Globo. Os raríssimos não-golpistas do jornalismo global nunca duraram muito.
A situação deve estar muito tensa entre os profissionais da emissora. Todo mundo quer dar algum tipo de demonstração golpista, como forma de segurar o emprego.
A manhã terminou com outra jabuticaba brasileira. Catia Seabra, repórter de política da Folha, entrevista Henrique Fontana, deputado petista, perguntando se ele confirmava história sobre desfiliação em massa de parlamentares petistas. Fontana negou peremptoriamente. Não adiantou. A Folha tinha uma pauta pronta e os fatos eram apenas um detalhe sem importância. A matéria foi publicada.
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Todos os procurados pela reportagem negaram o teor da matéria. Mas isso não vem ao caso. O que importa era produzir alguma coisa que impactasse negativamente o PT, ou seja, alguma coisa que contribuisse para o golpe.
O jornalismo brasileiro perdeu qualquer compromisso com os fatos.
O jornalismo brasileiro vive uma profunda crise epistemológica. Esqueceu o que é verdade e o que é mentira.
O que é verdade, para o jornalismo brasileiro, é apenas o que interessa ao golpe. Ponto final.

Conversa entre Catia Seabra e Henrique Fontana:
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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Bob Fernandes: Os mais corruptos fazem de tudo pelo Impeachment contra a... "corrupção". Estudantes deixam Reis e Rainhas nus....




Impeachment. As variáveis são muitas. As ruas terão mão única ou mão dupla? O que vai querer o Dinheiro Grande? Até onde irá a "Mídia"?

Dois citados por corrupção, na "Zelotes" e na "Lava Jato", comandaram no TCU a votação das "Pedaladas Fiscais", motivo alegado no pedido de impeachment.

No comando Político do impeachment, Eduardo Cunha, Paulinho da Força & Cia. E a oposição que quer o Poder. Paulinho já é réu no Supremo...

...Cunha dispensa apresentação. Crimes conhecidos, mesmo quando ainda não havia provas suíças. Era poupado por ser aliado e motor do impeachment.

"Mas quem conduz o impeachment é o cargo, não Cunha". A argumentação, cínica, hipócrita, parte de muitos dos que se dizem contra corrupção.

Temer. A Velha Política vendida como "sabedoria". Aos que querem Poder futuro, ou "ajudar", Temer jura não ser candidato em 2018...

Isso lembra a fábula, e parábola, "O Escorpião e o Sapo".

Acusados de corrupção foram, estão sendo investigados e presos. Sem obstrução em relação a governo e governistas.

Alguns dos maiores empresários do Brasil estão presos. Um grande banqueiro está preso. Não funciona mais "culpar" apenas "Us Pulíticus". A corrupção é Sistêmica.

A propósito,o FBI informa: Ricardo Teixeira, Marin e Del Nero receberam R$ 120 milhões em propinas para vender direitos de transmissão de Copas. Do Mundo e várias outras.

Há 60 anos, desde Havelange, essa gangue opera a grande paixão dos brasileiros, e um dos maiores negócios do país, o futebol.

Não se sabe? Não se sabia? Vendiam pra quem? Recebiam de quem?
O governo quer repatriar R$ 200 bilhões. Estima-se que mais de meio trilhão de dólares estão escondidos em paraísos fiscais.

Sonegação: brasileiros devem mais de R$ 1,5 trilhão à União. Paulistanos devem mais de R$ 50 bilhões à Prefeitura.

Em 2013, das ruas saíram mensagens múltiplas, difusas, conflitantes. Agora, estudantes de escolas públicas não apenas obrigaram o governo Alckmin a recuar.

Nesse primeiro round, a ação estudantil ensinou: Brasil afora sistemas de produzir e gerir Poder estão viciados, carcomidos, apodrecidos.

A ventania juvenil escancarou: Reis, e Rainhas, estão nus.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Mariana Godoy abre o verbo sobre a manipulação jornalística e o clima de ódio golpista da Rede Globo




  Mariana Godoy, a bela e competente jornalista e apresentadora de notícias, de quem sempre simpatizei, ganhou agora minha total e irrestrita admiração. Ela desabafa sobre o estilo "padrão Globo" de manipupar,  o jornalismo tendencioso, a construção de falsas verdades especialmente na escrita das pautas impostas, como ela mesmo aponta, pelo já famoso diretor Ali Kamel e seus principais porta-vozes, do proto-hollywoodiano William Boner ao arrogante Arnaldo Jabor, passando pelo não menos enfatuado William Waack.

  Se o amigo que aqui está a ler estas linhas quer mesmo saber mais sobre o "jornalismo" tendencioso e manipulativo da Rede Globo, sugiro veja, abaixo, e escute bem o que disse a jornalista, que passou mais da metade da vida na Globo, sobre como são os bastidores dos jornais da emissora, sua campanha de ódio, golpe e difamação e a "falta de liberdade" para trabalhar, e o poder da podersa eminência parda, Ali Kamel, diretor de jornalismo da emissora.

Carlos Antonio Fragoso Guimarães


sábado, 6 de outubro de 2012

Ex-integrante da Igreja Universal demonstra toda a manipulação da seita de Edir Macedo a favor de Russomanno

Isso é o retrato real do plano de poder de Edir Macedo e dos pentecostais.... querem o poder para manipular e impor uma teocracia fanática no Brasil.

Ex-Obreira da Igreja Universal revela esquema de manipulação de votos em favor de Celso Russomanno com vistas a ganhos fiscais e políticos para a seita de Edir Macedo. Isso também demonstra o tipo de político que é Russomanno e o que se pode esperar dele...